"O sentido da vida é que ela acaba."
Franz Kafka (1884-1924), escritor tcheco.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
A queda, A seletiva, A risada de mau gosto!
Hoje um senhor de idade que veio fazer um pagamento genêrico aqui na Embaixada, levou um estabaco felomenal. O cara simplesmente não viu o vão que tinha e pisou com tudo no ar. Não viu os degraus alguns centímetros ao lado da perna esquerda. Eu me abaixei para pegar o celular na bolsa e só ouvi o barulho de saco de batata caíndo no chão. Demorei alguns milésimos de segundos, para porecessar que aquilo havia sido um corpo. Quando me levantei que olhei, meu coração acelerou. A imagem era a de um homem morto, mas percebi que ele levou a mão ao joelho direito. Chamei os projetos de homens da embaixada para socorrer a criatura, que sangrava por alguma parte do corpo. Entre um copo de água e guardanapos, verificamos que na teoria o homem estava vivo, com mão, pé e lábios cortados. Alguns minutos depois ele efetuou o pagamento e caiu fora. Acho que ele nunca mais volta aqui para nada.
Na seletiva aqui no trabalho, 4 candidatas se destacaram para a última etapa. Por ordem de méritos, elas participarão de uma entrevista com o chefe de todos os chefes daqui. Iam, pois uma delas simplesmente viajará para Dubai. Não perguntei nada além do necessário, ou nem perguntei. Só sei que fiquei de cara. E creio de verdade que ela fez uma ótima escolha.
E para terminar o lance do trabalho. Sento eu em meu posto, esperando as ligações de pessoas lindas que eu adoro, quando aparece um militar, pega uma revista e começa a rir. Quando eu vejo a capa, eu simplesmente me segurei para não xingá-lo. A revista trazia o casal de homossexuais militares que assumiram a opção sexual ano passado e obviamente com isso causaram aquele alvoroço momentâneo, costumeiro em nosso país. Não entendi o motivo da piada para a risada. Ele teceu o seguinte comentário:
____ hahhhaah. O casal de gays militares!
Tá eu sei. Do Exército Brasileiro. Homens, como todo e qualquer um, que trabalham como todo e qualquer um que tem um trabalho digno, mas que têm um caso, um romance, um amor. Eles erraramm em se expor?. Sim talvez, mas independnete do erro merecem respeito.
Não sou dona da verdade, não sou perfeita e piso na bola também. Falo demais, digo coisas que ferem e muitas vezes minhas atitudes não demonstram meu lado "bom".
Mas se tem algo que realmente me tira do sério é o preconceito. Esse assim colocado para fora de forma pesada, que quer derrubar, que quer demonstrar um estado superior que muitas vezes não existe em lugar nenhum.
Realmente achei de extremo mau gosto essa risada.
Cazzo!
Na seletiva aqui no trabalho, 4 candidatas se destacaram para a última etapa. Por ordem de méritos, elas participarão de uma entrevista com o chefe de todos os chefes daqui. Iam, pois uma delas simplesmente viajará para Dubai. Não perguntei nada além do necessário, ou nem perguntei. Só sei que fiquei de cara. E creio de verdade que ela fez uma ótima escolha.
E para terminar o lance do trabalho. Sento eu em meu posto, esperando as ligações de pessoas lindas que eu adoro, quando aparece um militar, pega uma revista e começa a rir. Quando eu vejo a capa, eu simplesmente me segurei para não xingá-lo. A revista trazia o casal de homossexuais militares que assumiram a opção sexual ano passado e obviamente com isso causaram aquele alvoroço momentâneo, costumeiro em nosso país. Não entendi o motivo da piada para a risada. Ele teceu o seguinte comentário:
____ hahhhaah. O casal de gays militares!
Tá eu sei. Do Exército Brasileiro. Homens, como todo e qualquer um, que trabalham como todo e qualquer um que tem um trabalho digno, mas que têm um caso, um romance, um amor. Eles erraramm em se expor?. Sim talvez, mas independnete do erro merecem respeito.
Não sou dona da verdade, não sou perfeita e piso na bola também. Falo demais, digo coisas que ferem e muitas vezes minhas atitudes não demonstram meu lado "bom".
Mas se tem algo que realmente me tira do sério é o preconceito. Esse assim colocado para fora de forma pesada, que quer derrubar, que quer demonstrar um estado superior que muitas vezes não existe em lugar nenhum.
Realmente achei de extremo mau gosto essa risada.
