quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Antes do medo: a certeza. Depois da certeza: a paixão.

Estou sumida do blog, mas é que ando atarefada. O trabalho anda me consumindo e eu tenho cuidado de algumas coisas que me são importantes e que estão me fazendo um bem danado.
O calor na cidade continua tenso e todos rezamos para que caiam algumas gotas de água. O cerrado agradeceria e nossos pulmões também. Queimadas para todos os cantos, um sol de rachar o couro cabeludo. E dale água, protetor solar e paciência.
Sábado terei minha primeira aula de francês, pós-trauma da primeira prova. Medo de ver as burradas cometidas, mas aprendi mais uma vez que o idioma não entra por osmose, conforme sempre disse para meus alunos...Tenho fé, e vontade de aprender e como é um desafio, adoro desafios, vou conseguir.
Hoje, enquanto caminhava para chegar à casa de meu namorado, eu refleti sobre uma coisa que venho pensando há algum tempo. Será que tomo decisões baseadas na paixão ou na razão?.
E percebi que mesmo com todo fervor e paixão intensa que eu tenha pelas coisas e pessoas, as minhas decisões mais importantes, foram tomadas baseadas na razão. Mesmo que elas as vezes, tenham sido decididas em alguns dias....
Quando decidi que faria faculdade, foi assim. Fiz a prova, passei e falei para meu coração que eu agiria pela razão. Eu queria ser jornalista, mas eu tinha em minhas mãos a oportunidade de largar a vida de vendedora e tentar ser uma Secretária de verdade. Aquilo para mim era necessário e eu me empenhei tanto, que descobri um novo amor, com quem vivo até hoje, que é atuar em um mercado competitivo, mas prazeroso. E o sonho de ser jornalista ficou bem no passado. Ainda mais agora, quando percebo que tenho evoluído bem na área.
Quando saí de casa, também foi assim. Decidi tudo em um fim de semana e 15 dias depois, me mudava para a casa de minha amiga. Por mais que eu fossê apegada aos meus pais, eu decidi aquilo refletindo muito, conversando com pessoas que haviam tomado a mesma decisão e que me provaram que era possível. E eu sabia, que por piores que fossêm os momentos, eu os superaria e hoje, 2 anos depois, tenho plena noção da validade daquela decisão.
E agora, mesmo com alguns medos, eu tomei uma decisão, que irá mudar minha vida, mas que eu tenho plena certeza do que quero. Acredito nisso e tenho não só o movimento passional interno, eu tenho a pretensão de também analizar de forma profunda os fatos e bem, já verifiquei todos os ângulos, e sei que vai dar certo.
Quando finalmente cheguei na casa do namorado, eu tive certeza absoluta de que tudo que eu fiz até hoje, mesmo com quedas, tropeços e machucados, me fez conseguir obter um resultado positivo, e me sinto feliz.
E é isso que importa, antes de qualquer medinho e inseguraça.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Mais uma semana que começa bem quente na Capital.
O que posso desejar além de chuva?..Que seja uma semana muito boa para todos. Estou aqui na companhia da Duda (a cadela do namorado), esperando a hora de começar o trabalho.
Um beijo carinhoso!

domingo, 19 de setembro de 2010

Suspiros na prova do BNDES

Fiz a prova do BNDES e nem quero pensar muito nisso não. Passou, mais uma prova e se for para passar, que seja para o meu bem. Achei o tema da redação bom, algo sobre sonhos e o trabalho para realizá-los.
Lembrei de mim, enquanto redigia, mesmo não podendo falar de mim. E fiz isso, porque atualmente me sinto muito realizada. Trabalho com o que gosto, tenho uma família linda, tenho amigos especiais e tenho uma pessoa ao meu lado que me faz uma mulher feliz e tenho tantos novos sonhos...Só posso agradecer a todas as oportunidades que a vida me deu e peço muito que meus novos projetos também se realizem de forma a me transformar em uma pessoa cada vez melhor.
E redigi a redação agradecendo à Deus pela minha saúde, pela minha coragem de vencer e de cada vez me tornar uma profissional melhor, uma filha melhor, uma namorada melhor...Tantas coisas melhor e melhor...
O domingo foi especial ao lado do meu amor, meu grande amor, que tem compartilhado comigo de momentos especias e que tem sonhado comigo e aos poucos concretizando sonhos, muitos sonhos juntos. Que nossa relação se fortaleça cada dia mais e que crescamos cada vez mais e mais e ai...Suspiros de menina, sorriso de mulher...Eu te amo!

