Gripei de novo e é claro, rola o medo da bendita gripe. Quero ver se vou ao médico, por precaução né?.
O dia foi absolutamente calmo e sereno. Meu chefe viajando e eu contando minhas aventuras amorosas para o calega da repartição que morre de rir. Tento animá-lo, afinal, assim como eu ele está superando o fim de um namoro.
Os calegas da sala ao lado, hoje estava estressadíssimos. O chefe da seção quase derrubou a porta. Enviarei marcajuna para esse povo.
É a segunda vez que eu durmo de babar no bus. Gente, como ando cansada sabe?. Já estou começando a delirar. Em alguns momentos do dia sinto a brisa do mar e o gosto salgado da água. Olho a rua e vejo o mar. Estou entrando em parafusos de tanta vontade de desaparecer desta cidade.
Resolvi arrumar a casa ontem e acabei tirando algumas coisas do lugar. Óbvio minha amiga não as encontrou. Essa mania de organização e limpeza ainda vai me matar de raiva!.
Estou adorando a febre do Twitter. Adoro essas coisas, complementa o blog e ainda posso acompanhar algumas celebridades. Acho muito divertido tudo.
E por último eu queria desejar uma ótêma viagem à minha aluna que irá desfilar seu corpitcho pelas areias de Fortaleza. Ah amiga, divirta-se horrores, você merece né?. Afinal aniversário agora, só ano que vem. Saúde, paz e muita farra boa!
Beijo fofuchos..............Previnam-se da gripe em?. Por favor!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
Bobagens da noite que não aconteceu!
Ontem lá pelas tantas uma amiga da época de faaculdade para me convidar para sair.
Gente, deprimente a falta de grana e a gripe no corpo.
Tive que recusar. Sim, com muita pena, porque eu estava com uma imensa vontade de ver gente, muita gente, de preferência gente bonita e interessante.
Acabei tendo que ver um filme água com açucar que eu já tinha assitido há algum século e me resignar com a a gripe que consumia meu corpo lindo.
Hoje acordei em um horário normal. Fiz de tudo: lavei mais roupa, passei mais roupa, esquentei lasanha, dormi, acordei, mexi no computadosr e fui ao shopping olhar vitrines e comprar comida.
E agora estou aqui, tentando explicar para um carinha chato que a chance dele tentar me conquitar passou ano passado!
A fila andou, as pessoas precisam entender isso.
Ah, cansada desses tipinhos infames e feios!
A semana será muito boa, pelo menos eu desejo de coração que ninguém que eu conheço tenha a gripe A.......
Gente, deprimente a falta de grana e a gripe no corpo.
Tive que recusar. Sim, com muita pena, porque eu estava com uma imensa vontade de ver gente, muita gente, de preferência gente bonita e interessante.
Acabei tendo que ver um filme água com açucar que eu já tinha assitido há algum século e me resignar com a a gripe que consumia meu corpo lindo.
Hoje acordei em um horário normal. Fiz de tudo: lavei mais roupa, passei mais roupa, esquentei lasanha, dormi, acordei, mexi no computadosr e fui ao shopping olhar vitrines e comprar comida.
E agora estou aqui, tentando explicar para um carinha chato que a chance dele tentar me conquitar passou ano passado!
A fila andou, as pessoas precisam entender isso.
Ah, cansada desses tipinhos infames e feios!
A semana será muito boa, pelo menos eu desejo de coração que ninguém que eu conheço tenha a gripe A.......
Amando eu desabafo
Vivo no escuro. Procuro restos de minha mortalidade, espalhados pela vale de lamas coloridas.
Encontro pelo caminho ossos e teias de aranhas carnívoras.
Não uso roupas, meu corpo é coberto por brilhos que ninguém vê.
Planejo durante o dia, qual será a próxima vítima de minha ira infantilizada. Quem será que perderá sua bela alma, em nome de uma teoria criada por mim, enquanto ainda engatinhava.
Preciso de você, de seus pecados e de sua brilhante mente. Quero me aliviar bebendo de você todas as suas froças, recriando minha pele e mantendo meu coração batendo por maior tempo possível.
