"Roda moinho, roda gigante,
Roda moinho, roda peão.
O tempo rodou num instante nas voltas do meu coração".
Escuto essa música todos os dias de minha vida. Sim, virou um mantra que eu faço questão de reptir cada vez que meu coração se sente apertado. E isso acontece geralmente quando eu estou rodeada de pessoas e rindo. Porque esses momentos me fazem perceber o tanto que eu preciso melhorar como pessoa e no quanto a vida ainda dará imensas voltas até eu poder realizar grandes feitos.
Ontem fui dormir pensando no quanto eu não contribuo para a sociedade de forma significante. E penso que até tenho formas bem positivas. Por onde começo?. Alguma sugestão?.
Continuo nas voltas da vida. Alguém quer me acompanhar?
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Fui dar aula ontem e recebi a notícia que o tio de uma de minhas alunas tinha falecido. Cancelei a aula, me estressei e fui embora.
Esse tipo de notícia mexe muito comigo. Eu fico meio down, principalmente imaginando como a minha aluna está se sentindo.
Eu particularmente perdi duas pessoas bem especiais, mas soube lidar com as perdas. Em uma eu tinha apenas 4 anos e não sabia exatamente o que estava acontecendo. E na outra, eu fiquei abalada mas também superei, pois não tinhámos a convivência necessária para o sentimento verdadeiro de perda.
Mas hoje eu não saberia informar qual seria a minha reação caso eu perdesse uma pessoa amada por mim. Tenho uma opinião superficial a respeito da morte e nunca sei exatamente o que dizer a uma pessoa que perde um ente querido. Prefiro me calar, e me mostrar presente naquele momento.
E era isso que queria que minha aluna sentisse de minha parte. Que aconteça o que acontecer eu estarei sempre a inteira disposição.
Hoje também é formatura de um de meus sobrinhos. Eu estou ficando cada dia mais velha. Imagina, tenho um sobrinho na universidade. E sinto um enorme orgulho de saber que ele está conseguindo entrar no mercado de trabalho pela porta da frente, de maneira inteligente, conciente e honesta. Me sinto extremamente feliz e sei que cada um de meus sobrinhos terão grandes oportunidades de crescimento profissional. E choro de emoção, lembrando deles tão pequeninos, correndo pela nossa casa ainda em construção, mas que os recebia cheia de alegria. Para mim, aquele tempo foi lindo, carregá-los no colo, balançá-los na rede, ajudar na papinha. E o tempo passou e hoje estão se tornando homens de bem e mulheres de bem, afinal em breve minha princesa também estará nessa mesma fase, entrando em uma universidade, realizando sonhos. Estou feliz por hoje e por todas as futuras conquistas de meus queridos sobrinhos.
E fico relembrando meus 18 aninhos. Passa tão rápido. Ainda me vejo, em minha festa lotada de amigos e alegrias. Tantos planos e sonhos eu tinha. Daquela época tenho a maturidade com que encarei meu primeiro emprego, a primeira demissão, as primeiras dívidas, as minhas primeiras férias. Tudo foi mágico e me ajudou a moldar a mulher que sou hoje. Mais madura, mais confiante. Embora eu saiba, que ali foi plantada a sementinha de uma vida cheia de realizações. Ou seja, muito caminho pela frente, pois para mim os 18 anos nunca passarão.
Um lindo dia!
Esse tipo de notícia mexe muito comigo. Eu fico meio down, principalmente imaginando como a minha aluna está se sentindo.
Eu particularmente perdi duas pessoas bem especiais, mas soube lidar com as perdas. Em uma eu tinha apenas 4 anos e não sabia exatamente o que estava acontecendo. E na outra, eu fiquei abalada mas também superei, pois não tinhámos a convivência necessária para o sentimento verdadeiro de perda.
Mas hoje eu não saberia informar qual seria a minha reação caso eu perdesse uma pessoa amada por mim. Tenho uma opinião superficial a respeito da morte e nunca sei exatamente o que dizer a uma pessoa que perde um ente querido. Prefiro me calar, e me mostrar presente naquele momento.
E era isso que queria que minha aluna sentisse de minha parte. Que aconteça o que acontecer eu estarei sempre a inteira disposição.
