sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Teste de personalidade!



O SEU TIPO DE PERSONALIDADE É:
“CÔNSUL”
(ESFJ-T)
- MENTE -
Extrovertido
Introvertido
48%
- ENERGIA -
Intuitivo
Observador
8%
- NATUREZA -
Pensante
Sentimento
79%
- TÁTICAS -
Julgador
Explorador
80%
- IDENTIDADE -
Assertivo
Cauteloso
99%
“Incentive, estimule e fortaleça um ao outro. Porque a energia positiva que se espalha para um, será sentida por todos.”

Deborah Day
As pessoas que compartilham o tipo de personalidade ESFJ são, por falta de uma palavra melhor, populares – o que faz sentido, visto que também é um tipo bem comum de personalidade, com cerca de 12% da população. Na escola, os ESFJs são as líderes de torcida e os jogares de futebol, ditando a moda, sendo o centro das atenções e liderando suas equipes para a vitória e a fama. Mais tarde na vida, os ESFJs continuam apoiando seus amigos e amados, organizando reuniões sociais e se esforçando para que todos estejam felizes.
Nos seus corações, as personalidades ESFJ são criaturas sociais, e prosperam para ficarem atualizados com o que seus amigos estão fazendo.
A discussão de teorias científicas ou o debate sobre a política europeia provavelmente não irá captar a atenção do ESFJ por muito tempo. Os ESFJs são mais ligados na moda e na sua aparência, seu status social e sua relação com outras pessoas. Assuntos práticos e fofocas são os que o mantém, mas os ESFJs farão o possível para usar seus poderes para o bem.

RESPEITANDO A SABEDORIA DA LIDERANÇA

Os ESFJs são altruístas, e levam a sério sua responsabilidade de ajudar e fazer a coisa certa. Ao contrário dos colegas Diplomatas (NF), as pessoas com o tipo de personalidade ESFJ irão basear suas morais em tradições pré estabelecidas e em leis, seguindo a autoridade e as regras, ao invés de encontrar a moral na filosofia e no misticismo. É importante para os ESFJs lembrarem-se, porém, que as pessoas tem diferentes origens e perspectivas, e o que parece certo para eles nem sempre é a verdade absoluta.
Os ESFJs amam servir, aproveitando qualquer papel que lhes permita participar de uma forma significante, desde que saibam que estão sendo valorizados e apreciados. Isso é especialmente aparente em casa, e os ESFJs são parceiros ou pais leais e devotados. As personalidades ESFJ respeitam hierarquia, e fazem o máximo para se posicionar com alguma autoridade, na casa e no trabalho, o que permite que eles mantenham tudo claro, estável e organizado para todos.

BRINCADEIRAS NÃO SÃO SÓ PARA CRIANÇAS!

Com seu jeito extrovertido, os ESFJs podem sempre ser vistos em festas – eles são aqueles que fazem questão de conversar e rir com todo mundo! Mas a sua devoção vai além de socializar como um dever. Os ESFJs realmente gostam de saber sobre os relacionamentos e as atividades de seus amigos, lembrando cada detalhe e sempre prontos para falar sobre tudo com cordialidade e sensibilidade. Se as coisas não estão certas, ou há alguma tensão na sala, os ESFJs percebem e tentam reestabelecer a harmonia e a estabilidade do grupo.
Os ESFJs são contra conflitos, por isso passam um bom tempo estabelecendo a ordem social, e preferem planos e eventos organizados ao invés de reuniões espontâneas e atividades ao ar livre. As pessoas com esse tipo de personalidade se esforçam bastante nas atividades que eles organizam, e é fácil se machucarem caso suas ideias sejam rejeitadas, ou se houve falta de interesse nelas. Novamente, é importante para o ESFJ lembrar-se de que todo mundo vem de lugares diferentes, e que o desinteresse não é uma crítica a eles ou a atividade organizada – simplesmente não é a praia deles.
Conciliar a sua sensibilidade é o maior desafio do ESFJ – as pessoas irão discordar e irão criticar e, por mais que machuque, é apenas uma parte da vida. A melhor coisa para os ESFJs fazerem é o que fazem melhor: ser um modelo a ser seguido, cuidar do que tem capacidade para cuidar, e aproveitar o quanto as pessoas apreciam os esforços feitos por eles.
ESFJs Famosos:
Bill Clinton