sábado, 18 de setembro de 2010

Prova difícil, humor melhorando, calor!

Fui péssimamente péssima em minha primeira avaliação de francês. Não sei o que eu tenho na cabeça tentando aprender isso!!. Mas espero melhorar na próxima né?. Também não posso me desesperar assim. Se eu aprendi o rusos, e olha, que lá eu não tive sei lá 5 meses de aula e o resto eu aprendi na marra. Eu irei conseguir sim. Acho que a dor de cabeça atrapalhou um pouco, me deu um branco em algumas questões bem bobinhas. A prova oral foi meia boca, mas consegui me expressar. O melhor foi a compreensão oral. Entendi tudinho do texto e tenho certeza que nessa eu tirarei a nota máxima.
Ou seja, não preciso cortar os pulsos, no fim vai dar tudo certo.
No mais, gente, sério, até quando tanto calor?. Nunca sonhei tanto com uma chuvinha. E acho que todos nós do Centro-Oeste estamso desejando o mesmo. Tá muito complicado, desanimado, feio, poerento. Haja água e bom humor para enfrentar as maluquices climáticas de cada época. Estou até sentidno falta do inverno em Moscou....
Quero ver se hoje consigo comprar um celular para minha pessoinha. Cansei do meu atual, que vive morrendo a bateria e me cortando no meio de conversas. E quando ele não resolve carregar, tenho vontade de atirá-lo pela janela. Um caos. Cansei dele. Tomara que eu consiga.
Daqui a pouco também irei para minha super aula, com meu super (?) aluno de inglês. Todos os sábados me pergunto a onde preciso melhorar, e confesso que sempre acho que tenho que recomeçar do zero com ele. Não sei se ele não me entende, se eu não ensino direito ou se ele não quer e não gosta. São momentos bem tensos, embora eu tente levar na esportiva e acreditar que irei melhorar na próxima. E é isso que eu espero cada vez que pego o metrô em pleno sábado as 13h00, e quando o vejo. Que tudo dê certo para ambos.
Vou ali descansar um pouco, antes de derreter rumo à finalização das tarefas do dia.
Acordei com uma putinha de uma dor de cabeça. Por sorte, tomei um café da manhã mega reforçado e já já poderei fazer minha primeira prova de francês mais tranquila (?).
Ontrm, eu e namorado não saímos, primeiro porque ele que tem alergia a camarão, acabou meendo em algo com o dito cujo e estava empolado e com dor de cabeça. Segundo, porque eu estava muito cansadinha. Unimos o mais ou menos útil ao agradável e capotamos.
Hoje temos uma festinha para ir e não ficarei até altas horas, pois amanhã é dia da prova do BNDES, com polo no Rio. Se eu passar, bem, aí ue penso no que farei.
Enquanto isso trabalhando mais que tudo, namorando mais que tudo e por merecimento e tentando sobreviver à rotina que estabelecemos.
Um bom fim de semana.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Com o horário de verão vem a nova etapa

