quinta-feira, 22 de março de 2012

Sobre o novo modelo de família


 Vendo a capa do Ricky Martin, me lembrei da série "Novas Famílias" do GNT. Você já assistiu?. Não?. Então assista. De uma forma leve e sem criar alarde, o programa mostra a vida das famílias que foram se adaptando à realidade do século: pais separados, dois pais ou duas mães, pais mais velhos, pai solteiro, mãe solteira. Acabou àquilo que era pregado com tanta firmeza: pai, mãe e filhinhos.
E sabe de uma coisa: eu adoro. Porque tornou o significado de família algo mais leve e todos podem ter a sua. E isso é tão bonito. Eu respeito, admiro e apoio. Antes uma criança ter duas mães ou dois pais, do que morar na rua ou abandonada. Antes ter pais separados e que se respeitam, do que ter pais casados se odiando e transmitindo desrespeito. Acho a evolução de família ao longo do tempo algo fantástico. 
Antes de me casar, eu praticamente havia sido desenganada. Para uma médica, eu talvez não pudesse ter filhos. E na época isso não me abalou em nada. Na época eu nem queria ser mãe, mas pensava que se a hora chegasse e eu não estivesse casada e não pudesse gerar filhos, eu adotaria, sem problemas. Acho tão justo. O meu desejo de adotar vai além da estética, é um desejo de alma. Eu faria isso de alguma forma e por sorte, Marido fofo como é, adorou a idéia (aliás a idéia foi dele) e nós preparamos a nossa vida futura pensando nisso; vamos ter dois filhos, pois achamos que é de bom tamanho: um biológico e outro adotivo. Se o filho biológico for uma menina, adotaremos um menino e vice e versa. Faremos isso porque somos generosos ? Também. Para aparecer? Nunca. Teremos a nossa família e será tudo feito de coração, por amor e respeito. Eu respeito o meu passado e a única forma que encontrei de agradecer à minha oportunidade de ter uma família de verdade, foi desta forma. Então eu sou super à favor da adoção. Seja por casais homem e mulher, seja por casais homoafetivos, não importa, o que importa é que crianças tenham a oportunidade de crescer em um ambiente digno, descente, que lhe proporcione estudo e muito afeto. 
E se você não pode ter filhos e não quer adotar, mas que fazer fertilização in vitro, barriga de aluguel ou sei lá quais mais formas existem, eu acho fantástico também. 
O que eu quero dizer aqui é que não importa como a sua família será construída. O importante é que seja algo feito por amor, por convicção e por uma vontade infinita. Não importa qual será o modelo, o amor é que deve sempre guiar este tipo de decisão. E eu sempre aconselho que seja algo pensado, que seja algo que tenha um valor muito profundo.
E você? Como planeja sua família?.
Beijos e beijos! 

Programa Novas Famílias, no canal GNT, todas as sextas às 22:00.

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