William McKinley

Jennifer Garner

Tyra Banks

Danny Glover

Nancy Kerrigan

Sally Field
“Dean Winchester” de Supernatural

“Mónica” de Friends

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Planos para novembro

Novembro chegou e conforme planejei, descansarei de casamentos.
Depois de um ano intenso, decidi tirar 4 finais de semana para fazer outras coisas. Coisas simples, como fazer nada por exemplo. Confesso que foi difícil conseguir me imaginar sem trabalhar um fim de semana. Porque quando eu não sou escalada ou não tem casamento, ok, mas decidir, escalada, que não irei trabalhar, doeu em mim. 
E isso não é porque me ache importante e ninguém vai sobreviver sem mim. A questão é que eu me condicionei ao trabalho aos finais de semana e eu não consigo viver sem isso mais. 
Mamãe sempre me disse que tudo demais é veneno. E eu venho aprendendo isso de uma forma cansativa. Eu sou viciada em trabalho. Gosto de estar em ação, seja no Ministério, seja com os casamentos. Gosto de planejar, executar, de colocar os braços ao trabalho, todos os dias. Tem domingo que eu resolvo faxinar, com a ideia de que o corpo não pode acostumar com preguiça.
E me culpo quando faço nada. Melhorei bastante. Quando casada era irritante. Como não tenho mais quem irritar e não gosto de mexer com meu humor pessoal, ultimamente até que tenho tentado pelo menos sair de casa para algum programa sozinha mesmo, mas que não me leve a trabalhar, no lugar de descansar.
O mais engraçado dessa pausa é que antes de ontem descobri que fui convidada para um: casamento. Pois é. De inicio pensei em não ir sabe? Justamente porque me conheço e não vou relaxar. Mas aí pensei: quer saber, vou sentar no fundo da igreja e se tiver open bar vou colocar a cadeira ao lado e dançar a noite inteira. Preciso me descontrolar as vezes, no sentido de parar de me cercar de trabalho, pensamento sobre trabalho, assunto sobre trabalho e por aí vai.
Estou animada para essa pausa. Férias mesmo, se a crise deixar eu completar um ano de empresa, só depois de julho do ano que vem. E não sou eu quem decido, logo espero que eu consiga em novembro de novo. Gosto de descanso em novembro. 
Gosto (aprendendo) de apenas fazer nada. Espero conseguir.

P.S: a agenda está intensa. Tem festa de 30 anos, 2 festinhas de criança, barzinho, restaurante de amigo. Se tiver mais algum convite, tem espaço na agenda.

Beijos e beijos. 

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Há 10 anos.

Mais ou menos nesta data, não sei precisar se foi 28 ou 29 de outubro, comecei em meu segundo estágio. Mas para mim, este estágio foi o início do que eu chamo atualmente de vida. Ali, mesmo tendo sido os meus piores 4 meses profissionais, eu percebi que tinha sim nascido para ser Secretária e que apesar do meu chefe na época me dizer que eu deveria mudar de profissão, eu persisti e sou muito feliz na minha profissão, que me escolheu e me acolheu.
Não foram os 10 anos mais legais de minha vida, devo confessar. Apesar de ser apaixonada pela profissão, por diversos momentos eu acreditei no que me diziam de negativo. Em meus últimos 3 meses aliás, em meu novo emprego, que não é mais tão novo assim, eu duvidei diversas vezes de mim e da minha escolha profissional. Chorei algumas vezes lembrando do chefe que comentei no começo do texto. Ele afirmou tão categoricamente que além de tudo eu era burra, que por várias vezes pensei que ele tivesse razão.
Mas olha que coisa! Em 10 anos eu acumulei tanto amor, vindo de pessoas variadas, que sempre me incentivaram, me empurraram para frente: professores, colegas de sala, colegas de outros cursos, chefes, colegas de trabalho e pasmem: inimigos. Sim, porque eu preciso transformar tudo de ruim que me desejam em ponte para alcançar o outro lado do rio.
Eu espero que Deus me dê muita saúde, humildade em meu coração, muito amor, para que eu possa ser feliz profissionalmente, para que eu continue com essa vontade de ajudar, de crescer, de melhorar. E principalmente eu peço a Deus por todas as pessoas que sempre me amaram e confiaram a mim suas orações e amizade. 
E para finalizar, que venham mais 10 anos, mais 20...  Estou muito feliz por ter alcançado este marco e estou de fato, cada dia mais apaixonada pelo que eu chamo de vida.

