segunda-feira, 8 de junho de 2015

O nada me inspira

Segunda feira caos. Dor. Medo e flagelo. 
É duro ser. Tentar ser. Ter. Querer.
Semana que passou meio lá, meio cá, desordenada, cubo mágico (vi isso no face)
E outra que vem intensa. Telefonemas. Casamentos. Foras. Recomeços. Dúvidas alheias. Dúvidas internas. Pergunto e se. Respondo. E se nada fizer real sentido?
Se nada valer tanto a sola do sapato, a língua maior que os braços, e pernas, não esquecer deste detalhe. 
As vezes me canso de ser quem sou? Muito. Levantar é penoso. Seguir dói os ossos. A alma grita e manda eu dar meia volta. Não posso. Quero?
Pago preços altos, sem um centavo no bolso. Pago com o fato de existir. Pago sempre com juros. Sempre. Por qualquer benefício de vida grotesca, faladora, chorona, destruidora. E essa destruição pode ser de meio segundo. Pode. E realmente acontece e não sei que posso mudar. Se serei o suficiente. Se o outro, a outras e todo mundo outros, confiam nos meus pecados e nas minhas retidões leves e diárias. 
E não sei de nada. Não me corrijo ao ponto do medo. Me corrijo para andar nas caminhadas quase encantadoras, que se perdem em lágrimas sombrias. Lágrimas que me inundam a alma, me socorrem, me retiram do que talvez nem entenda, não queira entender ou não sei. Não sei. Apenas me perdoe. Falo. Felarei. Falaria sobre todas as questões do planeta, Terra. Canarinho.

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