quarta-feira, 27 de maio de 2009

Além do sono.Coragem que nunca vem

Eu até acordo mais cedo para tentar me organizar mais, só que o sono é tão chato e insano que eu acabo enrolando e fazendo nada.
Faz tempo que não me dedidco à casa, organizo o básico, mas ando desanimada para faxinas exageeradas e minuciosas.
A vida vai ganhando sentidos opostos, embora eu com essa gripe toda, não vejo muitos caminhos à frente.
A cidade tá fria. Desde cedo até a madrugada. O sol até "alumeia", mas pelo menos para mim, não esquenta nada.

Quando falei do forró ontem, foi pelas cantadas que recebi, e que caros leitores: ou eu sou muito feia, e só resta a mim de opção; ou realmente os caras andam sem criatividade. Ouvi cada uma, tipo:"só vou ao forró se ficares comigo", ou:"dança comigo pois não peguei ninguém e você até que é bonitinha"..........

Eu mereço não?.......Depois me perguntam porquê a falta de paciência.


Escrevo e desabado horrores, não aqui. Meu caderninho anda cheio de observações de uma mente brilhante e absorvida em sonhos imáginados desde o sonho real da noite passada!


Beijos e beijos!


P.S: Finalmente a Ivone vai dar o golpe no Alexandre Borges. Dá pena, mas o carinha é burrão viu?. Exemplo de quanto amar pode ser trágico!............

terça-feira, 26 de maio de 2009

Vitalidade voltando, o fora, o dentro!

Tipo:
Roubaram a senha do meu orkut, caso você a encontre, me devolva para modificações. Quem estiver com ela, por favor, cuidado: tenho coisas valiosas lá.


Tipo 2:

Meu novo trabalho bloqueou o blog então por isso, uma semana sem escrever. Não que eu tenha tantas novidades, mas sinto falta de escrever todos os dias, conforme o adorado.

Meu novo trabalho é engraçado, meu novo chefe é uma figura e eu estou ôtema..........

Tipo 3:

Escutei a seguinte frase:
" Não estou preparado"

E eu disse a seguinte frase:
"não posso te dar o que você quer me dar........."

A vida anda tão confusa quanto antes.


Hoje completo 10 anos de minha vinda para o Brasil...........Sim, muito tempo longe de minha querida e amada Rússia!

Saudades da vida que se foi e do que vem, do que poderá acontecer já me deixa nostálgica.

Uma gripe e muitos beijos em vão, insanos e desconectados da realidade absurda.

O forró......Ah, sexta o forró!. Não aguento mais os homens de Brasília, altas cantadas toscas e sem nexo algum. Bebida e nada de útil. Noite não só perdida, pois claro, tenho amigos lindos que me alegram o coração.
Tá frio! Socorro, casaco, bota e luva.

O sol me aqueça por favor!
Beijos e boa noite

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Modernidade minha gente.......Assusta também!

Tá vendo?. Eu não amargurada coisa nenhuma. O lance de casamentos em casas separadas dá muito certo sim.
Conheci uma pessoa que vive um casamento assim há 32 anos!!!!!!!!!!!!.
Sim, meu caros leitores, 32 anos onde eles passam fins de semana juntos, onde celebram o Natal e Reveillon juntos, comemoram o aniversários dos filhos juntos, as vezes também viajam juntos. Mas onde, cada um tem seu quarto, sua sala, decorada em seu estilo, com as músicas que gosta, um fumante o outro não.
Claro que eu perguntei se essa pessoa era feliz e ela me disse que sim. Não é uma fuga da realidade, ela me diz, apenas uma forma de manter o respeito e a tolerância sempre vivos.
E eles juntos são felizes, respeitam o espaço do outro, a privacidade do outro, os amigos e costumes do outro. E aprendem também.
Perguntei se rolava stress e briga. Sim, como qualquer outro casal, temos nossos momentos tensos e a sorte é que cada um tem sua casinha para pensar melhor e no outro dia relaxar e curtir.
No começo, conta, todo mundo achava o maior desastre. Ambos universitários, pobres de marré, cada um com seu aluguel de uma kiti, resolveram casar no civil e manter o quê?. As casas separadas. Cada um queria estudar, tinha uma mania. Resolveram testar. Um ano depois, um deles teve que viajar para apresentar uma tese e ficou 8 meses fora. Cartinhas de amor para um lado, mimos para o outro. E sobreviveram.
Eu achei incrível, moderno, achei o máximo.
E afirmativamente para essa pessoa o casamento convencional para ele não funcionaria nunca. E por isso, nem se deram o trabalho de tentar.
E na velhice?.
Gatos e chimarrão no fim da tarde. No começo da noite, lareira para cada um.

Fofo né?...........


Tá, eu não sei se viveria um casamento assim, mas que eu achei interessante, sim, eu achei!.