Beijos e beijos!

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Cobranças

E mais uma sexta que chega ao fim. Mais uma semana que se arrastou. E pelo qual eu só não passei por osmose porque Deus tem me dado muita força e serenidade e sei que grande parte dessas pequenas vitórias são orações sinceras de quem me ama.
E nesta semana eu atravessei um caminho um pouco pesado devido ao fato de que eu sou muito cobrada. E não digo apenas no trabalho. Eu me cobro demais. Principalmente me cobro ser uma fortaleza que eu sei que não sou. E em casa, quando o corpo repousa depois de mais de 10 horas de trabalho, eu choro.
Ando muito cansada de dar tanta explicação. De ter que sorrir mesmo com uma vontade enorme de cair em prantos. De dizer que está tudo bem, quando nada está. De ser confiante quando tenho muito medo. De me sentir linda, quando tudo o que eu quero é estar de pijama de gatinho, comendo pipoca e de pernas para o ar.
O que mais me dá uma tristeza de fato, é a falta de respeito das pessoas. O desrespeito à minha profissão de Secretária. Ao fato de que mesmo não sendo uma Cerimonialista renomada, dou o mesmo duro que muitos outros por aí para que tudo saia como o planejado. As caras amarradas porque eu me dei bem com uma pessoa, ou porque tenho duas ou três amigas a mais. O desrespeito ao fato de que sim encalhei, mas não estou gritando desesperada por sexo. E isso leva aos homens acharem que independente de serem casados, ou terem namorada, podem me iludir. O desrespeito ao fato de que eu não sou assim tão evoluída, nem assim tão madura para aceitar o quê? a falta de respeito.
A verdade é que viver dá muito trabalho. E que eu escondo muito do que sou, penso, sinto e quero, para não magoar as pessoas. E o que recebo em troca? As vezes ironia, patada, desconfiança, piada, um fora, uma iludida. E o que eu preciso dizer é que se eu não for para o seu nível de amor, amizade ou qualquer outra coisa não se aproxime. Se for para me dizer hoje que eu sou linda, e amanhã que você se enganou e prefere voltar para os braços do seu amor, não se aproxime. Se for para me derrubar, me xingar, e me desrespeitar, tanto pessoalmente, quanto profissionalmente, não se aproxime mesmo, não fale comigo e desapareça antes de encostar em meu braço.
Estou extremamente cansada de apenas passar por esta vida, achando que sou demais, quando no fundo, a maioria das pessoas me quer distante de si. Então, permaneçamos longe, pelo cosmos, pelo sorriso que eu gosto de rir e mereço.

Bom fim de semana. 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

E já se passaram 3 meses!

