terça-feira, 21 de julho de 2015

Dica de leitura - Manual para não morrer de amor - Walter Riso - Editora Academia

Livro - Manual Para Não Morrer de Amor

Eu poderia ficar horas falando do livro que com certeza não mudou minha vida, ainda. Mas que sinceramente me deu um gás absurdo para correr atrás de um amor muito gostoso.

E não se assustem quando digo o correr atrás, porque a verdade é que esperar também não tem dado certo. Mas o meu correr atrás neste momento, é me abrir um pouco mais e tentar de alguma forma perder o medo de amar.

Neste livro eu consegui entender um pouco o porquê do fim do meu casamento e passei a me culpar menos. Passei a observar que o fim, apesar de muito sofrido, não foi em vão. Que talvez eu pudesse ter feito algo mais para não acabar, mas ele acabou. Meu casamento acabou e não há nada que eu possa fazer.

Estou neste momento passando por uma fase estranha. Sinto que esta fase está começando a interferir na forma como vejo os homens e não estou gostando. Logo eu que sempre acreditei no amor e nas pessoas. Me tornei muito dura comigo e tenho atraído desta forma os homens de sempre e isso eu não quero mais.

Antes da leitura do livro eu não sabia o que queria, só sabia o que eu não queria e percebi assim que eu estava me anulando. Não digo que desde a separação eu não tenha me envolvido com algumas pessoas, mas estava indo pelo caminho errado. Estava de certo modo procurando um prego para tirar outro, e Walter explica isso de forma muito específica. E daí que chega uma hora que não dá mais para ficar batendo na mesma tecla doentia de que o defeito está no outro. No meu caso, sempre achei que o defeito estava em mim e não, não aceito mais isso.

E assim decidi que viverei este momento de solidão, porque realmente não estou conseguindo sair, nem me interessar por ninguém em específico. Por isso, sim sou romântica, vou esperar a pessoa bacana aparecer. A pessoa alegre, que tenha o mínimo de compatibilidade com àquilo que demorei um tempo para construir, tanto pessoalmente quanto culturalmente, quanto profissionalmente. Sim, preciso de alguém que queira viver comigo, e não digo que seja casando de papel passado. Mas uma pessoa que seja acima de tudo um ser humano bom e que ao meu lado queira construir uma história divertida e encantadora, porque sei que dentro do meu lado negro, que todos temos, tem uma mulher que é muito feliz e grata e que volta e meia gosta de se divertir e viver uma vida leve.

Aproveito aqui para dizer aos meus últimos contatos no whats que não estou mais disponível para o meio termo.  Não aceito você que é casado, nem você que marca comigo de sair e não dá mais sinal de vida. Nem você que dança forró muito bem, mas que resolveu criticar meu pé. Não aceito você que me critica por trabalhar demais, minhas gatas e meus hábitos. Não aceito você que me critica por não dirigir, por não ter casa própria e por depois de um sábado inteiro de casamento, querer dormir o domingo inteiro. Nem você que não gosta de dançar, de comer pipoca, café e seriados no netflix.

Não quero o meio termo. Não quero pena, nem sexo aleatório. Não estou na novela Verdades Secretas, não faço o tal book rosa. E não quero morrer de amor. Nem por amor.


Recomendo a leitura deste livro para você que anda por aí nesta vida aceitando qualquer migalha em nome do padrão social. Em nome de não permanecer só. Ninguém ficará só. Sempre haverá um coração para pulsar por você. Não necessariamente neste contexto profundo, mas acima de tudo, há neste mundo alguém que queira viver o amor, sem dor e sem sofrimento. Acredite!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Looks inspiração - segunda à sexta







50 Fall Outfits To Copy | StyleCaster







black and white accents + nude sheath dress + monogram tote




chic basics



Ella by Vanessa Jackman #style #fashion #dress #streetstyle




The Editorialist's Kate Davidson Hudson, before Alexander Wang, NYC, September 2013. Photo by Vanessa Jackman.







quarta-feira, 15 de julho de 2015

Segredo para um casamento feliz.