Quando não dá para esquecer que ter amigos é tudo de bom!

Sabe, conhecer pessoas novas na fase em que estou vivendo é sempre muito especial.
Através de um amigo conheci uma garota de Salvador, criada em Natal, que morou em Manaus e veio parar na Capital, além é claro de conhecer vários lugares do mundo.
Ontem foi aniversário dela e eu simplesmente fui muito feliz.
Ela é uma das pessoas mais claras e práticas e alegres que já conheci. Sempre de bem com a vida, sabe como se divertir e é linda por dentro e por fora.
Assim, vou construindo uma rede de relacionamento baseado na verdade e na amizade pura, sem exagero, sem preconceito, sem frescura, propriamente dizendo.
E sou grata, por ter sempre novos rumos, novos amigos, antigos amigos que fortalecem e saúde, para rir e poder apoiar a cada um na hora da necessidade.
Um beijo carinhoso à minha mais nova maiga aniversariante, aos amigos alunos de espanhol e de russo, as amigas da faculdade, as amigas dentro de casa, e tantas outras pessoas que com um sorriso ou um afago, fazem de meus dias intensos e brilhantes.
Meu chefe fala, mas não há nada melhor. Pois o que eu tenho aprendido em uma semana!!!.

Alicia- ventre em pedaços incalculados

Pedaços de uma noite insana espalhados pelo chão da sala.
Tudo escuro, amanhece devagar na capital e ela vagueia inundada em prazer falso e abstrato.
Alicia, perdida entre o ter alguém, o ter ninguém. A televisão ligada no canal onde pessoas choram, o mundo parece demais para ela.
Levanta-se forçadamente. Tem que trabalhar. Olha-se no espelho, rugas, a idade que chega em seus lindos 22 anos.
Pensa no que vestir, saia preta, sapato Scarpin vermelho, bolsa.Pulseiras e brincos espalhafatosos, ela precisa brilhar, esconder as lágrimas do amor acabado.
Ir ao trabalho requer amor. Ela tem de sobra, mas não pode dividir. Toma seu café lentamente, faz a maquiagem. Borroca cores azuladas, ops, nada de exagero. Ela é vulgar, não deprimente.
E segue para seu lugar de origem, seu ventre perpelxo por utilidades escandalosas.
Púrpura e sangue, exaltados nervos melosos. O homem que a fere, na foto , no mural, presentes e aromas, velas e pedaços de carícias que nunca mais voltarão.
Alicia, perdida em ansiedade, em saltos para um futuro em pedras e cristais.
Alicia em seu paraíso tropical e em cinzas. Ardente!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O sapato e a menina chique benhê!

Sim, eu hoje me dei um sapato de presente. Um sapato caro, de uma loja de grife, mas elegante e que provavelmente (espero eu), não irá criar bolhas e calos em meu mácio e lindo pé, já calejado e maltratado pelas caminhadas forçadas.
Alguém me disse que para eu ser mais linda, faltava um bom e bonito salto. Acabei acreditando e passei a observar que de repente essa pessoa tenha razão.
Provei 8 sandálias altas e lindas e só não me entupi de sapatos novos, por ter noção do gasto que seria.
Mas decidi que a partir de agora, eu serei uma baixinha metida à gente grande, com saltos que estejam de acordo com meu tamanhinho e tamanho real (R$) e serei elegante e chique como uma pessoa normal de cabelos laranjados.
Eu mereço, pois, me sentir bonita e desejada de verdade e além de tudo mereço me admirar em frente ao espelho a cada manhã.
Afinal: sou ou não sou uma mega-power-ultra-linda mulher, concebida sobre holofotes e petálas de rosas vermelhas, ao som de um romantismo inagualável?.
Tá, a parte da minha concepção foi fantasiosa, mas poxa, eu sou chique sim. Preciso só acreidtar em meu potencial.............Deixar de ser menininha né?.

Singela explicação sobre o post anterior

Mas antes que alguém diga, que eu não tenho namorado, porque sou chata e mau amada, explico que não querer casar, não significa que estou na pista para negócios clandestinos e insuficientes.
Não quero me casar, mas isso não me impede de acreditar no elemento fogo da paixão com algumas doses de amores criados.
Eu sou à favor da felicidade que uma relação normal traz, não acredito que a única felicidade à dois esteja realmente no casamento.
Não sou fria, nem infeliz, só temo o casamento e suas consequências.
Espero ter explicado algo!

A opção bem raciocinada!