De forma surpreendente e até o momento eu diria com um pouco de drama, cheguei ao trimestre decisivo aqui no novo emprego que já não é mais um novo emprego, afinal, passei dos 3 meses. 
Se você me perguntar se estou feliz, eu não direi sim. Mas também, em tempos de crise total, eu diria, olha está massa, estou aprendendo ao máximo e sim, essa é mais pura verdade. O aprendizado é intenso e diário. 
No primeiro mês, eu fui bem novata mesmo e cometi alguns erros absurdos. No segundo, a pressão começou a bater, principalmente interna e ao menor sinal de erro eu entrava em pânico. No  terceiro, comecei a colocar um pouco de minhas características no que eu venho desenvolvendo. Sem abuso da sorte. 
Falta àquela adaptação ao fato de que eu não tenho acesso ao meu chefe como eu tinha na ASI e aqui eu tenho mais duas coleguinhas. E aí amigos, que é preciso respiração em dia, equilíbrio e muita fé em Deus. Porque eu não sou hipócrita ao dizer que somos melhores amigas. Somos colegas, tentando exercer nossas funções individuais juntas. Nem sempre, e eu diria que raramente sai algo em perfeita ordem, mas acho que não é das piores relações, em se tratando do fato que deste trio, duas são arianas.
Outra coisa que eu não nego é que eu sinto muita falta do antigo emprego e conto nos dedos de quem eu sinto falta no trabalho e sim, uso as mãos e os pés. Sinto falta da liberdade que eu conquistei, principalmente de opinar, de pensar, de falar o que eu sentia e de ter não só chefes, mas grandes amigos. Mas sempre soube que ao sair minha vida voltaria ao estado zero e eu teria que lutar tudo novamente pelo meu lugar ao sol.
Mas aí vem o drama: vão demitir 50 secretárias até o fim do ano e eu estou muito preocupada. Confio em minhas habilidades e capacidades de sobrevivência à várias bombas atômicas pessoais (sou uma barata). Não confio no mercado de trabalho e na crise que ronda o nosso país. Ronda não, está aí mandando e desmandando. E eu fico realmente achando que se eu ficar desempregada eu vou dar uma leve surtada. 
Tento não pensar nisso. Me apego à fé, entrego minha vida e a de minhas colegas e meus colegas nas mãos de Deus e principalmente que nada aconteça sem que seja para uma melhoria futura. 
Aproveito este texto fofo e cheio de pequenos medos, para agradecer a muitas pessoas que super acreditam em mim e já posso agradecer uma galera bacana que já fiz amizade aqui. 
Me sinto amada. Logo, que eu nunca deixe de acreditar nesse amor. E assim, desempregada ou não, eu continue lutando. E sorrindo. 

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Feliz dia da Secretária - novamente e sempre!

E o dia termina para as pessoas comuns. Para mim, o dia ainda tem umas 3 horas. 
Nesta pausa que eu me dou ao longo da jornada diária e louca do meu novo emprego, que não é mais tão novo assim, venho agradecer às mensagens e ao chocolate que ganhei hoje pelo dia mais especial para mim, depois do meu aniversário: o dia do Profissional do Secretariado Executivo.
E este ano tem uma sabor mais gostoso: completo 10 anos de profissão! Caracas em? Acho que nem em meus melhores sonhos imaginei que chegaria tão longe em algo.
Antes de me apaixonar pelo Secretariado, sonhava em ser Jornalista. Sonho ainda, mas quando lembro de 4 anos estudando mais toda a luta para me estabilizar, desisto. E esse sonho eu adormeço também porque eu sou completamente alucinada pela minha profissão. Agradeço a Deus todos os dias pelo meu diploma, meu registro, minha trajetória e agora, meu emprego.
E não vou ficar aqui dizendo o quanto é uma profissão difícil, complicada, porque na real: todas são. Ou vocês acham que o meu hobby, o cerimonial, é algo simples? Não! E eu super respeito quem acorda cedo e rala, independente da profissão. E eu super admiro que por necessidade, ou não, trabalha à noite, 30 horas, 7 dias na semana, não tem férias... Olha, que dádiva! E em tempos de crise, que todos sejamos os melhores profissionais.
E aos colegas e às colegas; às pessoas que me acompanham nos últimos 10 anos; e como disse uma amiga minha: viram nascer essa profissional competente: o meu muito, muito obrigada pelo amor, carinho, fé e por não desistirem de mim.
À Deus meu eterno carinho por me guiar nesta escolha que fiz com toda convicção e paz no coração. 
E que venha a aposentadoria digna. Até lá, sempre dando o meu melhor. 