Mais um dia sobrevivido.
Que calor que faz na cidade, meu Deus!. Mas eu adoro, fico mais alegre, meu visual fica mais alegre.
Terminei a primeira etapa da preparação da viagem do chefitcho para a China. Mais um guia preparado com muita dedicação e carinho. Por falar em chefe, ganhei um mega estojo de maquiagem diretamente de London-London...Um fofo né?.
Em breve o horário de verão, isso me leva a pensar que em breve é Natal e logo, logo, o novo ano.
Penso que estou feliz com as novas perspectivas, com novos sonhos. A vida tem me dado muita sombra e sorrisos.
Que tudo se realize no ano que vai nascer....
Meu signo do dia diz que estou forte e confiante, mas que não posso me empolgar muito. Ah, mas aí nem tem graça se eu não me empolgar!!..
Mas eu concordo. Tenho me segurado com tamanha euforia que domina meu ser. Manter o equilíbrio diante de tantas novidades e com tantas possibilidades positivas. Não deixar a peteca cair, caso, entre uma curva e outra acontecer de uma pedra atravessar o caminho.
Estou adorando estar com tanta positividade dentro de meu coração. Pode ser porquê estou amando e sendo amada, e não acho isso ruim, porque ainda não havia experimentado algo tão bom. Então, não fico me prendendo mais em tanto medo e nem me deixo desesperar em minha empolgação eterna.
Curtir e se curtido. Amar e ter a vida sob certo controle. A meta que anda me motivando a melhorar como pessoinha pequenina....

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Hoje eu vejo cores e confetes!

Depois de despachar um chefe, em breve envio outro para a China. Tem sido bem complicado, mas ao mesmo tempo divertido preparar a viagem. Fico até com vontade de ir junto, imagino que seja um país fascinante. Estou bem cansadinha por conta do trabalho, mas é o que eu sei fazer e estou cada dia mais feliz com isso.
Estou me preparando calmamente para minha primeira prova de francês e estou um pouco tensa. Também farei a prova do BNDES e estou preocupadinha.
Em meio a toda essa rotina, meu coração está calmo. Estou curtindo meu namoro, meu momento família e todas as conquistas diárias. Engordei e bem, ando sentindo algumas dores de barriga por conta dessa nova fase comendo bem. Mas irei ao Gastro e tenho fé de que melhorarei.
No mais, aulas de um lado, aulas do outro, corre para um lado e corre para o outro. Mas estou me sentindo bem e é isso que importa de fato.
Saudades de algumas pessoas, mas o que me alegra é perceber que estou entrando em uma nova era, mais madura e realmente sinto que alguns planejamentos que eram meus e só meus, estão começando a se realizar na medida correta. E tudo que eu faço é agradecer internamente por tudo e por todos que me ajudaram a chegar até aqui e que me fizeram amadurecer de forma que eu as vezes nem percebi.

O dia de hoje foi bom, mesmo com o calor dos inferninhos que faz na cidade. Estou curtindo aqui meus momentinhos casal com o namorado, em que ele lê e eu limpo a casa e depois ficamos de bobs. Até me lembro que eu nunca imaginei que um dia pudesse viver isso, mas como estou vivendo, que bom!. Que benção!. Que siga, que se prolongue e que só exista felicidade, ainda que o mundo pareça tão injusto e cinza.
Eu vejo cores e muitos confetes.
Beijos a quem em ama e me respeita.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sapato do mês

Ainda não comprei nenhum sapato em setembro. Ainda.
Mas em 10 minutos solta pelo Saara, eu comprei uma bolsa perfeita. E só não comprei o sapato porque o vendedor demorou. Também pudera, a loja estava lotada.
Eu queria comprar tudo para mim e para todos, mas me segurei e comprei pequenas lembranças minis para sobrinha, irmã e cunhado Ratattoulie; papai, mamãe; Amiga Biriteira; Amiga Aluna de inglês, Afilhado Guitarrista e só.
Sou muito amada né?. Mas sou pobre de marré...Imagina se eu fosse presentear cada serzinho especial em minha vida?. Teria que assaltar 5 bancos....
Tá...Não assalto um banco, mas passo num concuros e pelo menos 3 sapatos por mês quero garantir!.

Estou viva sim e feliz sim senhor!