Não abro mão de minha felicidade diária, momentânea e instável. E somente você com sua pureza disfarçada, será capaz de tornar minha noites, eternas e magníficamente interessantes.
Encontro pelo caminho ossos e teias de aranhas carnívoras.
Não uso roupas, meu corpo é coberto por brilhos que ninguém vê.
Planejo durante o dia, qual será a próxima vítima de minha ira infantilizada. Quem será que perderá sua bela alma, em nome de uma teoria criada por mim, enquanto ainda engatinhava.
Preciso de você, de seus pecados e de sua brilhante mente. Quero me aliviar bebendo de você todas as suas froças, recriando minha pele e mantendo meu coração batendo por maior tempo possível.
Não abro mão de minha felicidade diária, momentânea e instável. E somente você com sua pureza disfarçada, será capaz de tornar minha noites, eternas e magníficamente interessantes.
Triste eu desabafo
Eu não acredito que sentimentos verdadeiros passam. Não quero acreditar que passou, como uma ventania, como chuva de verão.
Testei drogas para dormir, na tentativa de esquecer o sentimento que me sufoca. Ainda acordo durante a madrugada e o silêncio das estrelas me enchem de angústia. Não há ninguém que eu possa gritar da janela para chamar a atenção. Imagimo uma queda lenta, sem dor. Imagino anjos e arcanjos tocando suas músicas celestiais.
Me assuto com meus temores internos. Mergulho numa dor sem causa, ou com causas aparentes. Entre uma risada abafada e outra, escrevo história ilógicas e com personagens empalhados, sem vida.
Não há mais vida, não há cor, ne arcos, nem flores que possam alimentar a alma esquecida entre espinhos e pregos. Olho a parede e não vejo o outro lado, nem consigo imaginar, nem sentir, nem andar por novos caminhos e tropeços.
Infinitas vezes quero dormir. Acima de tudo, dormir.
Testei drogas para dormir, na tentativa de esquecer o sentimento que me sufoca. Ainda acordo durante a madrugada e o silêncio das estrelas me enchem de angústia. Não há ninguém que eu possa gritar da janela para chamar a atenção. Imagimo uma queda lenta, sem dor. Imagino anjos e arcanjos tocando suas músicas celestiais.
Me assuto com meus temores internos. Mergulho numa dor sem causa, ou com causas aparentes. Entre uma risada abafada e outra, escrevo história ilógicas e com personagens empalhados, sem vida.
Não há mais vida, não há cor, ne arcos, nem flores que possam alimentar a alma esquecida entre espinhos e pregos. Olho a parede e não vejo o outro lado, nem consigo imaginar, nem sentir, nem andar por novos caminhos e tropeços.
Infinitas vezes quero dormir. Acima de tudo, dormir.
Nervosa eu desabafo
Eu aprendo diariamente com a vida e nas últimas semanas tenho levado umas na cara que até eu duvido que eu mereça, mas que segundo consta é extremamente necessário.
1) Sou passional - Sim, eu sou. Me entrego de cabeça à tudo que eu faço, quero e desejo. Movimento meio mundo por algo que quero conquistar e sou capaz de repetir inumeras vezes quando gosto de algo, que gosto daquilo. Minha mãe sempre disse que temem minhas novas piaxões, porque quando eu amo, eu amo mesmo e quando também eu desisto eu desito e arranjo um novo caminho.
2) Não tenho objetivos - Sim, eu tenho e tenho um único objetivo básico que é o de ser diplomata. Apenas sou mais devagar em alguns sentidos que várias outras pessoas. Mas eu tenho isso em mente há uns 15 anos e vou conseguir. Só não fico martelando isso, porque caso não aconteça, eu não serei mais um frustrada profissionalmente.
3) Sou preguiçosa - Sim, eu sou preguiçosa e assumo isso sem medo algum. Adoro minha cama e sou capaz de ficar nela um dia inteiro sem fazer absolutamente nada, alternando sono e sono. Tenho preguiça de exercícios físicos e de ir à padaria comprar pão. Isso não significa que em minhas atividades corriqueiras eu não desenvolva tudo à tempo e com a mesma capacidade de um ser humano agitadíssimo.