Cazzo!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Ainda sobre o carnaval 2009
A Salgueiro com o seu tambor ganhou o campeontato lá das escolas de samba. Viviane Araújo, saiu da Mocidade e finalmente ganhou algo também, não podemos esquecer que tirar o Belo do caminho foi sim um presente daqueles!.
Lá por Salvador, Claudinha faz o seu sucesso através do aleitamento materno e alguns pulos básicos de um lado ao outro. Ivete, bem, continua sendo criticada pelas pernas gordinhas e pelo talento indiscutível. Outras bandas de axé surgem para perpetuar a bagunça da cidade mijo.
E em Olinda. Bonecos foram e foram mesmo, porque só ano que vem, que eles circularão, colocando um milhão de pessoas para pular e pular e pular. Porque pelo que eu entendi na TV, só anda na cidade quem tiver fôlego para ficar pulando em meio à tanta bagunça. Em cidades como Diamantina e Ouro Preto, a folia deu-se em becos e casas de pensão, onde jovens e bebidas fizeram uma mistura de gêneros musicais e sexuais.
Ah esse é o resumo que mudará a nossa vida. A minha mudou?.Sim, pelo menos eu tive a certeza de que carnaval, só em camarote onde eu não tenha que escolher a cerveja e sim a vodka e onde eu possa me passar por celebridade e não tirar fotinha de ator global.
Oh carnaval, que bom que você passou. Deixou saudades.
Lá por Salvador, Claudinha faz o seu sucesso através do aleitamento materno e alguns pulos básicos de um lado ao outro. Ivete, bem, continua sendo criticada pelas pernas gordinhas e pelo talento indiscutível. Outras bandas de axé surgem para perpetuar a bagunça da cidade mijo.
E em Olinda. Bonecos foram e foram mesmo, porque só ano que vem, que eles circularão, colocando um milhão de pessoas para pular e pular e pular. Porque pelo que eu entendi na TV, só anda na cidade quem tiver fôlego para ficar pulando em meio à tanta bagunça. Em cidades como Diamantina e Ouro Preto, a folia deu-se em becos e casas de pensão, onde jovens e bebidas fizeram uma mistura de gêneros musicais e sexuais.
Ah esse é o resumo que mudará a nossa vida. A minha mudou?.Sim, pelo menos eu tive a certeza de que carnaval, só em camarote onde eu não tenha que escolher a cerveja e sim a vodka e onde eu possa me passar por celebridade e não tirar fotinha de ator global.
Oh carnaval, que bom que você passou. Deixou saudades.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
O pior do carnaval é a quarta-feira de cinzas, quando ela termina em trabalho. E quando se trabalha de fato, o tempo passa rápido, mas quando somos convocados para ficar 6 horas, sem fazer absolutamente nada, aí meu caro, dá vontade de sair correndo nessa chuva que tá rolando lá fora, sem nem olhar para trás.
Já li e reli todos os sites que falam do carnaval. Sei tudo que rolou, quem pegou quem, quem caiu ou levantou. Sei quem são as musas, os musos e digo mais, tudo exatamente como o ano passado.
As celebridades continuam as mesmas, uma cara ou outra nova, mas no geral, todo carnaval é igual.
Algumas pessoas morreram no caminho, entre uma cerveja e outra. Outros nasceram, até mesmo na folia da Bahia. O país párou, para ver trios e escolas de samba passarem, para corpos desnudos desfilarem.
Mundo afora, também teve sua folia de carnaval, sem o glamour e o brilho que os brasileiros têm. Abaixo de temperaturas gélidas e sem o calor humano, que nós, mesmo em tempos de crises temos.
Agora, que a quarta-feira está em seu fim, todos voltam para casa, cansados, nem renovados, nem destruídos. Sentimento de recomeço, pois nosso Brasil acorda e vai atrás do prejuízo. Pelo menos o que esperamos de fato é o próximo carnaval!
Já li e reli todos os sites que falam do carnaval. Sei tudo que rolou, quem pegou quem, quem caiu ou levantou. Sei quem são as musas, os musos e digo mais, tudo exatamente como o ano passado.
As celebridades continuam as mesmas, uma cara ou outra nova, mas no geral, todo carnaval é igual.
Algumas pessoas morreram no caminho, entre uma cerveja e outra. Outros nasceram, até mesmo na folia da Bahia. O país párou, para ver trios e escolas de samba passarem, para corpos desnudos desfilarem.