Tem alguém falando mal de casamento aqui na seção ao lado.
Segundo consta no assunto, o homem está dizendo que não é feliz no casamento e que não há nada pior que dividir a cama com outra pessoa.
Uma outra pessoa, tenta acalmá-lo, dizendo que é sim interessante, que como em toda relação é complicada, mas que há sim vantagens em ser casado.
Passei duas semanas pensando que eu agora iria me dedicar a acreditar no lado positivo do casamento.
Mas não rolou. Continuo com um medo enorme de ter uma pessoa comigo dividindo escovas e tudo mais dentro de um quadrado.
As vezes me sinto mal por esse pensamento bizarro. Sou muito diferente do modelo que tive dentro de minha casa. Mas não consigo acreditar que eu consiga fazer parte daquilo tudo que existe dentro de uma relção à dois.
Hoje acordei desencanda. Ah, quer saber?. Não quero me casar não. Não quero esperar que isso me traga felicidade. Sou feliz como sou; tenho amigos lindos, pessoas maravilhosas que me respeitam, que me admiram. Tenho ombro e café nas horas do desespero; tenho melância e pipoca nas horas da alegria. Tenho pernas e um pouco de dinheiro que me oferecem vantagens mesmo na hora da solidão. Tenho uma mãe e um pai que me amam e uma família com sobrinhos maravilhosos. Tenho um monte de projetos que não podem ser subdividios com fraldas, sofá novo, prestação de carro e brigas noturnas por conta de ciúme e falta de carinho.
Não me basto e não sou auto-suficiente, mas tenho exatamente ao meu lado e ao meu favor elementos suficientes que me fazem ser muito feliz e grata à vida de solteira.

P.S: solteira, não piriquetizinha!

Desalinhamento mental!

Um pouco de mim chora. Recomeça, termina e começa tudo de novo e termina de novo.
De um lado ao outro, observo, choro, rio e peço perdão.
Não há amor, não há jogo de sedução, não há mais esperanças.
As cores vibram, eu como pão. Tomo coca, vejo o Faustão.
A depressão da solidão, recriada em minhas linhas de dores calculadas, mediante o infinito de desejos recriados em pensamentos desalinhados pela noite de domingo.
Entro no ônibus e escuto minha música preferida.
Afinal, não há mesmo mais nada a fazer. Somente esperar.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Rebelião em São Paulo.
Motivo: a prisão de um traficante.
A democracia e suas bizarrices.

Furando fila!

Resolvi comprar umas verduras para a minha nova alimentação balançeada. Depois da peregrinação, passo no caixa, pois precisava pagar né?.
Estou lá na fila, feliz pelo dia feliz, quando começo a observar um rapaz colocando o carrinho em minha frente.
Demorei a captar que ele estava furando fila, na maior cara dura.
Pensei em escandalizar, mas resolvi deixar ver até onde ele poderia ir.
E ele foi bem longe, passando em minha frente, colocando as compras no caixa.
Depois com uma cara bem lavada, me pergunta se eu já estava lá antes dele.
Conseguem imaginar qual foi a minha cara de pessoa sociável ao responder que eu sempre estive ali e que ele havia furado a fila?.
Mas eu tenho uma alma caridosa, deixei para lá. Eu não perderia a oportunidade de aproveitar um dia realmente prdutivo por conta de uma pessoa sem senso de humor.
Só consigo dizer que a educação não chegou para todos, eu como recebi uma ótima educação, não vou me estressar mais do que devo.

O preço das novas espectativas

Por enquanto tudo indo nos conformes.
Mas hoje cedo eu parecia que tinha pisado na lama, porque tive um percurso bem intenso de casa para o trabalho.
1) De cara o ônibus que deveria passar em um horário, nem passou, nem deu sinal de vida. Saio correndo como uma desesperada em busca de conseguir entrar em algum vagão do trem.
O vagão, como em todos os dias, lotado de pessoas lindas, cheirosas e hiper animadas e felizes.
2) Uma guria que estava em pé ao meu lado, lia, uma apostila genérica, a cada volta na folha, ela batia em meu rostinho com pele de baby. Sim, a folha batia e eu olhava com essa carinha leve e meiga que eu tenho quando sou contrariada.
3) Alguém no vagão, cheirava a bebidas destiladas. Bebidas, isso mesmo, pois consegui sentir todos os cheiros possíveis. Não consegui entender ou descobrir quem era.TEntava mesmo entender, sim pois era sete da manhã e eu me perguntava com alguém poderia beber logo cedo. Ou talvez já estivesse indo da farra direto para o trabalho. Hum, ainda bem que o pensamento parou por aí.
4) Faltando poucos segundos para a saída do vagão, sinto uma mão em meu rosto. Depois alguém pendurado em mim. Era um rapaz que estava quase desmaiando. E eu lá pedindo socorro e ninguém ajudava. Até que um bombeiro, ajudou o guri a se levantar. Logo, percebi que ele teoricamente não estava desmaindo. Ou estava.
O fato é que tive um ínicio de manhã extremo e cativante.
Agora, tenho sono. A noite como sempre, deixa a desejar. Mas me adapto facilmente à novas rotinas, tipo madrugar para cozinhar.
Tudo na vida tem seu bom preço!