4) Sou fresca - Não, eu não sou fresca. Sou semi-seletiva. Mas no geral eu topo tudo e acho tudo fofo. Não sou de ficar escolhendo coisas e durmo em qualquer lugar e como quase tudo. Mas não dou birra por conta de algo que eu não consiga e nem fico reclamando de coisinhas.
5) Sou reclamona - Sim eu sou. Reclamo se não me sinto bem com algo, eu falo mesmo. Se não sou tratada como acredito que devo ser, eu vou lá e falo. Já não guardo muito do que eu acreditava que era certo guardar, para evitar tensão.
6) Vou ficar sozinha se eu não mudar - Talvez realmente ficarei sozinha. Eu não sou Gabriela-"eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser semrpe assim"- mas estou em um momento da vida que eu acrescento. Posso até mudar, mas tem que ser sem o medo de ficar sozinha ou não. Mudar para alcançar porcaria, prefiro ficar como está. Mudar por pessoas que não mereçam eu não mudo mesmo. Tenho minhas qualidades e sei que serei capaz de ter várias pessoas comigo sempre, sendo chata, sem objetivo, preguiçosa e fresca, o usei lá o que mais as pessoas pensam ao meu respeito e não me falam.
A vida é assim. Eu escuto, escuto e escuto. Se eu tiver que mudar algo mudo sem problemas, mas não saio por aí comentando que mudei a pedidos de fulano ou beltrano. Sou quem sou e espero da vida apenas a felicidade. Sempre.
1) Sou passional - Sim, eu sou. Me entrego de cabeça à tudo que eu faço, quero e desejo. Movimento meio mundo por algo que quero conquistar e sou capaz de repetir inumeras vezes quando gosto de algo, que gosto daquilo. Minha mãe sempre disse que temem minhas novas piaxões, porque quando eu amo, eu amo mesmo e quando também eu desisto eu desito e arranjo um novo caminho.
2) Não tenho objetivos - Sim, eu tenho e tenho um único objetivo básico que é o de ser diplomata. Apenas sou mais devagar em alguns sentidos que várias outras pessoas. Mas eu tenho isso em mente há uns 15 anos e vou conseguir. Só não fico martelando isso, porque caso não aconteça, eu não serei mais um frustrada profissionalmente.
3) Sou preguiçosa - Sim, eu sou preguiçosa e assumo isso sem medo algum. Adoro minha cama e sou capaz de ficar nela um dia inteiro sem fazer absolutamente nada, alternando sono e sono. Tenho preguiça de exercícios físicos e de ir à padaria comprar pão. Isso não significa que em minhas atividades corriqueiras eu não desenvolva tudo à tempo e com a mesma capacidade de um ser humano agitadíssimo.
4) Sou fresca - Não, eu não sou fresca. Sou semi-seletiva. Mas no geral eu topo tudo e acho tudo fofo. Não sou de ficar escolhendo coisas e durmo em qualquer lugar e como quase tudo. Mas não dou birra por conta de algo que eu não consiga e nem fico reclamando de coisinhas.
5) Sou reclamona - Sim eu sou. Reclamo se não me sinto bem com algo, eu falo mesmo. Se não sou tratada como acredito que devo ser, eu vou lá e falo. Já não guardo muito do que eu acreditava que era certo guardar, para evitar tensão.
6) Vou ficar sozinha se eu não mudar - Talvez realmente ficarei sozinha. Eu não sou Gabriela-"eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser semrpe assim"- mas estou em um momento da vida que eu acrescento. Posso até mudar, mas tem que ser sem o medo de ficar sozinha ou não. Mudar para alcançar porcaria, prefiro ficar como está. Mudar por pessoas que não mereçam eu não mudo mesmo. Tenho minhas qualidades e sei que serei capaz de ter várias pessoas comigo sempre, sendo chata, sem objetivo, preguiçosa e fresca, o usei lá o que mais as pessoas pensam ao meu respeito e não me falam.
