quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sobre palmadas e amor às crianças!

O texto sobre o Estatuto, me pareceu confuso né?. Mas é que eu estava bem indignada.
Acho chata essa disucussão inútil sobre bater ou não em filho. Porque eu acho que cada pai sabe como educar seu filho né?. E ninguém tem sangue de barata, ainda mais, se a criança for atentada.
O que eu quero expressar é que sou contra espancamentos e humilhações. Também abomino pais que estupram seus filho. E também, aqueles que não dão educação de qualidade, saúde e principalmente amor.
Mas não conheço nenhum homem ou mulher, que quando crinaça, tenha levado palmadas educativas e tenha se tornado marginalizado.
E eu sou um exemplo disso. Algumas das surrinhas que levei de meus pais foram desnecessárias. Mas outras, olha, vieram a calhar. Porque eu era atentadíssima, ainda mais pelo meu histórico de ter convivido com algumas crianças atentadas também. Mas hoje, alguns anos depois, sei que nada foi em vão. Apanhei quando tecnicamente precisei, mas também tive amor suficiente para compreender que tudo fez parte de um processo, idealizado e colocado em prática pelos meus pais, que sempre quiseram acertar.
Por isso, que eu acho exagerado, o Governo se meter em alguns aspectos da criação de uma criança. Ao invés disso, como afirmei, deveriam procurar melhorar as escolas e a saúde. Tentar dar às nossas crianças, escolhas que ultrapassem o mundo das drogas e das bebidas e da marginalização mais profunda. E as vezes, para algumas crinças, em algum momento, uma palmadinha pode sim servir, ajudar e dar um certo rumo. Só é preciso não fazer disso rotina, e única forma de demonstração de afeto. Beijo, abraço, dialógo e amor, sempre serão as melhores maneiras de dar às nossas crianças, um motivo a mais para serem adultos bem estruturados e felizes e pessoas do bem.

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