quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Sessão de Terapia

Adoro seriado, e uma deles que realmente me chama a atenção é Sessão de Terapia, que passa no canal GNT, todos os dias às 22h30. Cada dia é um paciente. A segunda temporada começou esta semana. Cada dia é um paciente, mais o próprio psicologo. E os 5 primeiros dias servem para conhecermos os personagens que serão tratados nas sessões. Ontem, quarta, foi a vez da Paula.
Paula é a típica mulher moderna: demorou a casar, trabalha para caramba e vive um mundo dela, mandão e é até um pouco machista. Acha que existem homens para dar e outros para casar. Casada há 3 anos, acha que o seu útero está envelhecendo. Seu marido já tem um filho, ela passou por um aborto e convive com duas irmãs que ela define como pessoas que vivem no mundo da Bibilônia. E ela anda tendo sonhos estranhos que a levaram àquela reflexão que mulheres mais maduras fazem na sua grande maioria das vezes: ter ou não ter filho? Ela tem medo, é insegura, ainda acha que pode ter mais, viajar mais. Ao mesmo tempo, acredita que um filho será legal, que fará o casamento dela amadurecer e até ficar leve. Mas ela ainda não sabe o que quer. E com certeza, os próximos dias da sessão dela serão justamente para aprofundar esta questão e tentar descobrir da onde vem esse medo, essa insegurança no ser mãe, no ter filho, no construir um futuro. Ela acha que é medo da velhice. E você? O que acha disso?
 
Eu coloquei essa pergunta ontem no face e todas foram à favor do ter. E uma delas, comentou que além de achar que sim, na verdade ela respeita quem não deseja ter filho. E sem me prolongar muito, é exatamente isso que eu penso. Independente da questão religiosa e social que envolve a questão do ter filho, deve-se respeitar a decisão das pessoas que não o querem ter. Porque é um direito dela optar por isso, o que não a tornará uma pessoa malvada, sem coração e sem alma. Acredito que a nossa felicidade é moldada por Deus e ele toma suas decisões para nossa caminhada. E quando escolhemos algo, mesmo que para outros pareça insanidade, eu acredito muito que sempre há nessa decisão, uma luz de Deus e é isso o que realmente importa.
 
E o que eu desejo hoje, nesta quinta nublada é que independente da opção do ter 0, 1, 2 ou 3 filhos, a decisão de ser feliz é o que mais importa. E temos a vida para isso. Para escolhas de felicidade.
 
Um beijo com carinho.

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