segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Chego em casa, minha amiga limpando a casa, unhas vermelhas me dão um momento estrela.
Ao fundo Engenheiros do Havaii, Piano Bar.
Para ser sincera, o mundo é a minha ilha. Ilha que me faz querer ser gigante.
Sonho com diamantes, brilhos e refrigerante.
Subo e desco. Vou do céu ao inferno, volto, crio minha própria história, ainda sem fim, sem o moçinho, sem o bandido.
O cheiro de incenso, me leva ao paraíso de sonhos, que nada me dão de fato.
O dia, intenso, me faz querer que tudo passe em um instante. Nem conversas, nem lágrimas. Conselhos que eu deveria escutar, mas que dou sem cobrar absolutamente nada.
Para mim todos são tão especiais, tão perfeitamente especiais. E eu para quem sou de fato especial?.
Será que durante a noite poderei voltar à mim e ao meu passado tão lindo e passageiro veloz.
Nada me desanima, eu tenho o poder de ser e isso me é tão criativo e monotóno.
Ave!
Vou lá. Viver!
Caramba, mudei o layout do blog, depois de quase 2 anos de blog.
Gostei da cor e do formato, ficou mais leve, ao mesmo tempo um pouco mais maduro. As fotos novas, o tipo de letra.
A frase continua a mesma. Há coisas na vida que mudam mesmo com o tempo, e o meu sentimento em relação à casamento eu espero que demore muito a mudar.

Estou tentando mudar certas coisas em minha vida também, mas tá difícil, complicado tomar uma titude, correr atrás das coisas, lutar, berrar.
A minha garganta está coçando para gritar as coisas que ando pensando, que ando sentindo.
Achei que mudando de endereço tudo poderia normalizar aqui dentro, mas o máximo que consigo é me tumultuar ainda mais.

E tão intenso tudo que está aqui no peito. Amores que vão em vão, um novo amor no pedaço. Ainda confuso tudo. Estou na fase do conhecer o terreno, de sentir o cheiro, de encontrar agrados multíplos. Não estava adaptada mais a essas coisas de romance cheirando à leite. há tempos que o amor carnal, sem sentimentos fazia parte de minha rotina. Ainda nem sei se me acostumo às flores do amor.
Queria realmente um companheiro, para as caladas da noite, para as confusões da madrugada, para sentir comigo a manhã chegando lentamente janela, com seus pássaros e suas cores vibrantes.
Claro que somente o tal do dia-a-dia, poderá me dizer quando finalmente à minha alma gêmea carnal ou não chegará, aterrisará neste coração duro e seco, como uma rocha.
Quem sabe eu não aprenda a ser mais humana e gritar não seja uma necessidade de sobrevivência sobrenatural.
eu comprei um computador. Usado, antigo, mas em estado de uso e com a ajuda do namorado de minha amiga, ele ficará bem útil para mim e conseguirei sobreviver.
Contei isso à uma pessoa, e não sei se sou idiota, ou se sou retardada, mas o fato é que esperei ouvir:"nossa que bom", ou algo do nível e o máximo que escuto o comentário de que se eu for compartilhar a internet, preciso comprar tal coisa.
Apelei. Feio.
Eu devo ser realmente uma pessoa chata, reclamona e devo viver fora da realidade. Pelo visto, ser grossa é a maneira de ser respeitada e adorada. Se for assim, ficarei só.
Agora o que eu realmente preciso aprender é não esperar nada dos outros. Nem de bom, nem de ruim. O ser humano está fora de cogitação de entendimento.
Ai meu Deus, ficar sem dormir está me deixando louca!
Um lindo ida!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Escrevo e escrevo.
Não há tristeza no ato de escreveer.
Há nostalgia, insegurança, medo, mistério.
Sento sozinha, escuto aquelas mesmas notícias da semana passada, do século passado.
Para mim coisas e pessoas permanecem vivas. O mundo gira, o mundo evolui sim, eu sei, mas falta, falta muito.

Dormi. Me escondi entre minha coberta e meu monte de travesseiros. Acordei com a sensação do vazio. A alma cansada, a cabeça confusa. Como sempre, perdida.
Compro, como, sento e repenso. Ah o que posso fazer para amenizar tanta nostalgia?.
Leio. E releio fatos passados. Crueldade da vida, me fazer de tonta com fatos tão atrasados!.
Amigos que me dizem que sou linda, legal. Ah crueldade minha acreditar o contrário.
O carnaval que se aproxima. Não quero saber.
Sumirei de mim, do nada. A metade que poderá ressurgir das cinzas de quarta-feira, punirá a outra metade.
Pule você, cante e dance. Esqueça de mim e de minhas teorias. Guarde meu sorriso, afinal, esse é o meu marfim.
(...) O problema para descrever é esse: apenas entrevejo.

