sábado, 4 de maio de 2013

Resistência à Insulina - mais um inimigo silencioso

Quem conhece meu marido, sabe que ele é fortinho e com hábitos alimentares e de vida um pouco nebulosos. Há muito tempo que ele recebeu a orientação de que se ele não se cuidasse poderia virar diabético.
Até que há alguns dias ele recebeu o diagnóstico de Resistência à Insulina. Na hora eu me desesperei, mas agora eu parei e refleti que é algo dele, que afeta obviamente a nossa rotina, mas que deve ser encarado por ambos e cuidado por ambos. Porque eu certamente tenho minha parcela de culpa.
Agora é cuidar né?
Mas vamos saber e entender mais sobre essa condição?
Por Débora Carvalho Meldau
Resistência à insulina, também chamada de insulino-resistência, trata-se de uma condição de saúde na qual os níveis normais do hormônio insulina não são capazes de conferir uma resposta normal à insulina nos adipócitos, miócitos e hepatócitos. Esta resistência ocorre apenas em células insulino-dependentes.

A insulina, sintetizada no pâncreas, transmite um sinal para todas as células do organismo para que o nosso corpo permita a entrada da glicose da corrente sanguínea para o meio intracelular para ser utilizada como combustível. O organismo de portadores de resistência à insulina, numa tentativa de compensação, passa a secretar maiores quantidades desse hormônio para que o mesmo exerça sua função. Contudo, em certos casos esse mecanismo pode ser ineficiente, resultando em uma concentração exacerbada tanto de insulina quanto de glicose na corrente sanguínea, podendo ocasionar um estado de pré-diabetes ou até mesmo de diabetes. Esta condição também pode estar ligada a hipertensão arterial, colesterol sanguíneo elevado e doenças cardiovasculares.
As condições de maior destaque que levam ao quadro de resistência à insulina são a obesidade e o sedentarismo. Algumas outras condições estão associadas a esse quadro, como, por exemplo, a síndrome do ovário policístico. Nos indivíduos com diabetes do tipo 2 é comum encontrar certo grau de resistência à insulina.
O diagnóstico é clínico, especialmente quando se trata de um paciente obeso, que apresenta taxa glicêmica alterada. Alguns indivíduos também podem apresentar manchas de coloração escura nas axilas e na nuca. No geral, quando realizada a dosagem de insulina, esta se encontra elevada, em decorrência da tentativa de correção do defeito por parte do organismo.
Para correção desta condição, além do combate à obesidade e ao sedentarismo, o médico pode prescrever alguns medicamentos eficazes no controle do problema e de suas possíveis consequências.
Decidi copiar e colar o texto, porque certamente, como não sou médica, eu não saberia falar sobre isso assim naturalmente.
O fato é que eu estou assustada. Ele também. Ambos estamos naquela de mudar de hábitos. E tem que ser logo, já. É fácil? Não. E não é mesmo. Mas tem que cuidar não é?
Como?
Já foi dito antes que o médico preescreve um remédio e o médico da Marido passou um. Mas tem a mudança de hábitos alimentares, criar uma rotina de exercícios, parar de fumar e etc.
Então como sempre falo aqui no blog, procure um médico sempre. Nada de ler aqui e ter isso como verdade absoluta.
E levar à sério a dieta e as atividades físicas. Cada dia mais tenho percebido essa real necessidade do cuidado completo com a mente e o corpo.
Beijos e cuidem-se!

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