Hoje também é formatura de um de meus sobrinhos. Eu estou ficando cada dia mais velha. Imagina, tenho um sobrinho na universidade. E sinto um enorme orgulho de saber que ele está conseguindo entrar no mercado de trabalho pela porta da frente, de maneira inteligente, conciente e honesta. Me sinto extremamente feliz e sei que cada um de meus sobrinhos terão grandes oportunidades de crescimento profissional. E choro de emoção, lembrando deles tão pequeninos, correndo pela nossa casa ainda em construção, mas que os recebia cheia de alegria. Para mim, aquele tempo foi lindo, carregá-los no colo, balançá-los na rede, ajudar na papinha. E o tempo passou e hoje estão se tornando homens de bem e mulheres de bem, afinal em breve minha princesa também estará nessa mesma fase, entrando em uma universidade, realizando sonhos. Estou feliz por hoje e por todas as futuras conquistas de meus queridos sobrinhos.
E fico relembrando meus 18 aninhos. Passa tão rápido. Ainda me vejo, em minha festa lotada de amigos e alegrias. Tantos planos e sonhos eu tinha. Daquela época tenho a maturidade com que encarei meu primeiro emprego, a primeira demissão, as primeiras dívidas, as minhas primeiras férias. Tudo foi mágico e me ajudou a moldar a mulher que sou hoje. Mais madura, mais confiante. Embora eu saiba, que ali foi plantada a sementinha de uma vida cheia de realizações. Ou seja, muito caminho pela frente, pois para mim os 18 anos nunca passarão.
Um lindo dia!
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Apaguei o texto passado. Achei que ele foi preconceituoso e sem um aparente sentido.
E existem tantas outras coisas que eu gostaria de apagar de minha mente, de meu coração. Que me parecem sem um aparente sentido afinal.
Eu queria esquecer momentos em que agi de má fé; em que menti; em que fui egoísta e mau educada. em que foram momentos sem aparente sentido novamente.
Gostaria de apagar lágrimas;perdas; invejas. Não gostaria de voltar no tempo e reviver, gostaria apenas que certas coisas pudessem definitivamente desaparecer do tempo vivido.
A nostalgia que invade meu peito nessa manhã de quarta-feira, aparece de repente. Não é uma tristeza contagiante. Nem é um depressão eterna. É um misto de sentimentos chatos, que insistem em determinados instantes avassalar meu pobre coraçãozinho.
Já que o passado e suas consequência não podem ser esquecido, poderiam deixar de simplesmente interferir no rumo sonhado.
E existem tantas outras coisas que eu gostaria de apagar de minha mente, de meu coração. Que me parecem sem um aparente sentido afinal.
Eu queria esquecer momentos em que agi de má fé; em que menti; em que fui egoísta e mau educada. em que foram momentos sem aparente sentido novamente.
Gostaria de apagar lágrimas;perdas; invejas. Não gostaria de voltar no tempo e reviver, gostaria apenas que certas coisas pudessem definitivamente desaparecer do tempo vivido.
A nostalgia que invade meu peito nessa manhã de quarta-feira, aparece de repente. Não é uma tristeza contagiante. Nem é um depressão eterna. É um misto de sentimentos chatos, que insistem em determinados instantes avassalar meu pobre coraçãozinho.
Já que o passado e suas consequência não podem ser esquecido, poderiam deixar de simplesmente interferir no rumo sonhado.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Quanto tempo terei que viver para entender.
Não sei exatamente o que quero entender.
Talvez o gosto do beijo.
do vinho.
Do desejo imenso.
Desejo que nem eu sei qual é de fato.
O momento é de paz.
Externa.
De guerra.
Interna.
Parafusos a mais ou a menos?
Fique a vontade.
Destile seu veneno sobre mim. Não tenho medos.
Tenho algum medo enfim, de me perder no infinito.
Virilidades à parte.
A taça de vinho.
Por favor!
Não sei exatamente o que quero entender.
Talvez o gosto do beijo.
do vinho.
Do desejo imenso.
Desejo que nem eu sei qual é de fato.
O momento é de paz.
Externa.
De guerra.
Interna.
Parafusos a mais ou a menos?
Fique a vontade.
Destile seu veneno sobre mim. Não tenho medos.
Tenho algum medo enfim, de me perder no infinito.
Virilidades à parte.
A taça de vinho.
Por favor!
Tenho uma leve sensação de que estou sendo perseguida.
Perseguida por meus ânseios, por minhas dúvidas, pelo passado e pelo próprio futuro.
O caminho é confuso. Não sinto meus pés no chão em alguns momentos.
Em outros me vejo amarrada a um tronco de árvore que se despedaça no uivar do vento.
Sou envolvida em flores vivas.
Sinto que estou sendo seguida no volta da esquina, na saída do bar, em uma noite de verão, chuvosa, em vão.
