terça-feira, 7 de julho de 2009

Para começar o dia bem feliz- gratidão!

Existe algo chamado "Gratidão". Ato que poucas pessoas possuem de fato. E não há nada mais gratificante que esquecer os erros alheios e entender o outro de forma constante. Desejo que hoje você perdoe, e certifique-se de que tudo na vida vai, e volta e as vezes pode ou não ser generoso.
Seja grato. Simples assim!.

P.S: Faz frio e rim doi. De novo!

Beijokas fofos!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Eis que meu "namorado" termina comigo pela internet.
Acho interessante a evolução nos relacionamentos.
E acho tudo muito babaca!

Breves acontecimentos

Tem coisa mais chata que alguém dormir no bus e ficar enconstando a cabeça no ombro sem ser solicitado?.
Aconteceu comigo hoje, indo dar aula de espanhol. Entro desesperada, cansada, doida para sentar em um canto para ir dormindo. Sentar em um bus aqui na cidade é quase uma benção Divina. Sentei, linda e com olheiras enormes, verifiquei no relógio, eu teria 1 hora para um cochilo.
Eis que de repente, o caboclo que sentou ao meu lado começa a cochilar antes de mim, sendo que ele sentou-se depois de mim, ao meu lado, sem ser convidado. E começa a ir de um lado ao outro, com aquela cabeça enorme, parecendo um boneco de Olinda. E começa a encostar, encostar até que eu dou um cutucão daqueles e ele meio que se manca, desperta com aquela cara de pato e volta a cochilar.
Antes que ele pudesse encostar de novo, fechei os olhos e dormi tanto, que acordei há uma parada de onde deveria saltar.
Pior que tudo isso é o frio que anda fazendo na cidade, ou descobrir que não receberei salário e se eu receber, chegará no fim do mês; ou descobrir que o fim é sempre amargo para todos.
A aula hoje de espanhol foi legal, mas eu acho que falei demais, ri demas, faltou a minha postura de professora. Angústia total.
Sábado rolou sinuca, volto para casa e mais angústia. Domingo acompanhei minha amiga ao zoo e na volta mais angústia.
Vontade de jogar algo na parede!, esconderei meu celular!

sábado, 4 de julho de 2009

Esperar o cúpido

Não entendo porque certo homens mais velhos insistem em querer conquistas ninfetinhas.
Não sou nnfeta, mas não quero ter um homem muito mais velho do que eu.
Também por experiência, não namoro mais ninguém mais novo. E aí acontece de ter homens entre 25 e 30 anos para escolher e em Brasília, homens desta idade, ou estão estudando para concurso, ou passaram em algum concurso e não querem nenhum tipo de envolvimento.
Temos os ex-casados que também querem aproveitar a vida e tem os que até querem algo, mas tem filho e ex-mulher.
E penso que está cada dia mais complicado ter uma pessoa. E com o fim da última relação eu percebi que minha seletividade terá que entrar na maior ação de todas e simplesmente investir em outras coisas.
A pressa de ter algém e o relógio biológico começando a gritar, precisam de um tempo maior de pensamentos mais equilibrados.
Esperar o cúpido.

Levante-se!

Não consigo entender certas coisas da vida e começo a acreditar que sou um ser fora do mundo normal.
Não consigo entender certos tipos de "amigos", certos tipos de amizades enlatadas: você abre, usa e depois joga fora.
E passei a semana pensando nisso, revendo meu papel na sociedade e tentando fazer novas escolhas.
Recomeçar é diário, eu sempre falo isso, mas na pratica é extremamente impossível para mim, porque infelizmente eu me apego facilmente às pessoas e geralmente levo foras extrórdinários.
E fico nessa de tentar, de procurar novos caminhos, de me levantar nas quedas e para mim não é nada simples.
E lá vou eu, mais um fim de semana onde espero realmente por novidades.
O sol, lindo meu Deus!. Convida para uma refelxão,convida para uma nova etapa, para sorrisos e alegrias internas.
Será que é possível?. Não sei como, mas sei que é urgentemente necessário, para mim e para você.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O medo de perder o importante

Hoje eu vi o quanto tenho medo da morte, do imprevisto e do susto.
Fui com mamãe ao Laboratório. Aproveitei fiz um lanche, comi todos os pães de queijo que teoricamente eram para os pacientes e tomei chocolate quente.
Saí para resolver um problema para meu chefe e minha mãe decidiu que voltaria sozinha para casa, que é há 10 minutos da onde estavamos.
10 minutos depois eu liguei e nada dela atender ao celular. 15 minutos depois de novo e nada. Comecei a ficar em um certo pânico. Em um determinado ponto o meu celular não pega, então assim que saí liguei de novo e nada.
Desespero. Comecei a imaginar que mamys teria caído, ou sido atropelada, ou roubada, ou sei lá, sequestrada!!!! Comecei a suar e a pensar tudo isso estericamente interna.
Depois de quase 40 minutos tentando ela atendeu e explicou que havia deixado o telefone no carro, antes de sair para os exames.
Alívio. Na hora eu quase chorei, de medo, de insegurança, de pensar que algo poderia ter acontecido com ela e eu poderia ter evitado indo com ela até em casa.
E senti que apesar de ter a cabeça fora do lugar, de ser estrambelhada e imatura, o cuidado que tenho com o que eu amo é extremamente verdadeiro e sincero. Senti medo por saber que minha mãe é meu porto seguro e sem ela eu não consigo ir muito longe. Posso ser uma filha diferente dos outros filhos, mas lá no fundo eu sei que o que sentimos uns pelos outros é bem de coração.
E quando eu a abracei na despedida hoje, eu saí muito emocionada e mais uma vez agradeci por ela estar aqui comigo.

O russo que eu não peguei!