A vida é assim. Eu escuto, escuto e escuto. Se eu tiver que mudar algo mudo sem problemas, mas não saio por aí comentando que mudei a pedidos de fulano ou beltrano. Sou quem sou e espero da vida apenas a felicidade. Sempre.
Trovoadas na pequena alma
Existe uma diferença enorme entre nós. E isso jamais será superado. Eu sou diversas pessoas e uso máscaras. Adoro brilhos e cores e intensidade. Adoro a música e a poesia. Filmes de romance e luta, pipoca e bebidas destiladas.
Ando no compasso da vida e exigo respeito e admiração. Adoro os flashes, adoro o som da fúria interior. Enfrento uma boa briga por causas nobres, conhecendo ou não a pessoa. Eu grito e lamento as dores alheias e as minhas com mesma intensidade.
Eu sonho com o muito que a vida pode oferecer. Eu quero carros e casas, dinheiros e afagos. Quero festas e solidão, que bolinhas de sabão nas ondas do mar.
Não encontrei a paz tão esperada. Mas já não a espero. Eu vivo e quem quer me acompanhar em minhas mutaçãoes e exigências, será sempre muito bem vindo.
Não olho para o passado com a nostalgia esperada e não espero ser agraciada com valores exepcionais.
Sou confusa, linda e maravilhosa. Sou fogosa e personificada pelas almas de pessoas absolutamente cirativas e magistradas.
O dia me abençõa, eu sigo e vivo.
Ando no compasso da vida e exigo respeito e admiração. Adoro os flashes, adoro o som da fúria interior. Enfrento uma boa briga por causas nobres, conhecendo ou não a pessoa. Eu grito e lamento as dores alheias e as minhas com mesma intensidade.
Eu sonho com o muito que a vida pode oferecer. Eu quero carros e casas, dinheiros e afagos. Quero festas e solidão, que bolinhas de sabão nas ondas do mar.
Não encontrei a paz tão esperada. Mas já não a espero. Eu vivo e quem quer me acompanhar em minhas mutaçãoes e exigências, será sempre muito bem vindo.
Não olho para o passado com a nostalgia esperada e não espero ser agraciada com valores exepcionais.
Sou confusa, linda e maravilhosa. Sou fogosa e personificada pelas almas de pessoas absolutamente cirativas e magistradas.
O dia me abençõa, eu sigo e vivo.
O mala
O que leva um rapaz tecnicamente bonito, mas reclamão, que você deu um fora há exatos 4 anos, te procurar insistentemente pelo celular?. Pior, eu nunca o atendo, mas ele vive me ligando.
Afff!. Falta-me paciência absoluta. O cara é um mala sem tamanho. Lembro que ele era o mais cobiçado na época. Todas as garotas caíam aos seus pés. Eu caí, mas gente, foi tenso!!!. Não tínhamos assunto algum, era extremamente química física.
Cansei. Não gosto de conversar sozinha.
Assim como ele eu encontrei diversos malas. Ou por ser mau educado, ou por ser fedido, ou por ser calado, ou por não saber conversar nada com nada.
Meu medo sempre foi saber que o cara me considera uma mala. As vezes eu até posso ser, mas percebo isso quando na terceira tentativa de um encontro o cara não atende ao celular.
Quando sei que não sou aceita, eu pulo fora na primeira oportunidade.
Espero que este calega perceba isso, porque já deu. Eu já falei isso, mas ninguém merece!
Afff!. Falta-me paciência absoluta. O cara é um mala sem tamanho. Lembro que ele era o mais cobiçado na época. Todas as garotas caíam aos seus pés. Eu caí, mas gente, foi tenso!!!. Não tínhamos assunto algum, era extremamente química física.
Cansei. Não gosto de conversar sozinha.
Assim como ele eu encontrei diversos malas. Ou por ser mau educado, ou por ser fedido, ou por ser calado, ou por não saber conversar nada com nada.
Meu medo sempre foi saber que o cara me considera uma mala. As vezes eu até posso ser, mas percebo isso quando na terceira tentativa de um encontro o cara não atende ao celular.
Quando sei que não sou aceita, eu pulo fora na primeira oportunidade.