Quem me segue não sabe, que eu posso ser perigosa, misteriosa, libertinosa, passageira.
Não quero voltar para casa. Ando nas ruas da cidade, me perco em braços imaginários, em mentes conturbadas, mas jamais em bocas desnaturadas.
O meu corpo e minha alma pertencem somente aos meus mais profundos desejos.
Escrevo rimas, invento histórias.
Quem me persegue não me desvendará jamais. Perdeu tempo, dinheiro e ar.
Ar!
Perseguida por meus ânseios, por minhas dúvidas, pelo passado e pelo próprio futuro.
O caminho é confuso. Não sinto meus pés no chão em alguns momentos.
Em outros me vejo amarrada a um tronco de árvore que se despedaça no uivar do vento.
Sou envolvida em flores vivas.
Sinto que estou sendo seguida no volta da esquina, na saída do bar, em uma noite de verão, chuvosa, em vão.
Quem me segue não sabe, que eu posso ser perigosa, misteriosa, libertinosa, passageira.
Não quero voltar para casa. Ando nas ruas da cidade, me perco em braços imaginários, em mentes conturbadas, mas jamais em bocas desnaturadas.
O meu corpo e minha alma pertencem somente aos meus mais profundos desejos.
Escrevo rimas, invento histórias.
Quem me persegue não me desvendará jamais. Perdeu tempo, dinheiro e ar.
Ar!
Reclamar ou ter atitude?
O que devemos fazer quando uma pessoa resolve emagrecer e todos os dias reclama que só está comendo verdura?
Eu acho muito engraçado, mas as vezes fico impaciente que só.
Eu por exemplo, pedi 15 kilos e as pessoas só notaram de fato anos depois. Porque foi uma opção minha, de maneira que não saí comentando com ninguém. Eu estava cansada de ouvir que tinha a barrigona e que comia muito.
Minha irmã, também perdeu vários kilos e quase não comentava o processo. Só com o tempo que fica legal a gente comentar que a pessoa emagreceu.
Acho extremamanete natural a gente querer cuidar da beleza, da saúde e tudo mais, só não dá para ficar reclamando das escolhas.
Isso a gente aprende com o tempo. E não é um processo fácil. Assim como emagrecer também não é nada discreto. Mas como em tudo na vida, o importante é fazer as coisas não pensando nos outros, mas pensando antes de mais nada na satisfação pessoal e fazer isso com muita dedicação, vontade e carinho.
Eu acho muito engraçado, mas as vezes fico impaciente que só.
Eu por exemplo, pedi 15 kilos e as pessoas só notaram de fato anos depois. Porque foi uma opção minha, de maneira que não saí comentando com ninguém. Eu estava cansada de ouvir que tinha a barrigona e que comia muito.
Minha irmã, também perdeu vários kilos e quase não comentava o processo. Só com o tempo que fica legal a gente comentar que a pessoa emagreceu.
Acho extremamanete natural a gente querer cuidar da beleza, da saúde e tudo mais, só não dá para ficar reclamando das escolhas.
Isso a gente aprende com o tempo. E não é um processo fácil. Assim como emagrecer também não é nada discreto. Mas como em tudo na vida, o importante é fazer as coisas não pensando nos outros, mas pensando antes de mais nada na satisfação pessoal e fazer isso com muita dedicação, vontade e carinho.
A esmola vinda da cota!
Criaram mais uma cota para entrada em Universidades públicas: a cota da baixa renda.
E depois dizem que o país é democrático e que estamos lutando contra o preconceito.
Não é de cotas que o brasileiro precisa. O brasileiro precisa de uma boa educação, uma educação de qualidade, com incentivo, com dedicação.
Cota para mim é esmola. Somos todos muito capazes de estudar e ingressar em qualquer universidade. O que nos diferencia não é acor, ou a renda, ou o sexo, ou a raça. O que faz a diferença de fato é o ensino lá no primário. É desde cedo que contruimos futuros profissionais.
Mas preferimos nos contentar com vestibulares, onde as poucas vagas que existem são sub-divididas. E cadê o código da constituição que diz que somos todos iguais perante a lei?. E que todos têm direito a educação?. Se isso fosse verdade, todas as pessoas que quisessesm ingressar em uma universidade deveriam ter total apoio do governo. E não se escolhido pela sua cor, religião ou raça. Se é para todos, é para todos e ponto.
É muita hipocrisia instalada.
E depois dizem que o país é democrático e que estamos lutando contra o preconceito.
