segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

E já tem um mês que voltei de Floripa. Posso voltar e ficar por lá?

Minhas impressões sobre Floripa não poderiam ter sido melhores. Eu amei. Mesmo.
Sexta passada (12/12) fez um mês que fui para lá. Sozinha. Loucura e ansiedade, ao mesmo tempo, mas ou era isso ou eu ficaria em Brasília mofando e isso me tiraria o pouco do humor que me restava. E fui. Pedi carona para um amigo, entrei no avião e lá estava eu na Ilha da Magia.
Ia me hospedar na casa de uma amiga, mas não deu certo e outra amiga me indicou um Hostel onde ela tinha se hospedado uma ano antes. Fui super tranquila, porque comigo não tem frescura não. Só que eu não imaginava que me sentiria tão em casa. Tão em casa que quase fui expulsa (ops, abafa o caso!). A Roberta, dona do Hostel é uma daquelas criaturinhas especiais sabe? Ela me acolheu como mãe e eu sinceramente relutei bastante em sair de lá. Entre uma cerveja e outra, apareceram no meu caminho 4 pessoinhas de Manaus que mudaram o rumo de todos os meus 7 dias por lá (beijão Adriana, André, Jonisson e Neto). Eu bicuda que sou, escutei quando eles comentaram que haviam alugado um carro. E mais que depressa perguntei se poderia ser a quinta integrante da viagem. Coincidentemente eles ficariam o mesmo tempo do que eu lá, então meu amigos, eu simplesmente fiz a melhor viagem que eu poderia ter feito na vida até aqui. 
Como um deles já conhecia Florianópolis foi muito mais fácil e assim começamos nossa saga mais que gostosa regada à muitas fotos e risadas. No primeiro dia de passeio, andamos em um barco cheio de personagens do Piratas do Caribe, vimos golfinhos, almoçamos em um restaurante muito gostosinho e rimos demais. Depois conhecemos algumas praias. No sábado fui em uma balada eletrônica, pasmem! e foi divertido. Onde? Jurerê Internacional, o lugar com mais gente bonita por centímetro quadrado que eu já vi. Contei nos dedos umas 10 pessoas feias e sinceramente me incluo nessa lista. Sério, a galera lá arrasa de um tanto que eu só faltei me esconder por várias vezes. A sorte é que eu sabia que teria que voltar, então nem me importei. Dancei, bebi, me joguei e foi sem dúvida um dos dias mais divertidos da minha vida inteira. 
Segunda, dia 17/11, fui ao Beto Carreiro World. Pois é, quem me conhece só por isso já sabe que essa viagem me fez ampliar demais meus horizontes, porque eu em balada eletrônica e parque de diversões? Tudo ao mesmo tempo assim? Pois é, eu que não gosto de nem uma coisa nem outra, acabei me jogando literalmente até na montanha russa. Eu adorei o parque, achei de uma organização, de uma alegria imensa. Super recomendo. 
Sobre a noite de Floripa eu não me empolguei tanto, mas fui em vários lugares e me diverti horrores. Porque eu acabei tendo comigo as melhores companhias e até o que estava ruim, ficou perfeito. O melhor foi sem dúvida o encontro de Hostels que acontece toda segunda em um bar e eu conheci muita gente simpática de várias partes do mundo e ainda me diverti bastante com um argentino inesquecível, ops, desculpa, a rivalidade eu nem fiz questão de lembrar dela.
Conclusão: volto à Floripa quantas vezes eu puder. Quero poder conhecer mais lugares, desbravar mais praias, inclusive a de nudismo, porque olha, lá é um pedaço da paraíso, com certeza absoluta. E eu simplesmente agradeço demais à Deus pela oportunidade de ter ido e visto com os meus próprios olhos tanta gente bonita, educada, limpa e entregue. 
Aproveito para agradecer à quem me recebeu lá com muito amor, a Roberta, a equipe do Hostel (super indico o Way2go, dá um google), ao pessoal de Manaus, à Gringaiada que foi massa. E espero de coração que várias outras viagens como esta aconteçam em minha vida. Eu ficaria muito feliz. Voltei renovada, em paz e com uma certeza: o mundo é muito pequeno para mim. E o meu Brasil é lindo sim e quem discordar, paciência. 
Um beijo!

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