Adorei a mistura Paralams do Sucesso e Titãs. Se juntar com as outras bandas de rock, vira um AMIGOS, igual ao feito há alguns anos com algumas duplinhas sertanejas.
Mas em se tratando de rock eu acho muito mais interessante.
Há algus anos eu era fã incondicional do Red Hot Chilli Pepers, Nirvana, e várias outras bandas de rock. E eu só escutava isso, era m tal de grava fita de um lado, assitir a MTV do outro. Até que a maioridade me fez perceber que várias outras músicas me faziam feliz e apartir de então eu passei a escutar de tudo. Porque o que eu gosto mesmo é de dançar. Dançar para mim é uma espécie de limpar a alma, colocar para fora as impurezas, o olho gordo, a infelicidade. Tenho essa mesma sensação enquanto escrevo e é por isso que minhas duas grandes paixões são escrever e dançar, sem compromisso algum com o futuro.
E o mais engraçado é que são paixões que me acompanham desde muito novinha, antes mesmo de saber ler direito, eu já balançava os esqueletos e inventava desenhos tentando expressar o que eu estava querendo dizer. Quando eu aprendi a ler e escrever, tudo virava um comentário escrito, tudo virava uma invenção literária, uma poesia.
E é por isso que até hoje eu não desgrudo dos canais culturais e gosto de entender de todo tipo de música, gosto de conhecer novos estilos, de ouvir bandas alternativas, para meditar ouço música clássica, para me apaixonar escuto música da década de 80, para escrever coloco músicas em algum idiona diferente, para arrumar a casa Exaltasamba, para me cuidar Shakira, para simplesmente fazer nada, o meu bom e agradável rock, a música que sempre me inspira a ser uma pessoa melhor.
Estava apenas comentando mesmo. O texto na verdade não tem nenhum fundamento de fato. Acho que a vinda da Madonna ao Brasil está mexendo com a minha imaginação e ontem foi o show da banda Scorpions, que faz parte da vida de minha irmã e de meu cunhado e também de toda a minha família diretamente.
O mundo precisa de uma boa música para ajustar os pensamentos! E encontrar alguma paz!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Elitizante!
Eu não gosto do povo do Pânico na TV, mas confesso que me diverti muito ontem assitindo ao programa. Eles estava na porta do Teatro que recebeu o chato do João Gilberto (a estrelinha da MPB). E foi engraçado ver a falsa pose do pessoal que estava lá. Apenas um músico foi sincero a ponto de dizer que um show desses só daqui a 10 anos. Os outros faziam a cara de: "nossa que show maravilhoso". A diretora do Teatro, Carla Camurati, quase engasgou quando a perguntaram se ela toparia fazer um "Mulher Melancia in concert". Ri muito, vendo o quanto ser celebridade é um verdadeiro saco, na grande maioria das vezes, principalmente quando se tem que ir todos os dias à praia. Quanto ao povo do Pânico, bem, dessa vez pelo menos para mim foi engraçado!.
Fui à uma boate localizada no coração da elite de Brasília e definitivamente, meu lance não é esse não. Primeiro que o lugar vendia minha preciosa coca-cola à 5 reais. Um absurdo, porque só pude beber uma à noite inteira. Depois porque os homens de lá, escolhiam as loiras ou morenas, que fosses altas e com os cabelos compridos, de preferência que estivesses com aqueles shortinhos da moda ou com vestido curto. A minha sorte é que eu estava com pessoas muito legais, que fizeram a diferença, dançamos e nos divertimos como somos, sem preocupação em mostrar quem não somos, caso contrário eu teria achado definitivamente um saco. No final eu ainda prefiro uma boa e velha conversa de bar(como se eu bebesse de fato).
O resto do fim de semana foi assistindo aos nossos super programas muito interessantes, principalmente o Faustão. A minha sorte é que domingo pela manhã dou aula e o resto do tempos ocupo minha vida organizando meu material de aula e lendo.