Não faço a mínima ideia qual seja o segredo. Se eu soubesse não seria divorciada né?.
O título do post é mais para escrever algo para meus queridos, Renata e Luiz, que ontem completaram um mês de casados. Era para eu ter escrito algo na semana do casamento deles, mas não consegui. E ontem foi corrido. Mas hoje consegui um tempo e eu não poderia deixar de dizer algumas coisas.
Pois bem. Eu queria dizer que eu não sei qual é o segredo para que um casamento seja longo, feliz e cheio de encantos. Mas me lembro de um casamento do qual participei como Cerimonial em que um Pastor disse o seguinte aos noivos: "Olha, eu poderia ficar falando horas sobre o casamento para vocês, mas como vocês estão nervosos, não escutarão nada. A verdade é que cada casal faz o seu casamento do seu jeito. A base é sempre o respeito, a fidelidade e o amor, mas o dia a dia é com vocês. E cada padrinho que está aqui hoje tem a função de ajudar. Mas só vocês descobrirão como fazer isso dar certo"...
Ele disse mais algumas coisas bacanas, mas além de ter sido uma das cerimônias mais rápidas do qual participei, foi uma das mais reais, verdadeiras, simples e honestas.
Porquê essa é a verdade. Não adiantam todos os livros e dicas sobre relacionamento. Cada casal sabe o que deseja como casal, como individuo, como social. Não é de fato sempre colorido, cheiroso e feliz. Casamento as vezes é dor, injustiça, desaforo, preguiça. Essa superação, essa vontade de dar certo tem que vir de dentro, de muita oração, de muita fé e sério, sério mesmo, sexo. 
Acho irônico eu além de trabalhar com casamentos, querer dar dicas para um casamento feliz, sendo que não aguentei nem 3 anos direito e de ter assumido publicamente que eu não curti essa coisa toda de ser casada e que espero muito não querer repetir a dose. Mas esse casal, Renata e Luiz, merece muito que dê certo e eu estou aqui para o que eles precisarem, como amiga e madrinha. 
Eu acredito no amor e isso independe do que eu vivi de ruim. Acredito sim que cada panela encontre sua tampa, cada pé cansado seu chinelo. Não é porquê não tenho um namorado, um marido, um macho, como dizem por aí, que sou amarga e irracional. Muito pelo contrário. Quero ver cada vez mais casais felizes e querendo dar certo, não só porque ganho mais dinheiro, mas porque a vida com amor é muito mais legal né?

Renata e Luiz: parabéns pelo primeiro mês de casados e que venham mais e mais meses e anos. Amo vocês e foi uma honra estar presente ali na celebração do amor de vocês e espero estar presente em tudo de bom ou não, que vocês viverem. Um beijo da Madrinha Minion.

Um beijo casais. E amem. E acreditem. E lutem. 

sábado, 11 de julho de 2015

Saindo para passear

5 CALÇADOS PARA REINVENTAR SUA SAIA LÁPIS http://superela.com/2014/11/24/5-calcados-para-reinventar-sua-saia-lapis/



casual


The Students Wife blog.  Love this neutral look.