Apenas entrevendo, continuo a entrever.

Não há mais ninguém nessa estação. Ou por algum motivo não entrevejo os outros que talvez estejam também lá, apenas você, num zoom seletivo que exclui os demais. E por se tratar de uma estação, deve haver um trem que não chega, não passa nem parte. O que passa é apenas o tempo. Sei que passa não porque a luz se modifique ou aconteça alguma coisa, mas pelos seus pequenos movimentos, um passo, um braço, que revelam ansiedade e espera. O que se pode fazer numa situação como essa — mesmo para mim, que deveria ser o dono dela, mas me recuso — a não ser esperar? Esperamos, todos. O que está lá, o que conta sobre isso e os que lêem sobre isso. Esperamos então. Horas, dias, meses, anos e anos. Ninguém sabe o quanto. Podemos nos distrair enquanto esperamos, ligar o rádio, olhar pela janela, abrir a geladeira, mastigar alguma coisa, beber mais água neste dia seco, até mesmo ligar a TV para entrar noutras histórias, falsas ou verdadeiras, mas onde aconteçam coisas, em vez de ficarmos parados nesta onde nada acontece desde as primeiras palavras. E voltar a ela como quem volta a chamar um número de telefone eternamente ocupado, só para constatar que continua ocupado e apenas para ter a sensação de não desistir. Desistir não é nobre. E arduamente, não desistimos.

Então acontece. É tão surpreendente que aconteça que pouco importa seja a única coisa que poderia acontecer. O trem chega e pára. Na plataforma você começa a tentar colocar as bagagens dentro dele. Mas elas não saem do chão. O trem apita, o trem vai partir. Você percebe que não pode levar nada além de você mesmo. E entra no trem. Mas isso que você tenta fazer entrar no trem, e que é o seu corpo, também não pode entrar.

Então você o deixa, deixa o vulto que entrevejo jogado na estação junto com as bagagens. O trem então parte levando de você algo que nem você nem eu sequer conseguimos entrever. Outra coisa, talvez nada, porque nada podemos garantir ter visto partir dentro do trem.

Você não grita nem acorda. Não há terror, mesmo sendo aterrorizante: é assim que é. E pior ainda, não se trata de um sonho. Começa a amanhecer. Ou a anoitecer. Ninguém sabe quando passa o trem. Nem para onde vai. E não se leva nada. Isso é tudo que sabemos........


Minha cara e linda Elenita: sou sua fã. Você sabe!
Beijos
Entrei na fase dos 900 textos. Em breve 1000 textos.

Domingo, gravando música, ao mesmo tempo em que ajudo meu amigo a fazer uma inscrição, também escutando as besteiras inimagináveis do Fantástico, como por exemplo o cso da brasileira que segundo dizem se autoflagelu na Suiça.
Não entendo como ela conseguiria fazer isso, mas é um absurdo as dúvidas e a falta de capacidade da polícia suiça de resolver um problema desses. Confusões à parte, o mundo continua de olho no carnaval.Ah o carnava

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009




Fuçando meu e-mail, encontrei algumas fotos do ano passado, que eu enviei para alguns amigos que moram fora e para os que não puderam participar de minha comemoração.
Foi tão bacana a noite. Tirando o aborrecimento com o estouro de um cano, que rolou embaixo da mesa de minha família e que deixou o ambiente com um cheiro horroroso, a dança, a alegria, o entusiasmo dos convidados, tudo foi perfeito.
Meu pai não gostou do lugar, mas entendo perfeitamente porquê.
Mas lembro de cada detalhe. Classifico o momento como uma noite que nunca esquecerei. Foi um aniversário que eu comemorei bem ao meu estilo (o sorriso não nega!).
Este ano completo meus 25 anos. E fico lembrando do dia passado, não pelos sofrimentos de tudo, ou pelos momentos tristes que existiram fatalmente, mas por saber que eu estou vencendo de alguma forma. Perdi algumas coisas pelo caminho: amigos, amores, carinhos, companheiros de momento importantes, empregos, tempo, dinheiro, envelheci, emagreci (e muito!), já tenho até cabelos brancos (que mico!).
Mas se eu párar para pensar (a nova regra ainda não me entra na cabeça!), eu vivo e isso é de fato o que me motiva a seguir em frente.
Estou nostálgica. A Rússia, a Argentina e todo um passado, me vieram à cabeça ontem,enquanto eu procurava o sonho perdido na calada da noite. Nenhum som, nada. A cama de solteiro, estava gigante, mas eu permaneci firme, agradeçendo e louvando todas as minhas capacidades mentais e físicas de enfrentar toda e qualquer ventania.
Alegria, alegria, carnaval na avenida (tudo passa!).