Estava com mamãe e lembrei do Andrei. Loiro, 23 anos, segurança da Embaixada do Brasil em Moscou. Comecei a paquerá-lo com 13 anos, mas sempre achei que ele não me daria bola. Aos 14 eu já estava fascinada pelo jeito como ele me tratava e me acompanhava à escola.
Acabei namorando um brasileiro aos 15 anos. Ele ficou muito triste, mas nós sabiámos que eu viria para o Brasil e que namorar estava fora de cogitação. Em meu aniversário me presenteou com uma caixinha russa e escreveu para mim. Nossa despedida foi traumática e confesso que uma das coisas que farei quando voltar à Moscou é procurá-lo.
Tudo porque uma brasileira feia e fedida que se dizia minha amiga, logo depois que eu vim embora foi contar ao meu pai que eu namorava o Andrei, que ela me viu varias vezes agarrada à ele antes de ir para a escola.
E hoje me bateu um arrependimento daqueles. Confessei à mamãe que se eu soubesse que ela inventaria isso eu teria realmente me agarrado com ele. Teria levado a fama com o feito, e certamente teria beijado muito. Mas não, fiquei moscando. E hoje estou chupando os dedos.

Intensificações

Hoje eu tive a conversa desabafo com a pessoa que queria, mas ainda não estou satisfeita não. Falta o olhar, o gestual, falta verficar se tudo que foi dito é de verdade ou apenas letras digitadas sem uma observação, sem o bom senso.
Tive um dia agitado, resolvendo coisas e coisas e ao mesmo tempo uma angústia que não parava de crescer.
Fico com vontade de sair por aí sem rumo, sem olhar para trás, de jogar fora, de resgatar.
Me convenci que toda a minha intensidade tem um custo muito alto para mim. Eu me apaixono, desapaixono, começo, termino, gasto e economizo, rio, choro, tudo de forma muito forte. Quando eu quero, eu quero, quando eu amo, eu amo, quando eu odeio então é de uma fortaleza sem fim. Luto pelo que quero na mesma velocidade com que abandono projetos e amigos e sonhos.
E é assim que recrio minha lama e transmito a sensação de uma constante felicidade que desaparece no pôr do sol e que me assombra na calada da noite.
Escrevo e desabafo, tomo meu chá e aguardo com que intensidade amanhecerei para o próximo passo.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Eu estou com vontade de encontrar uma pessoa e dizer poucas e boas.
Desabafar sabe?.
Eu costumo resolver as coisas na base da conversa, não gosto de desprezar. Prefiro berrar, chorar e até magoar, mas falando, gritando, aclamando.
Esse lance de ignorar me faz pensar em superioridade falsificada. Detesto pessoas que agem como se não houvesse amanhã. Como se ela sendo exatamente como eu sou, tem o direito de achar que pode me humilhar, pois para mim, silenciar diante de um pedido de sinceridade é a pior das formas de tratamento.
Mas aí eu reflito que aprendi que tenho minhas próprias lutas internas. E sei que cada coisa acontece exatamente para que eu olhe para frente.
Odeio o papo auto-ajuda, mas à essa altura do campeonato só o tempo mesmo.

A moça que fala muito mais do que eu

Antes eu era a única pessoa a quem meu chefe poderia contar sobre seus 40 anos no mar. Agora eu tenho companhia de um rapaz de 20 e pouquinhos anos. Simpático e bonito, teremos agora leves e engraçados dias pela frente.
Agora eu preciso tentar calar a boca de um simpática mulher da sala ao lado. Ela fala tanto, que chego a imaginar que sou muda. Ela consegue me barrar.
Da próxima vez que alguém disser que eu falo demais, apresento a vizinha de sala.
Eu sei tudo sobre a vida dela, que é divorciada, que a pensão é X, que a filha é isso, que o irmão operou, o carro quebrou e de ainda escuto conselhos espirituais e ela decifra sonhos.
Tudo de forma muito intensa.
Eu mereço!

O contrato maluco

Sinto muito sono, é eu acordo as 05h40, pego o metrô as 06h57 e um outro bus as 07h30, chego as 07h50 em frente ao trabalho. Na volta, pego o bus as 18h25 e apareço em casa as 19h50.
Isso todos os dias de minha vida, desde o mês de maio.
O lance pior que isso, é saber que, a empresa que me contratou, faliu. Eu já tinha cumprido 1 mês do contrato de experiência, os famosos 3 meses. Com a nova empresa assumindo o posto amanhã, eu recebi a notícia de que somente a partir de amanhã é que o meu contrato de experiência está valendo de fato.
Sim eu terei que passar por mais 3 meses e o passado eu perdi, é como se eu nunca tivesse trabalhado lá.
Se eu não tivesse recebido salário, eu teria me jogado do 4º andar da empresa.
Essas coisas só acontecem comigo!.
Nada pior que perder o bus, mas eu creio que conseguir pegar o bus e ele morrer no caminho, ah isso me tirou do sério. Tive que cancelas a minha amada aula e ainda voltar à pé para o caminho de origem para conseguir voltar para casa. Sim, a minha cidade é bem planejada para pessoas possuidoras de carros imaginários.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Solid....

Sabe quanto custa querer muito uma coisa?....Perdê-la na metade da conquista.

Assim construímos pontes sem destino, caminhos superficiais, noites em turbulências admiráveis. Sacio a sede do dia sem arco-íris, sem flor, sem pressa.

Minha meia verde, meus óculos sem cores, a enxarpe que coloco sobre a mesa, copos e jornais. A televisão desligada, música no prédio ao lado. E você que nunca aparece, quando eu preciso de alguém para simplesmente estar comigo.

O vento. Encosto minhas dores, pego a luz e vou. Amanhece. Solidão.