quarta-feira, 23 de junho de 2021

Achados enquanto a vida de adulto nos oprime.

Arrumando umas pastas no notebook, encontrei este texto que escrevi em minha saída do estágio na Caixa. Era 2008 e eu não fazia ideia do que seria minha vida, e a nossa, nos outros 13 anos. 


Isso não é uma despedida

 

      Quando me ofereceram o estágio na Caixa, eu só pensava no fim de minha faculdade, o relatório e não queria de fato ter muitas amizades.

      Mas foi paixão à primeira vista. Fui tão bem recebida como em todos os outros estágios onde trabalhei. Aprendi, evoluí e passei a respeitar ainda mais o ser humano e a hierarquia que rege as grandes empresa. Colocaram- me para trabalhar com o Formigari e confesso, não gostei muito da ideia e quem diria, foi sem dúvida alguma  uma de minhas melhores chefias.

      Sou feliz por cada etapa de minha vida e agarro as novas que surgem com muita vontade. E assim está acontecendo, mais uma nova etapa onde tenho medo, mas confiança em mim e no que planto todos os dias.

     Agradeço de maneira mais especial ao Milton, que foi a pessoa que acreditou em mim e me deu essa oportunidade de fazer um estágio no sétimo semestre, o semestre da minha tão esperada formatura. E não dá para colocar aqui os nomes de todos que me ajudaram nesse últimos 4 meses e meio, que passaram rápido e me dão a sensação de fazer parte dessa família que é Caixa, porque certamente eu esqueceria de citar alguém.

     Mas citarei as principais da SUMGE e da GEAMG: Márcia (sempre com uma carinha de espanto); Vanuza (e suas dicas de concurso precisas); Gelson (o que insiste que eu fale Inca), Rayanne (o que farei sem sua ajuda e carinho?); Cris (e nossas longas conversas sobre garotos?), Camilo (o sem voz mais especial), Chicken Little (me ajudou bastante logo que cheguei, muito obrigada); Áurea (não li o livro, mas ganhei sua amizade), Formigari (uma gracinha!), Eneida (levei um fora e você em uma frase me colocou para cima!), Pedro Henrique (sentirei falta de seu abraço matutino especialíssimo), Cássio (não se esqueça dos mencheviques!), Aline (não terei ninguém que faça cuscuz para mim), Hiulli (organizou uma parte de meu relatório de estágio). E todas as outras pessoas que eu não citei, mas que eu peço: sintam-se amadas por mim eternamente.

    Muito obrigada pelo carinho e confiança em meu desempenho com ser humano. Que Deus os abençoes em cada momento da vida de vocês. Sempre que precisarem, estarei  à disposição!

   Me lembrarei com carinho! Beijos!