Não é de cotas que o brasileiro precisa. O brasileiro precisa de uma boa educação, uma educação de qualidade, com incentivo, com dedicação.
Cota para mim é esmola. Somos todos muito capazes de estudar e ingressar em qualquer universidade. O que nos diferencia não é acor, ou a renda, ou o sexo, ou a raça. O que faz a diferença de fato é o ensino lá no primário. É desde cedo que contruimos futuros profissionais.
Mas preferimos nos contentar com vestibulares, onde as poucas vagas que existem são sub-divididas. E cadê o código da constituição que diz que somos todos iguais perante a lei?. E que todos têm direito a educação?. Se isso fosse verdade, todas as pessoas que quisessesm ingressar em uma universidade deveriam ter total apoio do governo. E não se escolhido pela sua cor, religião ou raça. Se é para todos, é para todos e ponto.
É muita hipocrisia instalada.
Quando a traição vira notícia espetacular!
Eu não gosto de rir da desgraça alheia não, mas estou achando muito divertido o lance que rolou com a Suzana Vieira. Primeiro porque a acho um porre em pessoa, segundo porque estava escrito na testa do caboclo que ele adora um rabo de saia, e que trair é algo tão natural quanto ser feio para ele.
Mas nessa história toda nem sei dizer quem é mais rídiculo. A Suzana, por ser uma pessoa "pública", o rapaz por ser uma pessoa que se aproveitava da pessoa pública que é a Suzana, ou a amante por querer ser uma pessoa pública às custas dos outros. Todo mundo só saiu perdendo na história, e não ficou muito claro o objetivo de tudo isso.
Lembro que da primeira vez que ele a traiu, Suzana foi no Faustão dizer que ninguém tinha nada a ver com isso. Mas o feitiço virou contra o feitiçeiro e agora o ex-marido liga para os paparazzis para que eles possam tirar fotos dele com a namorada (sim ela subiu de cargo, deixou de ser amante, tá chique a menina).
E a família da moça tentando defendê-la foi ainda mais cômico.
Separação de rico vira notícia. Separação de pobre vira morte.
Essas diferenças de cultura realmente me chocam, ao mesmo tempo que me divertem imensamente.
Pelo sim e pelo não, eu prefiro continuar sozinha.
Mas nessa história toda nem sei dizer quem é mais rídiculo. A Suzana, por ser uma pessoa "pública", o rapaz por ser uma pessoa que se aproveitava da pessoa pública que é a Suzana, ou a amante por querer ser uma pessoa pública às custas dos outros. Todo mundo só saiu perdendo na história, e não ficou muito claro o objetivo de tudo isso.
Lembro que da primeira vez que ele a traiu, Suzana foi no Faustão dizer que ninguém tinha nada a ver com isso. Mas o feitiço virou contra o feitiçeiro e agora o ex-marido liga para os paparazzis para que eles possam tirar fotos dele com a namorada (sim ela subiu de cargo, deixou de ser amante, tá chique a menina).
E a família da moça tentando defendê-la foi ainda mais cômico.
Separação de rico vira notícia. Separação de pobre vira morte.
Essas diferenças de cultura realmente me chocam, ao mesmo tempo que me divertem imensamente.
Pelo sim e pelo não, eu prefiro continuar sozinha.
Nada de planos ou gastos desnecessários!
O ritmo em meu trabalho está como a manhã de hoje: calmo, um pouco nebuloso, com algumas pancadas de chuva.
Fiquei m pouco estressada ao longo da semana, talvez porque as vezes sinto que não sou respeitada devidamente. Ou o meu cargo não é respeitado em dados momentos. E eu sou um pouco passiva, vou deixando as coisas rolarem, pois eu sei que emprego não está fácil e eu sei também que estou aqui para aprender. Ainda não tenho categoria suficiente para sair por aí esbravejando. Abaixo a cabeça muitas vezes, por medo, insegurança, mas muito mais por respeito. Ainda tenho muito que evoluir em minha profissão, ainda tenho um longo caminho pela frente.
Às sextas-feira é liberado o uso de jeans e hoje vi assim e com meu lindo tênis All Star. Bem que eu gostaria de trabalhar assim todos os dias. É muito mais confortável e dinâmico.
O balanço geral da semana me deixa um pouco satisfeita. Mas eu quero e posso mais.