Mundo afora, também teve sua folia de carnaval, sem o glamour e o brilho que os brasileiros têm. Abaixo de temperaturas gélidas e sem o calor humano, que nós, mesmo em tempos de crises temos.
Agora, que a quarta-feira está em seu fim, todos voltam para casa, cansados, nem renovados, nem destruídos. Sentimento de recomeço, pois nosso Brasil acorda e vai atrás do prejuízo. Pelo menos o que esperamos de fato é o próximo carnaval!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Estive pensando se eu gostasse mesmo de carnaval, qual seria o meu destino afinal?
Provavelmente eu iria ver Ivete, não naquela pipoca, na muvuca do calor humano. Eu iria de camarote, com toda mordomia que eu sei que eu mereço. Pularia e cantaria, "Vai buscar Dalila", beberia champagne, e comeria muito.
Não digo que na falta de tudo isso, o meu carnaval foi ruim.
Pelo contrário, foram dias, conclusivos e acima de tudo reveladores e decisivos.
Acho que realmente esta etapa pelo qual estou literalmente passando, é de mudança radical e de introspectividade. Meu casúlo, preparado há algum tempo, decorado com as mais finas flores, poderá servir de refúgio por vários meses, anos, séculos.
Agradeço pelas fábulas do carnaval, pelas revelações administradas sem muita emoção. Emoções guardadas, camufladas, e até jogadas fora na virada da curva da estrada das Sete Curvas, de uma cidade sem flanelinhas, mas coberta de um enxofre, guardada pelo arco-íris da ilusão de um baile que nunca aconteceu.
Provavelmente eu iria ver Ivete, não naquela pipoca, na muvuca do calor humano. Eu iria de camarote, com toda mordomia que eu sei que eu mereço. Pularia e cantaria, "Vai buscar Dalila", beberia champagne, e comeria muito.
Não digo que na falta de tudo isso, o meu carnaval foi ruim.
Pelo contrário, foram dias, conclusivos e acima de tudo reveladores e decisivos.
Acho que realmente esta etapa pelo qual estou literalmente passando, é de mudança radical e de introspectividade. Meu casúlo, preparado há algum tempo, decorado com as mais finas flores, poderá servir de refúgio por vários meses, anos, séculos.
Agradeço pelas fábulas do carnaval, pelas revelações administradas sem muita emoção. Emoções guardadas, camufladas, e até jogadas fora na virada da curva da estrada das Sete Curvas, de uma cidade sem flanelinhas, mas coberta de um enxofre, guardada pelo arco-íris da ilusão de um baile que nunca aconteceu.
Quando o carnaval acaba
Todo carnaval só acaba na quarta de cinzas.
Para mim, nem teve começo, nem teve fim.
A cabeça, o corpo,o bloco das bolinhas pretas, a fantasia.
Alegorias de uma vida sem batidas de tambor, nem passistas, nem rebolados, nem praia.
O sol, o mar imaginado a cada pisada em um solo falso.
A televisão me mostra o glamour de uma vida previamente escolhida na maternidade de uma favela obsoleta.
A fome, o desprezo, os carros que vem e vão, teoricamente em encontro ao paraíso. Aquele paraíso que eu imaginei enquanto meus carnavais eram tão felizes. Eu já tive um carnaval feliz. Eu já tive uma vida feliz.
Eu sou feliz, em barbantes coloridos caminho, pé ao lado do outro, pendurada sobre pipas e bolas de cristais.
Planejo, e coloco sobre as bençãos celestiais, meu mais íntimo dos pedidos, aquele que só arlequins e querubins puderam ouvir, enquanto minhas mãos faziam as orações no pôr do sol.
Para mim, nem teve começo, nem teve fim.
A cabeça, o corpo,o bloco das bolinhas pretas, a fantasia.
Alegorias de uma vida sem batidas de tambor, nem passistas, nem rebolados, nem praia.
O sol, o mar imaginado a cada pisada em um solo falso.
A televisão me mostra o glamour de uma vida previamente escolhida na maternidade de uma favela obsoleta.
A fome, o desprezo, os carros que vem e vão, teoricamente em encontro ao paraíso. Aquele paraíso que eu imaginei enquanto meus carnavais eram tão felizes. Eu já tive um carnaval feliz. Eu já tive uma vida feliz.
Eu sou feliz, em barbantes coloridos caminho, pé ao lado do outro, pendurada sobre pipas e bolas de cristais.