Beijos!


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Desintoxicação da vida social - blog e afins.

Bem, não tenho escrito no meu amado blog tanto quanto escrevia, mas a verdade é que meu novo emprego, que já nem é tão novo assim, me consome muito e pasmem, não descanso muito (novidade).
E entre uma queda e outra, entre uma descoberta e outra, entre um chute na cadeira e um tropeço no próprio pé, me mantenho "firme". Assim entre aspas mesmo, porque de firme não tenho nada.
E resolvi reler uns textos muito antigos e outros nem tanto, e em uma ligação que eu fiz e depois de um momento de tensão, decidi de fato cumprir com uma das minhas promessas. Promessa essa que já escrevi vários textos falando que ia confirmar, mas que eu burra e ouso dizer, inocente, achei que nham era coisa de momento.
Mas cansei de ouvir que meus textos são ruins. Que eu só escrevo bobagem no face. Isso eu sei que não é opinião geral da nação. Sei que tenho leitores e pessoas que curtem meus posts, meus textos, minhas opiniões. Tem gente que adora as fotos das meninas. Que gosta das fotos do meu trabalho de Cerimonialista. Mas não é por essas que vou me silenciar.
Vou me silenciar por quem no silêncio de suas mentes ou nas conversas aleatórias, me acham bocuda, linguaruda, e que sempre criticaram minhas opiniões.
Acho que estou um pouco cansada de ouvir isso tudo calada.
Acho que realmente está na hora de amadurecer. 
Acho que sim, não sou um Paulo Coelho, porque me comparar à Machado de Assis seria uma ofensa milenar. Não sou e pelo visto nunca serei a jornalista que minha veia carrega, simplesmente porque envergonho e sei que o pouco que almoço não me dá forças para lutar.
E eis que essa decisão de me desintoxicar das redes sociais, do blog, instagram e usar o whatsapp somente para meus contatos com os casamentos que já tenho, que na verdade só tenho mais um e com as empresas para o qual trabalho, eu já vinha ensaiando há algum tempo e espero de coração que eu consiga superar. Afinal de contas, passei tanto  tempo escrevendo em diários e indo à igreja para ter uma vida social, que acho que dou conta. Assim, evito até ter vontade de farras sem sentido, amizades que não me querem e me livro do sentimento de que não estou agradando. E fico mais na minha, já estou me adaptando. Falta bem pouco.  

E agradeço de coração mais puro e sincero a quem mesmo detestando meus textos  acreditou em mim. Mas eu cansei de lutar contra. Quem sabe com um pouco mais de maturidade eu aceite quem eu sou. Enquanto isso, a opinião de quem me é importante, é intensa sobre quem eu nem sei quem sou.

Super beijo. 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

A casa da Karla rica

Estive viajando sobre com seria meu casamento caso eu nadasse na grana. Pois é, gostei da ideia e agora estou pensando em como seria minha casa grande, arejada e clara, caso por acaso ou opção 1) eu ganhasse na mega sena ou opção 2) casasse com uma homem bem rico. A verdade é que continuaria comas minhas raízes, mas estaria aberta a opções mais criativas. 


nice

Primeiro item da minha casa grande seria um closet, com espaço até para nada. Sou tão aterrorizada com guarda roupa pequeno que sério o investimento em espaço para minhas mudas de roupa seria absurdo. 

paint color - mannequin cream 2152-60, Benjamin Moore

Não me importo de não ter banheira, mas caso tenha será legal. Mas o que mais levarei em consideração, assim como o closet, é o banheiro. Sério, adoro banheiro grande, arejado, para ter momentos de sossego e meditação, se é que vocês me entendem.

Beautiful bedspread and white walls // #bedroom

O meu quarto, com certeza, seguiria o meu padrão minimalista. Quarto para mim é para dormir, logo no máximo a cama e uma mesa de cabeceira para os livros e um abajur. Esse quarto acima me deixou tão animada. Acho que não preciso esperar ficar rica para ter um né? Apesar de tudo ter uma cama de casal não me é um bicho de sete cabeças não. Mas no momento mal cabe a de solteiro onde moro.