No momento estou lendo Casa de Pensão. Recomendo sempre nossa literatura.
Bem, nada mais a declarar. Apenas que a semana seja muito linda para todos!.
Começam as Paraolímpiadas....................Ai ai.
Fui à uma boate localizada no coração da elite de Brasília e definitivamente, meu lance não é esse não. Primeiro que o lugar vendia minha preciosa coca-cola à 5 reais. Um absurdo, porque só pude beber uma à noite inteira. Depois porque os homens de lá, escolhiam as loiras ou morenas, que fosses altas e com os cabelos compridos, de preferência que estivesses com aqueles shortinhos da moda ou com vestido curto. A minha sorte é que eu estava com pessoas muito legais, que fizeram a diferença, dançamos e nos divertimos como somos, sem preocupação em mostrar quem não somos, caso contrário eu teria achado definitivamente um saco. No final eu ainda prefiro uma boa e velha conversa de bar(como se eu bebesse de fato).
O resto do fim de semana foi assistindo aos nossos super programas muito interessantes, principalmente o Faustão. A minha sorte é que domingo pela manhã dou aula e o resto do tempos ocupo minha vida organizando meu material de aula e lendo.
No momento estou lendo Casa de Pensão. Recomendo sempre nossa literatura.
Bem, nada mais a declarar. Apenas que a semana seja muito linda para todos!.
Começam as Paraolímpiadas....................Ai ai.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Vidas interligadas no metrô
As pessoas riem, mas eu medito muito enquanto venho apertada no metrô pela manhã.
E observo muito, porque cada pessoa ali pode virar um personagem de minhas histórias.
E alguams pesosas marcam mais do que as outras. Tem um casal que todos os dias está lá, ela com uma cara mesclando alegria e pregiça; ele sério com a filha no colo. A filha deve ter seus 5 anos, porque já vai à escola. Mas penso: é uma família normal, que acorda cedo, que sai junta e com certeza volta junta para casa. E confirma a tese estatística de que brasileiros optam mais por famílias pequenas (observo que isso é bem comum hoje em dia).
Estou contando isso, porque a vida pede de nós muita paciência. Imagina, acordar cedo, no frio, e pegar uma condução lotada. E ainda mais com uma criança no colo o tempo inteiro.
E percebo que nossas vidas se interligam, porque embora eu não seja casada ou tenha filhos, acordo cedo, pego o trem, trabalho o dia inteiro, volto pego o trem, durmo tarde, estudo para tentar ter uma vida melhor e quem sabe casar, ter filhos e finalmente abandonar essa vida de transporte público.
Todos pertencemos à vida conturbada, moderna e complicada, caótica e cansativa. Mas sei que todos fazemos de nossas vidas exatamente o que deve ser feito para que ao final do dia encontremos forças para o que vem a seguir.
Talvez não faça sentido o que agora vos falo. Mas apenas entenda que a minha vida, direta ou indiretamente está ligada à sua.
E qualquer dia desses poderás estar em algum post meu.
E observo muito, porque cada pessoa ali pode virar um personagem de minhas histórias.
E alguams pesosas marcam mais do que as outras. Tem um casal que todos os dias está lá, ela com uma cara mesclando alegria e pregiça; ele sério com a filha no colo. A filha deve ter seus 5 anos, porque já vai à escola. Mas penso: é uma família normal, que acorda cedo, que sai junta e com certeza volta junta para casa. E confirma a tese estatística de que brasileiros optam mais por famílias pequenas (observo que isso é bem comum hoje em dia).
Estou contando isso, porque a vida pede de nós muita paciência. Imagina, acordar cedo, no frio, e pegar uma condução lotada. E ainda mais com uma criança no colo o tempo inteiro.
E percebo que nossas vidas se interligam, porque embora eu não seja casada ou tenha filhos, acordo cedo, pego o trem, trabalho o dia inteiro, volto pego o trem, durmo tarde, estudo para tentar ter uma vida melhor e quem sabe casar, ter filhos e finalmente abandonar essa vida de transporte público.