Que semana!. Achei que vindo do Rio, eu estaria sossegada e serena. Engano total!.Tive de quarta até hoje para trabalhar por todos os dias em que nada fiz. Achei também que o corpo pediria arrêgo ou eu teria uma estafa absoluta.
Mas aqui estou, curtindo uma noite muito bacana com o namorado e a família dele, rindo, escutando musiquinhas e tendo a oportunidade de ser absolutamente normal.
Amanhã o dia será puxado também. Mesmo sendo sabadão, eu tenho aula de francês e dou aula de inglês plus inauguração do Centro de Estética da Amiga Biriteira e niver do sobrinho Futuro Engenheiro.
Mas se eu superei toda a correria e zona que foi o trabalho, certeza que tirarei de letra os momentos que serão bem divertidos na reunião familiar.
Também nesta semana cheguei ao meu primeiro mês de namoro, feito inédito, verificando o fato de que estou feliz e sinto que estou conseguindo fazer alguém feliz também. Me sinto plenamente capacitada, realizada e cheia de energia para comemorar quantos meses forem precisos.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O Rio é realmente lindo.

Felicidade é meu nome.

4 dias lindos no Rio de Janeiro, com meu amor e com pessoas maravilhosas.

Conheci a Lapa,o Maracanã, dancei funk na Confeitaria Colombo, senti a areia de Ipanema, me benzi diante daquele marzão azul e gelado, comi em lugares especiais, gastei dinheirinhos no Saara...

Eu teria que passar muito tempo descrevendo tudo, mas direi apenas, que foram dias em que eu me conheci, em que pude compartilhar momentos com pessoas queridas que entraram em minha vida para me mostrar o quanto eu sou realmente uma pessoa realizada.

Revi meu querido Almirante e pude participar deste momento especial da vida dele que foi o casamento do filho.

Me diverti, dei boas risadas, meditei diante de tanta beleza que é a Cidade Maravilhosa.

Só tenho a agradecer e peço a Deus que abençõe a família do namorado que me acolheu de forma tão carinhosa, que me proporcionou entender certas coisas que eu tinha preconceito e que me deram a chance de ser uma pessoa melhor.

Agradeço ao meu namorado por cada momento que tivemos juntos ali. Cada passeio com direito a explicações históricas e cada dia que pudemos nos conhecer mais e ter a certeza de nossos objetivos.

Que essas lembranças permaneçam de forma bem positiva em nossas vidas e que o sentimento de que valeu a pena, continue em nossos corações.

E que venham mais viagens, mais amor, mais felicidade para todos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Livro: Canto dos Malditos. Recomendo. Nota 9,5.