Just lovely

A vantagem de eu ficar rica seria realmente não ter que cozinhar. O que não significa que eu não teria uma cozinha bem grande para a cozinheira fazer minhas comidas preferidas. Adoro cozinha com partes escuras, e essa acima me encheu os olhos de alegria. A minha cara!


LOVE this idea! A couch bar! Perfect for man cave or theater type living room our even the holidays!



BAR: Amazing Statuarietto Marble counters - The Nolitan / Grzywinski + Pons

Sim em minha casa eu teria uma sala de TV com um estilo como o da primeira foto onde a pessoa poderia ficar deitada no sofá, ou sentada na mesa ao computador.
E sim, eu teria um bar! Ah amei! eu sei que eu queria uma biblioteca, mas um bar não seria má ideia né? Eu ganharia mais uns mil amigos de cara!



Modern outdoor pool #decor


E para fechar com chave de ouro a minha viajada para Marte, uma piscina. Eu sei que é contra tudo pelo qual eu luto, principalmente na questão do consumo de água. Mas olha só, é um sonho meu, não sei nem se mesmo rica eu teria coragem de ter tudo isso, em um lugar grande e que me diferencie demais das outras pessoas. Mas uma piscininha não iria cair mal né?


Pois é. Não sei quantos quartos teria a minha casa de fato e nem sei se eu a teria nessa dimensão toda. Quem me conhece sabe que o meu discurso com relação ao dinheiro é realmente de ah não precisamos disso tudo, então provavelmente eu pensaria mil vezes antes de ter algo assim. Dizem que a gente se acostuma a ser rico. Bem, no meu caso, por enquanto está bom. 




O meu casamento de rica

Digamos que eu resolva gastar toda a minha fortuna com um casamento. Ou quem eu noivo seja um cara muito rico e decida investir nisso. Como eu, Karla, faria? Como seria o meu   casamento em caso de grana na mão e  zero preocupação?
Vejamos algumas inspirações.


Black gold


Para começar Ferrero Rocher. Sim. Em todos os lugares da festa. Amo e é um dos poucos chocolates que consigo comer. Isso de cara já sugere que a cor base do meu casamento ostentação seria: dourado e com nuances de preto e branco.

Black + Gold

Todos os meus quase 500 convidados receberiam um mimo. Achei o formato do presente na foto muito legal. Sempre tenho em mente algo útil tipo um relógio para os homens e uma pulseira para as mulheres. 

Black and Gold Wedding Ideas. See more from White Mischief at http://bit.ly/1ig57mv

Como eu sei que não me casaria na Igreja, aqui está a decoração da cerimônia. Amei a combinação. O lustre. Os arranjos. Simplesmente tudo o que eu sonhei. As cadeiras seriam pretas. 


so pretty

O bolo seria de fato o meu único obstáculo na questão de ah estou gastando mesmo! Porque eu não curto mesa de bolo nos moldes tradicionais brasileiros não. Prefiro o bolo ali para umas fotos básicas, tipo no meio da pista de dança e depois adeus. Então seria algo realmente simbólico, não precisando estar em harmonia com a festa mesmo. Amei esse. E detalhe: para mim sempre tem que ser bolo, gosto de ver o bolo sendo destruído =) Ah e sem topo. 


Modern Wedding Dress

Com relação ao vestido eu não fugiria do que acredito. Talvez não usasse nada curto, mas seria bem clássico, sem renda, e frufrus. Seguiria a linha do que acredito ser o melhor para curtir a festa sem amarras, com um vestido fluído, leve, gostoso de andar e dançar até o dia clarear.

Bem gente, seria mais ou menos isso. O que eu acredito que mesmo tendo grana para ostentar, eu faria algo mais clássico e com certeza animado. Acho que seriam umas 12 horas de festa, com banda, com lanchinho e café da manhã. Teria muita bebida, muita alegria e muitos beijos e claro, amor. 