Espero que este calega perceba isso, porque já deu. Eu já falei isso, mas ninguém merece!
sábado, 1 de agosto de 2009
O moreno perfumado
Ele passou por mim com seu perfume e eu olhei.
Virei o pescoço inteiro como em um guro de 360°, porque eu precisava guardar aquele homem em minha memória.
Alto, moreno, olhos verdes. Ele não existia, deveria ser fruto de minha imaginação desgastada pela solidão.
Continuei meu caminho, afinal de contas a vida seguia seu rumo e ele não havia nem notado meu olhar penetrante e entusiasmadíssimo.
O perfume ficou em minhas narinas por dias seguidos. Descobri o aroma e comprei o perfume, que eu jogava pelo quarto todas as noites antes de dormir. Minhas amigas riam de minhas alucinações, até o dia em que por obra do destino ou seja lá o que for, eu reencontrei o moreno maravilhoso no mesmo local.
E desta vez, ele notou minha presença. Eu levei um estabaco bem à sua frente. Não foi proposital e ele com um jeito educado, me agarrou pelo braço, perguntando como me sentia.
Não!! Aquilo não estava acontecendo. Aquele homem me segurando em seus braços fortes e firmes. Era demais para mim, eu não estava reagindo normalmente aquela cena. Não estava acontecendo meu Deus!.
Nunca mais o vi.
Foi a cena mais bizarra que tive em minha vida. Hoje casada, uso o mesmo ritual de jogar o perfume, agora em meu marido, para lembrar daquele homeme que até hoje habita minha mente em horas de total solidão.
Virei o pescoço inteiro como em um guro de 360°, porque eu precisava guardar aquele homem em minha memória.
Alto, moreno, olhos verdes. Ele não existia, deveria ser fruto de minha imaginação desgastada pela solidão.
Continuei meu caminho, afinal de contas a vida seguia seu rumo e ele não havia nem notado meu olhar penetrante e entusiasmadíssimo.
O perfume ficou em minhas narinas por dias seguidos. Descobri o aroma e comprei o perfume, que eu jogava pelo quarto todas as noites antes de dormir. Minhas amigas riam de minhas alucinações, até o dia em que por obra do destino ou seja lá o que for, eu reencontrei o moreno maravilhoso no mesmo local.
E desta vez, ele notou minha presença. Eu levei um estabaco bem à sua frente. Não foi proposital e ele com um jeito educado, me agarrou pelo braço, perguntando como me sentia.
Não!! Aquilo não estava acontecendo. Aquele homem me segurando em seus braços fortes e firmes. Era demais para mim, eu não estava reagindo normalmente aquela cena. Não estava acontecendo meu Deus!.
Nunca mais o vi.
Foi a cena mais bizarra que tive em minha vida. Hoje casada, uso o mesmo ritual de jogar o perfume, agora em meu marido, para lembrar daquele homeme que até hoje habita minha mente em horas de total solidão.
Quando a dor da morte vem com força!
Estava lembrando esse lance de perder pessoas e começei a relembrar alguns fatos.
A primeira vez que perdi alguém foi minha sobrinha. Eu tinha 4 anos e me lembro em flashes daquela noite em que minha cas a se encheu de dor e sofrimento. Ela permaneceu pouco tempo com a gente, mas foi o suficiente para instalar em nossos corações aquela dor infinita da saudade. Sempre conto quantos anos ela teria, já que a nossa diferença de idade seria pouca e penso no quanto faríamos um monte de coisas juntas e seria bom.
Depois, em 98 perdi meu avô. Pai de minha mãe biológica, soube do parentesco aos 12, em minha primeira comunhão, antes eu achava que ele era meu tio. Ele era dentista, sem nunca ter feito faculdade. Tinha um montão de filhos (há um cidade, onde uma rua é composta somente por herdeiros). Tive um certo contato com ele e sempre o admirei pela inteigência. Minha mãe que é sua irmã, afirma que muito do que tenho em minha personalidade positiva, eu herdei dele. Mas o dia de sua morte, foi natural. Ele sofria de câncer, então a gente meio que espera. Eu morava fora e não tinha real entendimento do quanto aquilo afetaria a minha vida. Afetou e ainda penso nele com carinho, ainda imagino se quando eu voltei, ele ainda estivesse entre nós como seria tudo. Quantas alegrias, curtiriamos pelos anos em que ficamos afastados.