Color Code: How to Mix & Match


Street Style

quinta-feira, 9 de julho de 2015

E depois de 6 anos, o recomeço

Esperei o dia terminar, ver como me sairia e fui refletindo sobre o que iria escrever aqui hoje. Esse texto é muito especial, pois é um texto de gratidão.
Saí da ANTAQ, aproveitando essa mudança de empresa. Saí para o novo e o desconhecido, com muito medo e insegurança. E se não der certo? E se me acharem uma profissional mediana? Mas fui, mesmo com todos esses medos. 
Mas não poderia jamais ir embora sem agradecer. Agradecer pelo aprendizado, pelo carinho, pelas amizades e até mesmo pelas pessoas que não gostaram de mim e pelos momentos de dificuldade. Foram 6 anos de entrega total. Vivi a Assessoria Internacional como uma mãe cuida de seu filho. E saio muito satisfeita pelo que me tornei como pessoa e como Secretária Executiva. 
Agradeço a cada memorando, cada tradução, cada viagem e eventos organizado. Agradeço às patadas, os salários atrasados e até as férias que raramente entraram no dia. Pelo bom e pelo ruim, a ASI foi meu mais longo trabalho e eu sou muito feliz por ter tido essa oportunidade.
Oportunidade que começou em 2009, com minhas mechas laranjas e uma entrevista estranha com o Almirante, que carinhosamente me deu a chance de ser sua Secretária e hoje, amiga. Oportunidade que continuou avançando com o Pablo e o Pedro, sempre confiando em mim e acreditando principalmente no que eu escrevia. E seguiu com a Gabriela, que além de uma grande amiga, se tornou referência e que um dia me disse que eu já não era Secretária há tempos. Ela acredita que já posso ser Assessora, e tenho orgulho dessa confiança que sei durará eternamente. E por último, Ana Higa, um ser humano leve, que me incentivou a querer algo novo e a dar a oportunidade para outra pessoa. 
Tenho que agradecer à muitos colegas e parceiros de trabalho do começo e de sempre: Morgana, Rose, Cris, Liza, Elza, Patricio, Luzia, Edina, Gabriela, Angêla, Silvânia, Teresa, Gerlane, Evelyn, Cintya, Wânia, Tati, Ju, Indiara, Karem, Patricia, Helena Carla, Adrianas, Celinha, Márcia, Valdinei, Fernando, Marisa, Lu, Aquiles, Eduardo, Tia Iza, Brigite, Layanne, Pamella, os estagiários: Juliana, Isabelle, Mariana, Carlos, José Robson, Lucia, Tati (ASP), Duau, Cyrce, Rafael Galvão, Giovanni Giuseppe,  ai to esquecendo muita gente, mas que foram tão importantes para mim. Agradeço aos que foram meus alunos de espanhol e inglês. Agradeço por compartilharem seus conhecimentos e dores, quando em cada mês, o salário atrasava. 
Agradeço à equipe de apoio da Informática, Limpeza, Copa, Segurança e Recepção: Marques, Márcio, Francsico, Dona Dalva, Dona Francisca, Nayane, Jussara.
Agradeço aos Diretores, de ontem e de hoje, principalmente o Dr. Mário Povia, que sempre me chamou de Karina e acreditou em mim. Um dia ele me disse: Você é imechivel, nem sei escrever, mas eu escutei isso em um dia que estava prestes a desistir de tudo. Agradeço ao Chefe de Gabinete, Assessores, Superintendentes e Gerentes, por cada um do seu jeito colaborar com o meu crescimento.
Um muito obrigada às minhas noivinhas da ANTAQ: Cris, Núbia e Renata, hoje também minha afilhada de casamento e amiga para uma vida inteira.
Agradeço pelas horas em que pude ajudar, pelos momentos em que não fui egoísta, pelas risadas, pelas piadas, risos, fofocas, pelas marmitas da Tia Nina, que até me engordaram. Uma vida vivida ao lado dos melhores. 
Mas eu precisava sair. Precisava sair e me ver desafiada. Entender que eu sou sim substituível e que o caminho é cheio de novas possibilidades. E acreditar que vai dar certo. Deu certo na ANTAQ e há 6 anos eu era muito desleixada, medrosa e até não acreditava que fosse tão longe. Mas fui, e segurei muitas barras, chorei muitas lágrimas, acompanhei amigas casando, ficando grávidas, separando, começando a namorar, comprando um carro, perdendo algumas coisas, ganhando outras. Eu vivi intensamente, e serei eternamente grata por absolutamente tudo.
Sei que no meio desse texto esqueci alguém. Estou muito emocionada, muito mesmo. Desde ontem choro e choro de alegria pela oportunidade que Deus me deu e de saudade de cada pessoa que acreditou em mim e esteve comigo desde o dia 12 de maio de 2009.
A caminhada não acabou e cada um com quem estive ali, pode contar comigo independente de não estar mais ali todos os dias. Por sorte temos os meios de comunicação e a vontade de manter esse carinho para sempre.
Muito obrigada e que Deus os abençoe. Nos abençoe.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