Não custa nada sonhar né?










terça-feira, 8 de setembro de 2015

Não sou feliz 24 horas por dia.

Uma fofa e linda garota veio me perguntar como eu consigo ser tão linda, tão realizada e tão feliz.  
Ok gente, nas fotos do facebook é fácil enganar né? Também é fácil não enganar. Depende mesmo da foto e julgo dizer, do ângulo. 
A verdade é o seguinte: eu não sou feliz, não sou realizada e não sou linda. Eu tenho dias felizes, tenho dias de realização e tenho dias em que estou linda. Mas tem dias que eu quero morrer, que eu quero que o mundo se acabe em cerveja para eu me afogar nele, que eu me sinto gorda e que nada no meu guarda roupa me serve e eu sempre me desespero quando recebo meu salário, pois para mim o dinheiro nunca vai dar. Neste momento estou um pouco infeliz no meu lado profissional, estou bem afastada de algumas pessoas especiais, me sinto um pouco encalhada e sim, engordei 6 quilos e mesmo sabendo que isso é uma vitória pessoal, eu não deixo de reclamar.
Só sei que entre um aconselhamento e outro eu disse para minha coleguinha algumas verdades sobre mim, verdades que nem sempre eu saio falando aos quatro ventos, porque o mundo é hipócrita e adora julgar a vida alheia.
Mas a verdade que mais choca é justamente a de que mesmo com todas as dificuldade que enfrento, não troco a vida que eu tenho hoje por nenhuma outra que já tive. A verdade é que eu detestei ser casada, não tenho vocação para ser esposa nem mãe; eu adoro minha liberdade, minhas loucuras; meus casos de duas horas; minha cervejinha com a mamãe; adoro trabalhar sábado e domingo, chegar em casa e deitar com meu pijaminha de gatinho com meias de gatinho (sim eu durmo de meia e coberta independente do tempo) e conversar com Olivia e Abigail como se elas fossem minhas filhas adolescentes, porque eu amo crianças, mas gosto mais ainda quando as devolvo para seus pais. Eu vou para um monte de lugares sozinha, menos cinema (já falei que detesto cinema né?). Trabalho com meus casamentos sem carro e morro de rir com as pessoas me achando retardada pela coragem. Sou fofa quando quero, educada sempre, honesta, pago minhas contas e não quero ninguém, além de quem paga meu salário e meus pais amados, me dizendo de fato o que devo fazer (já morro de medo de ser quem sou, imagina com um monte de gente me criticando?). Não sou fria, nem romântica e estou sim muito bem sozinha. Tá, tem dias que rola uma vontade de um paranauê mais diário, mas tenho achado 95% dos homens de Brasília chatos e eu não tenho tempo para romances cibernéticos e o Tinder me trouxe algumas furadas. 
Antes de me separar meu ex me disse que meu defeito era querer ser feliz todos os dias. Quase dois anos depois eu aprendi que realmente não dá para ser feliz todos os dias. Aprendi que a vida é feita de pequenos gestos. De sorrisos rápidos, lágrimas também. De realizações sinceras e ódios também. O lance todo é manter o equilíbrio, porque ser feliz demais pode ser depressão, infelicidade também. 
E para finalizar, eu não me sinto de fato sozinha, pois preencho meu coração em favor do outro, realizando do meu jeito os sonhos dos outros e aí, como se sentir sozinha quando pelo menos 3 vezes no mês presencio casais dizendo sins sinceros e cheios de amor? Como me sentir sozinha se sou Secretária Executiva, se trabalho no que amo, se amo cada dia mais aliás, se tenho saúde, sonhos e muitos voos para alcançar? E nessa caminhada tenho comigo as melhores pessoas? Impossível gente!. Seria muita ingratidão com Deus. 
Não dou tempo para o tempo ruim. Vivo o que preciso viver, porque entre um dia e o outro há uma noite e é ali que as coisas se resolvem.