Perdi também o filho de uma amiga da família, que era adolescente quando moravámos na Argentina e que usava drogas. Como ele adorava meus pais e até mesmo os respeitava de tal meneira que se matinha sóbrio quando estava com a gente, nós recebemos a notícia na Rússia e ficamos muito abalados. Até porque ele estava com 21 anos e isso mexe mesmo com a gente. A idade da morte conta muito, e a dor geralmente é maior.
Em meu aniversário de 18 anos contratei dois DJs para animar a galera. Me apaixonei por um deles que obviamente tinha namorada. Meses depois, liguei em sua casa para contráta-lo novamente para uma festa e recebi a notícia de que ele tinha falecido em uma acidente de carro há 2 meses. Não falei nada por 2 dias. Aquilo me deu uma certo desprezo pela vida de um modo geral.
E também algo que mexeu comigo bastante foi o falecimento da mãe de um ex-namorado, que era praticamente uma mãe para mim também. Ela era minha parceira, confidente, conselheira. Mesmo com o fim do namoro, fazia questão de me manter pertinho dela. No dia de sua morte, ela me avisou. E foi um momento tenso em meu coração. Aquilo era demais. Como eu teria apoio de uma pessoa que eu amava tanto?. Ela é e sempre será tão especial pela vida que me deu e pelos conselhos perfeitos.
Algumas outras pessoas partiram e eu acabo sentindo mesmo, talvez nem precise ter tanto contato ou laço afetivo. Eu tento lidar ocm esse fato de maneira mais natural possível, mas infelizmente o medo que eu tenho de partir deste mundo ainda é apavorante e o de perder meus entes mais queridos também. Mas espero serenidade. Porque a vida, precisa seguir!
A primeira vez que perdi alguém foi minha sobrinha. Eu tinha 4 anos e me lembro em flashes daquela noite em que minha cas a se encheu de dor e sofrimento. Ela permaneceu pouco tempo com a gente, mas foi o suficiente para instalar em nossos corações aquela dor infinita da saudade. Sempre conto quantos anos ela teria, já que a nossa diferença de idade seria pouca e penso no quanto faríamos um monte de coisas juntas e seria bom.
Depois, em 98 perdi meu avô. Pai de minha mãe biológica, soube do parentesco aos 12, em minha primeira comunhão, antes eu achava que ele era meu tio. Ele era dentista, sem nunca ter feito faculdade. Tinha um montão de filhos (há um cidade, onde uma rua é composta somente por herdeiros). Tive um certo contato com ele e sempre o admirei pela inteigência. Minha mãe que é sua irmã, afirma que muito do que tenho em minha personalidade positiva, eu herdei dele. Mas o dia de sua morte, foi natural. Ele sofria de câncer, então a gente meio que espera. Eu morava fora e não tinha real entendimento do quanto aquilo afetaria a minha vida. Afetou e ainda penso nele com carinho, ainda imagino se quando eu voltei, ele ainda estivesse entre nós como seria tudo. Quantas alegrias, curtiriamos pelos anos em que ficamos afastados.
Perdi também o filho de uma amiga da família, que era adolescente quando moravámos na Argentina e que usava drogas. Como ele adorava meus pais e até mesmo os respeitava de tal meneira que se matinha sóbrio quando estava com a gente, nós recebemos a notícia na Rússia e ficamos muito abalados. Até porque ele estava com 21 anos e isso mexe mesmo com a gente. A idade da morte conta muito, e a dor geralmente é maior.
Em meu aniversário de 18 anos contratei dois DJs para animar a galera. Me apaixonei por um deles que obviamente tinha namorada. Meses depois, liguei em sua casa para contráta-lo novamente para uma festa e recebi a notícia de que ele tinha falecido em uma acidente de carro há 2 meses. Não falei nada por 2 dias. Aquilo me deu uma certo desprezo pela vida de um modo geral.