15 coisas sobre a minha linda pessoa


Mais uma brincadeira gostosa do blog Teia de Renda que eu resolvi pegar para mim e que sei que vocês também gostam.



01) Sou muito… Intensa, tanto para o lado negativo, quanto para o positivo e cada um dos motivos dessa intensidade me transformam de forma muito significante. 
02) Eu não suporto… frango. Estou sendo obrigada a voltar a comer carne e sim, não faço nenhuma questão de ter isso em minhas vida.
03) Eu nunca… matei, o que me parece bem claro. 
04) Eu já quebrei… muitas coisas, corações, sentimentos, promessas e por aí vai. Já quebrei minha alma. Me reconstruo todos os dias.
05) Quando criança eu… sonhava em ser Jornalista. 
06) Neste exato momento… estou com tanto sono que quase não termino de responder ao questionário. 
07) Eu morro de medo… de morrer sozinha, sem condições de ligar para o SAMU.
08) Eu sempre gostei de… dormir, mas só percebi isso depois que meu casamento acabou. Sempre achava que dormir era perda de tempo total.  E agora sempre que posso eu durmo muito mesmo. 
09) Se eu pudesse… eu seria rica.
10) Fico feliz quando… Quando termino de pagar todas as contas do mês. 
11) Se pudesse voltar no tempo… teria curtido e aprendido mais em Moscou e sim, poderia até quem sabe ou ter ficado rica ou me casado um mafiosos qualquer.
12) Adoro… Ser Secretária Executiva.
13) Quero… pagar todas as contas do mês em paz.
14) Eu preciso… de uma viagem de dois ou três dias do nada em algum lugar do Brasil.
15) Não gosto muito… de preguiça diárias. Sentir preguiça é algo normal um dia ou outro, mas pessoas que vivem como zumbis por aí quero distância. 


Gosto de responder estas perguntas. Me lembram a infância onde passávamos o caderno com mil perguntas e ficávamos tristes quando alguém se recusava a responder. Mais ou menos o que acontece hoje nas redes sociais quando você não curte a foto de alguém ou não fala in-box. 

Looks inspiração - de segunda à sexta






great work outfit





Skirt + flats #white #black #loafers #style



What To (Really) Wear To Any Job Interview | StyleCaster


White sheath dress, coral cardigan, turquoise statement necklace Classy casual work outfit.








navy leather sheath dress + white oxford shirt


domingo, 5 de julho de 2015

A loucura das duas semanas

Há algum tempo que não escrevo. E hoje me deu saudade. Me sinto só e a solidão nos ajuda a colocar para fora todos os sentimentos, bons ou ruins. 
A verdade é que as duas últimas semanas foram intensas e extensas. E foram desafiadoras, conclusivas, determinantes e exaustivas. Em duas semanas percebi quem são os amigos, os inimigos, as verdades e inverdades. Também recomecei e comecei e ao mesmo tempo estagnei.
E a luta sobre a vida, a morte, a dor, a paixão, a cólera, a raiva, e ai, tantos sentimentos permanece ali, martelando a alma.
Não sei o que será, o que virá, o que pode acontecer. Machucados me espremem, lágrimas caem, gritos internos ecoam, e eu me perco. E me encontro firme no meu dom de ser, de sentir, sorrir independente de tantos desamores.
Espero que quem leia este texto não queira concluir nada. Não estou escrevendo uma carta de adeus. Apenas estou exercendo meu direito de desabafar poeticamente o que tanto me leva à loucura.