Dois anos e meio depois de ter sido recolhido de todas as livrarias do país por ordem judicial, Canto dos malditos finalmente volta às prateleiras. O livro de Austregésilo Carrano Bueno é um precioso documento sobre os abusos cometidos em hospitais psiquiátricos brasileiros e serviu de base para o premiadíssimo Bicho de sete cabeças, da cineasta Laís Bodanzsky. A nova edição conta ainda com um posfácio inédito, que dá ainda mais profundidade e atualidade à obra.
Canto dos malditos é um texto autobiográfico em que o paranaense Austregésilo Carrano Bueno narra sua via-crúcis pelos hospícios de Curitiba e do Rio de Janeiro. Aos 17 anos, em 1974, ele era um jovem rebelde, habituado a fumar maconha e a se drogar com medicamentos de uso restrito, embora não pudesse ser considerado um viciado. Certo dia, o pai de Austry, como ele era chamado, encontrou uma trouxinha da erva alucinógena em sua jaqueta. Sem nem ao menos conversar a respeito do assunto com o filho, ele o internou à força num hospital psiquiátrico de sua cidade, Curitiba, para desintoxicação. Foi quando começou o horror do autor.
Ao longo de um ano de internação, Austry foi submetido a dezenas de sessões de eletrochoque, além de ser obrigado a ingerir cerca de 15 comprimidos diários. Ele, que então se preparava para o vestibular, passou a viver cercado de enfermeiros sádicos, psicopatas ameaçadores e loucos que defecavam e urinavam por toda parte. No fim do "tratamento", o jovem rebelde e cheio de vida havia se transformado num ser abobalhado, sem vontade própria, incapaz de se concentrar em qualquer atividade ou mesmo de abotoar uma camisa, com o organismo repleto de substâncias químicas cujos nomes ele jamais saberá. E tudo isso foi feito sem que médico algum o examinasse ou lhe dirigisse a palavra, nem mesmo no ato da internação.
Quando saiu da clínica, Austry já não tinha condições de conviver com as pessoas ditas normais. Desajustado pelos eletrochoques, pela sedação pesada e torturas variadas, ele acabou sofrendo também nas mãos da polícia, que lhe proporcionou doses extras de humilhação e espancamento. O próprio Austry pediu para voltar ao sanatório – ele agora preferia conviver com os loucos, pois haviam-no transformado num deles. Até os 20 anos, ele foi internado em várias instituições psiquiátricas, sempre tendo todos os seus direitos desrespeitados. Austry passou dias e dias amarrado à cama ou trancafiado em cubículos escuros e imundos, semelhantes às solitárias das penitenciárias. Ele recebia injeções diárias, aplicadas sem o menor cuidado, o que lhe rendeu feridas, inchaços e infecções. Por vezes, quando implorava por um sedativo que lhe amenizasse as dores insuportáveis, tudo o que ele obtinha era uma nova surra, aplicada por profissionais de saúde irresponsáveis e criminosos.
Em julho de 2001, superados todos esses horrores – mas com traumas e seqüelas irremediáveis – Austregésilo Carrano Bueno publicou Canto dos malditos, em que relata todos os horrores por que passou. Antes disso, em 2000, seus manuscritos já haviam dado origem ao filme Bicho de sete cabeças, que conquistou 57 prêmios, oito deles fora do Brasil. Entretanto, em abril de 2002, o livro foi cassado e proibido de ser comercializado e divulgado devido a uma ação judicial movida pela família de um dos médicos citados no texto. Sob a alegação de calúnia e injúria, a biografia saiu de circulação.
Agora, adotado em 12 universidades, colaborando para a formação de profissionais de medicina, psicologia, sociologia e direito, Canto dos malditos finalmente pôde voltar às livrarias e bibliotecas, acrescido de um posfácio em que o autor conta detalhes do processo de cassação, explica como o filme de Laís Bodanzsky colaborou para a aprovação da Lei Federal de Reforma Psiquiátrica, defende a tese de que a omissão da sociedade e o regime militar foram os maiores responsáveis pelo que lhe aconteceu e apresenta o Movimento da Luta Antimanicomial, do qual faz parte. A nova edição também omite, por precaução, os nomes verdadeiros das pessoas citadas, embora a obra tenha sido liberada pela Justiça em sua versão original e completa.



Eu li. Eu chorei. Eu me indignei completamente. Eu assisti ao filme "Bicho de Sete Cabeças", com Rodrigo Santoro. Eu sabia que ele fora baseado em um livro. Senti algo diferente lendo. Porque mesmo a interpretação do Rodrigo tendo sido maravilhosa, ler ali na dura os sentimentos de quem realmente passou por isso, me chocou.

Não conheci ninguém que tenha sido internado por fumar um baseado. Não conheci ninguém que tenha vivido ou que viva em um hospício. E esse livro me deixou completamente transtornada internamente, porque a dor é tanta, que as vezes é inacreditável que alguém tenha conseguido sobreviver à essa tortura.


Consegui acordas as 04h45. Ansiedade é meu nome. Mas isso é bom. Já pensou perder a hora e ficar maçuca omo as pessoas do filme "Esqueceram de mim"?. Nossa que medo. Tinha pedido ao porteiro para me acordar, mas nem precisou. Eu sou muito organizada mesmo, viu?.Que luxo!.
Vou me arrumar lindamente. Ai que animação!.