Estamos quase no mês natalino. Mas para o comércio já é natal. E para os consumidores também. Ontem, enquanto esperava uma amiga sair do trabalho, observei o tanto de pessoas comprando. Não tanto quanto o ano passado, mas mesmo em tempos de crise, ninguém deixa de comprar, de renovar os móveis, de comprar brinquedos e roupas e comida, muita comida. Eu estou achando tudo tão caro. Decidi não participar de amigo-oculto e só irei presentear as aniversariantes do mês de dezembro. Não que eu seja pão-dura, mas com o tempo a gente vai aprendendo a controlar, porque é claro que as vitrines chamam a atenção, mas com as dificuldades do dia-a-dia, eu prefiro economizar, pois se a coisa ficar preta no próximo ano, espero não passar por momentos tensos de falta de grana. E eu também não sou uma consumista de primeira linha.
Já comecei a fazer a faxina de 2008 para a vinda de 2009. Mas não faço planos.
Que venha a vida me dizer o que devo fazer!
um lindo dia!
Fiquei m pouco estressada ao longo da semana, talvez porque as vezes sinto que não sou respeitada devidamente. Ou o meu cargo não é respeitado em dados momentos. E eu sou um pouco passiva, vou deixando as coisas rolarem, pois eu sei que emprego não está fácil e eu sei também que estou aqui para aprender. Ainda não tenho categoria suficiente para sair por aí esbravejando. Abaixo a cabeça muitas vezes, por medo, insegurança, mas muito mais por respeito. Ainda tenho muito que evoluir em minha profissão, ainda tenho um longo caminho pela frente.
Às sextas-feira é liberado o uso de jeans e hoje vi assim e com meu lindo tênis All Star. Bem que eu gostaria de trabalhar assim todos os dias. É muito mais confortável e dinâmico.
O balanço geral da semana me deixa um pouco satisfeita. Mas eu quero e posso mais.
Estamos quase no mês natalino. Mas para o comércio já é natal. E para os consumidores também. Ontem, enquanto esperava uma amiga sair do trabalho, observei o tanto de pessoas comprando. Não tanto quanto o ano passado, mas mesmo em tempos de crise, ninguém deixa de comprar, de renovar os móveis, de comprar brinquedos e roupas e comida, muita comida. Eu estou achando tudo tão caro. Decidi não participar de amigo-oculto e só irei presentear as aniversariantes do mês de dezembro. Não que eu seja pão-dura, mas com o tempo a gente vai aprendendo a controlar, porque é claro que as vitrines chamam a atenção, mas com as dificuldades do dia-a-dia, eu prefiro economizar, pois se a coisa ficar preta no próximo ano, espero não passar por momentos tensos de falta de grana. E eu também não sou uma consumista de primeira linha.
Já comecei a fazer a faxina de 2008 para a vinda de 2009. Mas não faço planos.
Que venha a vida me dizer o que devo fazer!
um lindo dia!
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Dia da Conciência negra!
Hoje pela manhã tive uma surpresa muito boa enquanto vinha trabalhar.
Reencontrei um ex-namorado, que é até hoje um cara muito especial para mim.
Ele não me reconheceria, mas eu falei com ele e tivemos uma conversa fofa. E ele é fofo, a família dele também. O melhor foi saber que ele está casado e que está muito feliz.
Adoro essas surpresas que a vida nos presenteia. Se é pela manhã melhor ainda. Sou grata por ter em minha vida pessoas bacanas, legais e que estão cada dia melhores.
Tenho uma nova aluna nas aulas de espanhol. Ela é inteligente e pegou algumas coisas já na primeira aula. Estou muito feliz, vejo que aos poucos eles vão pegando o ritmo. Eu faço questão de não forçar nada. Dou as aulas, sou rígida em determinados momentos, mas não sou a tia chata. Até porque fazemos aula à noite, e só quem estudou por 4 anos na faculdade, 2 em cursinhos, entende o que é tentar aprender, enquanto a sua mente pede cama. O ano está terminando e já faço planos para a volta das férias. Sem dúvida, as aulas de espanhol foram a melhor surpresa de 2008 para mim, bem como os alunos e seus olhinhos brilhando por querer saber cada dia mais.
Ontem tentei assistir ao jogo do Brasil e Portugal. Mas juro, que ouvir ao Galvão opinando é desanimador. E assistir algo sozinha me dá um pouco de desânimo. Eu até vou ao cinema, ao teatro, à exposições, caminhar sozinha, mas em alguns momentos eu gosto de companhia. Se não como poderei opinar ou destilar meu veneno em comentários ácidos?. A coisa que eu mais sinto falta de minha infância sem dúvida, são dos momentos em que a família sentava para ver televisão, tomar um café. Mas essas saudade logo é camuflada no travesseiro, pois é bem claro que esses tempos não voltam mais.