Se eu fosse uma pessoa mau amada e infeliz e não estivesse bem resolvida, jamais postaria uma foto como esta, fazendo uma careta dessas em meu último dia de aula.
Ainda me lembro bem quando me preparei para a pose. E quando vi o resultado quase morri de rir.
Um dia lindo, uma noite maravilhosa. O alívio, a felicidade de realizar uma das etapas mais importantes pelo qual eu passei e sobrevivi.
Sinto que a minha formatura, foi mais um daqueles marcadores de página que nós colocamos enquanto escrevemos nossa história.
A evolução de um espírito conturbado, mas que não teme em realizar todo e qualquer objetivo.
Com caretas ou não, que venha a vida. Eu quero viver!
Acabou o prazo de entrega dos documentos dos participantes da seletiva para a ocupação da vaga de uma colega minha, muito especial, digamos assim.
Não contei quantos são, mas algo em torno de 30 pessoas.
O último a entregar, chegou com 20 minutos de atraso, mas acabei concedendo essa oportunidade. Teve uma que eu não consegui avisar do prazo, então ela acabou indo embora. Mas não me pareceu ter ficado abalada.
Alguns me fazem perguntas que eu não posso responder. Outros me pedem uma certa força, acreditando que eu tenho como interferir em algo. Teve outra que me perguntou se eu era diplomata. Respondi que se isso era um previsão, eu esperava que fosse certeira.
Teremos dois dias de espera até que o resultado da primeira etapa saia. Que seja conforme o previsto. E que venha o melhor!
As minhas previsões à respeito da convocatória para o cargo de Assistente Administrativo estavam teoricamente erradas. De 65 editais distribuídos, já recebi quase 20 curriculuns. E a entrega será até hoje as 15h00.
Eu fico tentada em olhar o material, mas prefiro não fazer isso. Se pedirem a minha opinião, eu darei, se não, bico caladinho.
E claro, mesmo conhecendo algumas pessoas, eu não falarei nada, não por egoísmo, ou por inveja. Mas eu ainda sou extremamente observada e controlada. Opinar demais pode ser algo ruim para mim. Então eu prefiro aceditar que a potencialidade de cada um será avaliada da melhor forma e que ficará na vaga, quem realmente precisar de desenvolver seu lado profissional e intelectual.
Hoje eu acordei daquele jeito: irritadíssima e de mau humor hehehe.
Alguém te a receita para acabar com as noites de insônia?
Ah é sexta-feira 13. Alguém acredita nessas baboseiras de não passar embaixo da escada, em gato preto e todo mistiscismo que envolve esse dia?.
Carnaval, finalmente é na próxima semana. Me livrarei das vinhetas com aquelas mulheres hiper obesas, com roupa cobrindo todas as partes do corpo e daqueles sambas e enredos cobertos de letras importantes. Finalmente a vida volta ao normal e o Brasil começa suas atividades descentes.
O horário de verão também nos dará um certo alívio.
E o fim de semana promete beijos e afagos.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Meu chefe me contou que eu perdi uma cena de filme. Andaram prendendo algumas pessoas aqui perto do meu serviço. Eram homens lindos, fardados, musculosos.
Tudo isso aconteceu, pouco tempo depois que eu resolvi ir moscar em casa.
Ah nem acredito que perdi essa cena maravilhosa!.
Faz uma semana que Kenianos estão tentando um visto para o Peru. Conseguir visto é importante para um monte de gente, mas no caso deles parecia ser algo muito mais importante que o normal.
suspeitei de que algo estava errad, os achei muito nervosos, e hoje descobri, que, perdi uma cena de filme.
Dois queniani foram presos por tráfico de drogas. Iso tudo deposi de eu ter ficado horas conversando com eles, em meu mais perfeito do ingréis, meia boca, que eu passei anos tentnado aprender, e acabei nem aprendendo bulhufas nenhuma. Eles afirmavam que estava entendendo tudo, logo, me senti aliviada.
Mas não fiquei aliviada em saber que perdi um dia maravilhoso, onde vários políciais estiveream aqui em frente ao meu humilde trabalho. Homesn musuclosos, de óculos, de farda. Ah com eu fiquei p da vida.