Planejo, e coloco sobre as bençãos celestiais, meu mais íntimo dos pedidos, aquele que só arlequins e querubins puderam ouvir, enquanto minhas mãos faziam as orações no pôr do sol.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Até quarta-feira de cinzas, muitas águas vão rolar!
Véspera de Carnaval. O Brasil já está fervendo há meses, com micaretas e ensaios de escolas chatas de samba. Mulheres que estão rebolando e posando como vinheram ao mundo ou com fantasias de carnaval desde o mês de agosto de 2008.
Acho carnaval uma coisa meio chatinha, mas talvez seja porque todos os meus carnavais são bem tranquilos e sem muita farra. Nunca viajei para um lugar como Salvador. Até quero ir um dia, ver Ivete de camarote. Não iria ao Rio, porque não gosto dos desfiles. Sei que é uma cultura bonita e alegre, mas sei lá, me parece um pouco exagerado demais.
Este ano, emcima da hora decidi que irei passar com a minha mãe. Faz muito tempo que não passo carnaval com ela. Faremos pamonha e mais derivados do milho, espero que faça muito sol, para eu tirar um pouco a cor amarelada e dormirei, ou pelo menos espero que dessa vez eu consiga dormir.
Ontem, almocei por volta das 16h00. Comi um fastfood, e meu Deus, quando cheguei em casa, tudo doia. A barriga dava voltas intermináveis, eu me retorcia entre a cama e o computador, já que meu amigo tentava oferecer ajuda, tentava me consolar e eu lá:"vai passar". Passou, por volta das 06 da manhã, depois de permanecer no trono, como diz o bom português.
E hoje, sexta-feira, coloquei a roupa mais básica que vi pela frente. Tentei colocar uma cor na vida, pois perder a noite no banheiro foi a gota dágua. Meu chefe adorou.
Desejo à todos um carnaval bacana, divertido, sem excesso de bebida ou comida; quem tem um amor que cuide e aproveite o momento à dois; quem não tiver, cuidado para não fazer filho ou pegar uma DST.
Tudo pode ser vivido com intensidade, mas sempre com cuidado, porque todo carnaval realmente tem seu fim.
um beijo carinhoso!
Acho carnaval uma coisa meio chatinha, mas talvez seja porque todos os meus carnavais são bem tranquilos e sem muita farra. Nunca viajei para um lugar como Salvador. Até quero ir um dia, ver Ivete de camarote. Não iria ao Rio, porque não gosto dos desfiles. Sei que é uma cultura bonita e alegre, mas sei lá, me parece um pouco exagerado demais.
Este ano, emcima da hora decidi que irei passar com a minha mãe. Faz muito tempo que não passo carnaval com ela. Faremos pamonha e mais derivados do milho, espero que faça muito sol, para eu tirar um pouco a cor amarelada e dormirei, ou pelo menos espero que dessa vez eu consiga dormir.
Ontem, almocei por volta das 16h00. Comi um fastfood, e meu Deus, quando cheguei em casa, tudo doia. A barriga dava voltas intermináveis, eu me retorcia entre a cama e o computador, já que meu amigo tentava oferecer ajuda, tentava me consolar e eu lá:"vai passar". Passou, por volta das 06 da manhã, depois de permanecer no trono, como diz o bom português.
E hoje, sexta-feira, coloquei a roupa mais básica que vi pela frente. Tentei colocar uma cor na vida, pois perder a noite no banheiro foi a gota dágua. Meu chefe adorou.
Desejo à todos um carnaval bacana, divertido, sem excesso de bebida ou comida; quem tem um amor que cuide e aproveite o momento à dois; quem não tiver, cuidado para não fazer filho ou pegar uma DST.
Tudo pode ser vivido com intensidade, mas sempre com cuidado, porque todo carnaval realmente tem seu fim.
um beijo carinhoso!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Status para viajar ao Peru
Ter grana e status realmente facilita muita coisa.
Mudaram as regras de solicitação e liberação de vistos a todo e qualquer estrangeiro que deseje visitar o Peru (à trabalho). Seja ele pobre ou rico.
Então. Esqueci de explicar isso para a secretária de um/uma diretor/a de um organismo internacional X. A secretária quase teve um colapso. Ela perguntou como ela explicaria ao/à cheficho/a que ele/ela teria que vir até a humilde embaixada tirar um foto?. Ora, pensei, explicando.
Mas eu que sou secretária, sei que não é uma tarefa simples, explicar a um chefitcho/a, que ele/a terá que arrumar na agenda, uma vaga para ir de carro a um determinado local tirar um fotchênha.........