Hoje é dia da conciência negra. Será que somos capazes de ter essa tal conciência?. O Brasil precisa ainda de muita sabedoria.
Um lindo dia!
Reencontrei um ex-namorado, que é até hoje um cara muito especial para mim.
Ele não me reconheceria, mas eu falei com ele e tivemos uma conversa fofa. E ele é fofo, a família dele também. O melhor foi saber que ele está casado e que está muito feliz.
Adoro essas surpresas que a vida nos presenteia. Se é pela manhã melhor ainda. Sou grata por ter em minha vida pessoas bacanas, legais e que estão cada dia melhores.
Tenho uma nova aluna nas aulas de espanhol. Ela é inteligente e pegou algumas coisas já na primeira aula. Estou muito feliz, vejo que aos poucos eles vão pegando o ritmo. Eu faço questão de não forçar nada. Dou as aulas, sou rígida em determinados momentos, mas não sou a tia chata. Até porque fazemos aula à noite, e só quem estudou por 4 anos na faculdade, 2 em cursinhos, entende o que é tentar aprender, enquanto a sua mente pede cama. O ano está terminando e já faço planos para a volta das férias. Sem dúvida, as aulas de espanhol foram a melhor surpresa de 2008 para mim, bem como os alunos e seus olhinhos brilhando por querer saber cada dia mais.
Ontem tentei assistir ao jogo do Brasil e Portugal. Mas juro, que ouvir ao Galvão opinando é desanimador. E assistir algo sozinha me dá um pouco de desânimo. Eu até vou ao cinema, ao teatro, à exposições, caminhar sozinha, mas em alguns momentos eu gosto de companhia. Se não como poderei opinar ou destilar meu veneno em comentários ácidos?. A coisa que eu mais sinto falta de minha infância sem dúvida, são dos momentos em que a família sentava para ver televisão, tomar um café. Mas essas saudade logo é camuflada no travesseiro, pois é bem claro que esses tempos não voltam mais.
Hoje é dia da conciência negra. Será que somos capazes de ter essa tal conciência?. O Brasil precisa ainda de muita sabedoria.
Um lindo dia!
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
A decisão de calar a boca!
Depois que comprei meu MP3, minha vida de andarilha e de utilizadora de transporte público mudou. Mudou, pois agora não preciso mais ouvir as conversas paralelas entediantes que rolam no percursso de mais ou menos uma hora de casa até o serviço, depois na volta para casa e nas segunda e quartas a minha ida à aula de espanhol também melhorou muito.
Eu tenho uma mania de querer conversar, de puxar papo sem motivo. E uma coisa que estou aprendendo é ficar caladinha, párar de forçar amizade, de coçar a língua desnecessariamente.
Isso é uma questão de maturidade. Não preciso mais ficar provando que sou uma pessoa legal. Entro e saio e faço questão de não ser vista. Chamar a atenção não é mais meu objetivo. Se alguém quer conversar comigo que venha e puxe papo. Assim eu evito levar foras, patadas e ainda assim levar a fama de faladeira.
Não é fácil. Eu falo até dormindo. Imagina o trabalho interno que é, passar horas em constante observação, limitando meu assunto e minha participação na vida alheia.
Mas me sinto bem assim. Perdi amigos por causa de falar na hora errada o que não era de minha questão.
E é por isso que escrever é cada dia mais a minha melhor opção de vida.
Um lindo dia!
Eu tenho uma mania de querer conversar, de puxar papo sem motivo. E uma coisa que estou aprendendo é ficar caladinha, párar de forçar amizade, de coçar a língua desnecessariamente.
Isso é uma questão de maturidade. Não preciso mais ficar provando que sou uma pessoa legal. Entro e saio e faço questão de não ser vista. Chamar a atenção não é mais meu objetivo. Se alguém quer conversar comigo que venha e puxe papo. Assim eu evito levar foras, patadas e ainda assim levar a fama de faladeira.
Não é fácil. Eu falo até dormindo. Imagina o trabalho interno que é, passar horas em constante observação, limitando meu assunto e minha participação na vida alheia.
Mas me sinto bem assim. Perdi amigos por causa de falar na hora errada o que não era de minha questão.
E é por isso que escrever é cada dia mais a minha melhor opção de vida.
Um lindo dia!
Assinar:
Postagens (Atom)