sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Seguir o desejo do coração e praticar a ternura interna.

Sexta chegou finalmente.
Ontem, antes de dormir, uma amiga do bloco ao lado, veio esquentar uma lasanha no micro e veio com uma amiga com quem divide a kiti. Ficamos aqui de papinhos aleatórios e felizes e contando tudo ao mesmo tempo, já que eu queria dormir mais cedo.
Ela como sempre espoleta, fala pelos cotovelos (mais do que eu?) e com uma alegria contagiante. Foi ótimo. Ainda filei um pequeno pedaço da lasanha e fui mimir bem mais feliz, com a barriga cheinha.
Ela soltou uma frase que foi a que finalizou com chave de ouro meus pensamentos do dia: "Ela é super responsável, um exemplo". O ela em questão sou eu, e fui dormir pensando se realmente sirvo de exemplo para alguém. É lisonejeador, mas é estranho imaginar, que alguém pode se espelhar em alguma atitude sua. Não creio que tenha feito grandes coisas, embora, observando minha curta tregetória até aqui, vejo que não fiz pouca coisa também.
Talvez a única coisa que creio que não deveria ser exemplo, mas uma atitude óbvia de cada um, é lutar pelos sonhos, pelo que se almeja bem lá no fundo. Eu tento seguir o que meu coração pede, tento dar credibilidade à minha inteligência. Evito esse lance de seguir instinto. Faço o que deve ser feito, para que eu pouco me arrependa e para que meu futuro seja mais digno do que eu mesma imagino.
E é isso que deve pautar a vida do ser humano. Não é fácil, as vezes parece que o mundo não conspira a favor, mas tem dias, que parece que era para que aquilo acontecesse, então aí é a hora de fazer o que seu coração solicita e de maneira que somente as coisas boas prevaleçam.
Eu no momento optei por terminar um relacionamento e começar outro quase que imediatamente. Meu coração me disse que eu poderia me sentir uma mulher mais feliz, senti que a pessoa era a ideal para estar ao meu lado, e fui lá e enfrentei e corri atrás daquilo que achei correto.
E estou me sentindo bem; conhecendo novas pessoas, novos mundos, aprendendo mais e mais, porque o ideal da vida é adquirir maturidade, sem perder jamais a ternura e afeto pelo seu corpo e pela sua alma.

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