Fiquei com medo de ver quem era a pessoa. Me deparei com uma pessoa comum, no aspecto físico da situação. Mas sei, olhando para a postura que ela é alguém de postura elevadíssima e claro, tremi nas bases. Não por me achar inferior, mas por saber que ela por ordem e mérito está em mil posições além da minha.
Por isso e por outros fatores básicos, que nós pobres mortais temos a possibilidade de ter vontade de ficar na mesma, comendo restos e chorando a falta de grana, ou então podemos ter uma vida de andar de motorista e se estressar por ter que tirar uma foto no fim da tarde para um mera viagem ao Peru. Na véspera de Carnaval.
Mudaram as regras de solicitação e liberação de vistos a todo e qualquer estrangeiro que deseje visitar o Peru (à trabalho). Seja ele pobre ou rico.
Então. Esqueci de explicar isso para a secretária de um/uma diretor/a de um organismo internacional X. A secretária quase teve um colapso. Ela perguntou como ela explicaria ao/à cheficho/a que ele/ela teria que vir até a humilde embaixada tirar um foto?. Ora, pensei, explicando.
Mas eu que sou secretária, sei que não é uma tarefa simples, explicar a um chefitcho/a, que ele/a terá que arrumar na agenda, uma vaga para ir de carro a um determinado local tirar um fotchênha.........
Fiquei com medo de ver quem era a pessoa. Me deparei com uma pessoa comum, no aspecto físico da situação. Mas sei, olhando para a postura que ela é alguém de postura elevadíssima e claro, tremi nas bases. Não por me achar inferior, mas por saber que ela por ordem e mérito está em mil posições além da minha.
Por isso e por outros fatores básicos, que nós pobres mortais temos a possibilidade de ter vontade de ficar na mesma, comendo restos e chorando a falta de grana, ou então podemos ter uma vida de andar de motorista e se estressar por ter que tirar uma foto no fim da tarde para um mera viagem ao Peru. Na véspera de Carnaval.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Ainda sobre o diploma
Hoe eu liguei para meus irmãos para dizer que recebi meu diploma. Achei mais que justo fazer isso. Afinal, eles, são para mim exemplo, cada um à sua maneira.
Também falei com a minha mãe. Chorei. Sim, pois ela, na humildade, na oração, intercedeu diante de Deus, para que eu chegasse a onde cheguei e sei que continua acreditando em mim, torcendo por mim, e sei também, que ela me perdoa, e me ama exatamente como eu sou, apenas briga comigo, para que eu melhore.
Mandei mensagens para algumas colegas da faculdade e para alguns mestres.
Sei, que para alguns isso parece uma bobagem. Até poderia ser, se eu não fosse uma garota que gosta de demonstrar gratidão. Não estou neste mundo passeando, gratuitamente. Tenho a minha missão, que vai muito além da caridade, ou do doar sangue. E faço à minha maneira, ainda que em certos momentos de maneira estabanada.
E sei que estou a onde estou, porque me apoiei em várias pessoas. Tem uma em especial, que com o fim da faculdade, acabou se afastando de mim. Ou eu me afastando dela.
Mas a vida continua, a luta continua e eu continuo grata, por ter ao meu lado quem realmente acredita em meu potencial humano e errante.
Flores, sol, lágrimas. O meu diploma, a mudança de vida, a paz!
Também falei com a minha mãe. Chorei. Sim, pois ela, na humildade, na oração, intercedeu diante de Deus, para que eu chegasse a onde cheguei e sei que continua acreditando em mim, torcendo por mim, e sei também, que ela me perdoa, e me ama exatamente como eu sou, apenas briga comigo, para que eu melhore.
Mandei mensagens para algumas colegas da faculdade e para alguns mestres.
Sei, que para alguns isso parece uma bobagem. Até poderia ser, se eu não fosse uma garota que gosta de demonstrar gratidão. Não estou neste mundo passeando, gratuitamente. Tenho a minha missão, que vai muito além da caridade, ou do doar sangue. E faço à minha maneira, ainda que em certos momentos de maneira estabanada.
E sei que estou a onde estou, porque me apoiei em várias pessoas. Tem uma em especial, que com o fim da faculdade, acabou se afastando de mim. Ou eu me afastando dela.
Mas a vida continua, a luta continua e eu continuo grata, por ter ao meu lado quem realmente acredita em meu potencial humano e errante.
Flores, sol, lágrimas. O meu diploma, a mudança de vida, a paz!
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