E também algo que mexeu comigo bastante foi o falecimento da mãe de um ex-namorado, que era praticamente uma mãe para mim também. Ela era minha parceira, confidente, conselheira. Mesmo com o fim do namoro, fazia questão de me manter pertinho dela. No dia de sua morte, ela me avisou. E foi um momento tenso em meu coração. Aquilo era demais. Como eu teria apoio de uma pessoa que eu amava tanto?. Ela é e sempre será tão especial pela vida que me deu e pelos conselhos perfeitos.
Algumas outras pessoas partiram e eu acabo sentindo mesmo, talvez nem precise ter tanto contato ou laço afetivo. Eu tento lidar ocm esse fato de maneira mais natural possível, mas infelizmente o medo que eu tenho de partir deste mundo ainda é apavorante e o de perder meus entes mais queridos também. Mas espero serenidade. Porque a vida, precisa seguir!
O dia que não deveria ter acontecido hoje
Sabe quando o dia já começa confuso?.
O meu começou assim. Eu com uma dor de garganta e dor de cabeça. Cansada e com preguiça, me arrumei lindamente para as aulas. Fiz meu percursso de sempre e ao chegar na casa de meu aluno ele não estava. Tinha ido fazer umas entregas. Me pediu para esperar e esperar o segundo aluno. Só que um não apareceu e ele chegou em casa com uma hora de atraso. Decidi não dar aula, minha cabeça doia e eu desanimei mesmo.
Fui almoçar na casa de uma outra aluna, à espera dos outros componentes. Tinhamos jogo de RPG depois disso. Só que nem a aula nem o jogo. A aula não rolou porque não apareceram as pessoas, tava um calor daqueles. E o jogo, porque uma amiga do mestre morreu em um acidente de carro e eu não iria aparecer por lá nem pagando.
Resalva: a garota que faleceu, era a mesma de um comentário que eu fiz quando vi uma foto dela na escrivaninha de meu aluno. Perguntei quem era, ele me respondeu que era uma amiga de infância, que hoje era um mulherão. Era, pois segundo consta morreu e junto com toda a família, que incluia sua filha.
Quando recebi a notícia, entrei em choque e minha cabeça doeu ainda mais. Meu corpo se desfez em dores e meu peito fechou de tal meneira que eu não conseguia respirar. Bati um papo com minhas alunas e vim embora.
O dia já tinha sido suficientemente chato e de péssima idéia sair de casa hoje.
Gastei horrores de passagem e ainda não pude estar com meu amigo neste momento difícil. A mãe dele me mataria.
O meu começou assim. Eu com uma dor de garganta e dor de cabeça. Cansada e com preguiça, me arrumei lindamente para as aulas. Fiz meu percursso de sempre e ao chegar na casa de meu aluno ele não estava. Tinha ido fazer umas entregas. Me pediu para esperar e esperar o segundo aluno. Só que um não apareceu e ele chegou em casa com uma hora de atraso. Decidi não dar aula, minha cabeça doia e eu desanimei mesmo.
Fui almoçar na casa de uma outra aluna, à espera dos outros componentes. Tinhamos jogo de RPG depois disso. Só que nem a aula nem o jogo. A aula não rolou porque não apareceram as pessoas, tava um calor daqueles. E o jogo, porque uma amiga do mestre morreu em um acidente de carro e eu não iria aparecer por lá nem pagando.
Resalva: a garota que faleceu, era a mesma de um comentário que eu fiz quando vi uma foto dela na escrivaninha de meu aluno. Perguntei quem era, ele me respondeu que era uma amiga de infância, que hoje era um mulherão. Era, pois segundo consta morreu e junto com toda a família, que incluia sua filha.
Quando recebi a notícia, entrei em choque e minha cabeça doeu ainda mais. Meu corpo se desfez em dores e meu peito fechou de tal meneira que eu não conseguia respirar. Bati um papo com minhas alunas e vim embora.
O dia já tinha sido suficientemente chato e de péssima idéia sair de casa hoje.
Gastei horrores de passagem e ainda não pude estar com meu amigo neste momento difícil. A mãe dele me mataria.
Assinar:
Postagens (Atom)