quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

quando a pequerruxa faz 18 anos e nostalgias

Então que sobrinha ratattoullie fez 18 anos e eu nem me declarei.
Eu tento fazer isso ao vivo e a cores. As vezes parece piegas e como a fase é da adolescência, sei que muitas vezes pode parecer um pouco bobaloíde.
O fato é que eu estava (estou) tensa. Porque quando a gente faz 18 anos, quer que tudo aconteça. E claro, como tia babolona, eu quero que tudo aconteça para a princess, mas aí a gente se pergunta, se é o mesmo que ela quer.
Eu me pergunto. O que ela sonha?. O que ela deseja?. Não estaria eu exagerando nos cuidados?. No amor?. Na proteção?. No medo?.
Eu que digo que quando tem que acontecer de fato, vai rolar. Será que estou preparada para o futuro dela?.
Não sou mãe e quem me conhece sabe, que não é meu projeto de vida, nem aqui, nem em nenhum outro lugar do mundo. Sou feliz como tia, como irmã, como filha, como secretária, como professora e como amiga. E minha querida, como ela será feliz?.
O que me resta de fato, é segurar a onda. Segurar os paparicos, a insegurança, as perspectivas. Deixar que hoje, ela decida, escolha, grite, brigue e lute pelo que realmente quer. Eu ficarei lá, no meu canto, vibrando e apoiando com as positividades verdadeiras.
E todos os dias a nostalgia bate. Afinal, ela já foi tão pequerruxa, chorona, com sua bebeta rosa pela casa!. Seus joelhinhos machucados pelas quedas na casa em construção. 4 anos afastada dela e na volta, eu me dei o luxo de não ser uma boa tia por vários anos (o lance da tal aborrescência estragando as relações).
Eu a amo, desde o primeiro sinal de vida. E a amarei a cada brilho que ela soltar, iluminando minha vida.

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