P.S: este texto é para você coleguinha linda que está passando por um momento ruim, de solidão, de se questionar, de querer que o mundo acabe em cerveja. É para você que assim como eu reclama da vida, mas aí percebe que não adianta. O meu conselho: coloque em seu coração uma placa de A.A: um dia por vez e o que vier é lucro. 

Beijos e ótima semana!!! 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

E agosto passou. Setembro chegou.

Passados 4 dias do mês de setembro, sinto um certo alívio. Porque eu tive um dos piores meses em meus últimos humildes 31 anos de vida. Agosto de 2015 entrou para a história. 
Os dias se arrastaram. Stress quase todos os dias. Vários momentos de dúvidas. Outros tantos chorosos. E muita, mas muita solidão. Também rezei pra caramba, porque né? Como sobreviver a algo tão ruim se não for orando muito. Rezando. Fazendo mandinga?
E cada dia de agosto parecia que fazia brotar outro. E em vários momentos eu quase quis me afogar no vaso sanitário, pular do meio fio. Foi algo surreal. 
Muita gente teve a mesma opinião que a minha, tanto é que assim como eu, muitas pessoas se manifestaram no facebook no primeiro minuto de setembro. Não resisti e comentei. 
Sempre soube que agosto era considerado o mês piorado do ano, mas neste em específico, tive absoluta certeza. Aí me lembrei que me casei em agosto, então não ligava para isso, pois era feliz né? Até ter vivido os 31 dias mais bizarros da vida. 
Mas sobrevivi, sobrevivi fortemente, recebendo muitos conselhos, abraços carinhosos. Saí duas vezes, trabalhei para caramba, como sempre, e aqui estou, me preparando para um mês que começa oficialmente para mim amanhã. 
Amanhã realizo o primeiro de 3 casamentos que irei coordenar e vocês não imaginam como estou aliviada por finalmente ter chegado. O de amanhã, 05/09, tem uns 8 meses que vem sendo planejado. O do dia 13/09 um pouco mais. E o do dia 12/09 planejamos em menos de 2 meses. E eu estou muito feliz, emocionada, e grata. Bate um nervoso normal, uma ansiedade gostosa e principalmente, amor. Amo cada um desses casais que confiaram em mim, na minha equipe e que estão certos de que darei o meu melhor do melhor. Sei que infelizmente uma coisa ou outra sai do roteiro, estressa, mas eu sempre digo para meus noivos: ninguém sai de casa com o pensamento de estragar o sonho alheio. A pessoa teria que ser no mínimo malvada, e com algum tempo trabalhando com isso, aprendi que só quem gosta muito que consegue  levar com sabedoria e fé o sonho de duas pessoas, sonhado as vezes com pouco dinheiro e muita gana de serem felizes.
E setembro chegou, renovando minha fé, me dando um sopro de esperança e casamentos lindos para cuidar com o meu coração. E me trouxe do nada um Chá muito especial, duas provas da Pós, que aliás continuo tendo altos problemas, e em agosto comecei o terrível TCC (aqui um agradecimento especial à Amiga Ex-Noiva, que passou um domingo me ajudando a pensar nele) e me trouxe os desafios de sempre, mas sei lá, ao menos ainda, não está sendo um mês pesado como foi o mês de agosto e só por isso eu já agradeço à Deus.
Sei que isso de mês bom, mês ruim, ou ano bom, ano ruim, é meio lenda urbana. Mas por precaução, começarei a ter mais cuidado com o mês de agosto daqui pra frente.

Bom feriado!
Bom setembro!

Um beijo!


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Saia Midi de segunda à sexta

Cada dia mais apaixonada pelo estilo e acho que anda combinando bastante com essa minha nova fase de vida, mais elegante novamente.

A classic combination of a fitted skirt and white button down works everywhere from work to a lunch with your girls.


Zara Nude Pink Coated Pleated Midi Skirt by



Onça + saia midi



I love this whole outfit: striped top, full midi skirt, tasseled shoes and glittery necklace!



The Midi Skirt