Todos pertencemos à vida conturbada, moderna e complicada, caótica e cansativa. Mas sei que todos fazemos de nossas vidas exatamente o que deve ser feito para que ao final do dia encontremos forças para o que vem a seguir.
Talvez não faça sentido o que agora vos falo. Mas apenas entenda que a minha vida, direta ou indiretamente está ligada à sua.
E qualquer dia desses poderás estar em algum post meu.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
V.O.A
O sono insiste, mas eu não o quero.
quero voar em algum lugar onde simplesmente exista o vento, o mar, e..
E nada além de meu simples pensamento a vagar.
E o sono me coloca contra o travessiero e me obriga a uma fuga insesante de sonhos.
Não quero mais sonhar.
Apenas voar em meus pensamentos e vagando por eles e insistentemente encontrar.
A paz!.
quero voar em algum lugar onde simplesmente exista o vento, o mar, e..
E nada além de meu simples pensamento a vagar.
E o sono me coloca contra o travessiero e me obriga a uma fuga insesante de sonhos.
Não quero mais sonhar.
Apenas voar em meus pensamentos e vagando por eles e insistentemente encontrar.
A paz!.
Falta Conversa!
O evitável não grita. Fica só e fica bem.Mas faltou uma conversa com o meu próprio disfarce, um acerto de contas e tornou-se inevitável. Eu descobri que faltarão sempre algumas palavras na conversa de quem disfarça (eu e você). Deu vontande de correr atrás da singeleza que o vento leva, mas nessa noite a minha curiosidade dormiu na cabeça dos outros. Eu poderia ter o ponto de vista de outra pessoa, ver como ela ver, sentir o que ela sente ao olhar pra mim. Eu ser ela. E ela nãos saberia qual era o meu disface. Mas eu sei que a gente não piora. Nem você piora, nem eu. Gastamos demais as tardes, as noites, as praças. Agora é só esperar e ver. Na verdade o disfarce é um sonho que a gente inventa. Se você tivesse uma vida sem graça, ela só poderia piorar sem disfarces. Mas a gente não piora. Você, eu, o vento.. somos todos iguais. Você vai perceber no fim. Não tem fim. Então, você não perceberá. Falta conversa. Conversa com a nossa máscara. E é tudo um disfarce.
Texto retirado do seguinte blog:
http://aquelacarta.wordpress.com/
Texto retirado do seguinte blog:
http://aquelacarta.wordpress.com/
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Meu diploma enfim!
Hoje, dia 26 de agosto recebrei meu diploma.
Agora sim definitivamente eu sou Secretária Executiva Bilingue.
E não cabe em meu peito tamanha felicidade, pela conquista, pela luta, pelo que eu alcencei nesse período conturbado e frutífero.
Agradeço a cada pessoas que me ajudou: desde o pessoal do STJ, ao pessoal do Instituto Cervantes, da Caixa, Embaixada do Perú, a Nancy, a Mymy, ao Carlin, a Tia Arlene (in memorian), a Tânia(essa é tudo para mim!), a Elaine, o Milton, a Janete, a Jana, o Marcelo Bessa, a Lidi, o Dejoss, a professora Karla, Dora, Elenita, Ana Paula, Maria Mar, o professor Carlos, Siveirinha, Giulliano, Edivaldo, a Edilene, a Betinha, o Fabrício, Valéria, Evelyn, nossa a lista é enorme, de pessoas que me incentivaram, que me escutaram, que dividiram sonhos, objetivos e alegrias comigo seja no trabalho, seja no intervalo. Pessoas que são meus exemplos de dedicação, de perseverança e humildade.
Não poderia passar sem agradecer a quem me deu a vida, a quem me deu a garra para enfrentar e que são meus maiores exemplos de como ser uma humana em todo seu verdadeiro sentido: meus pais que ao longo desse período indiretamente, ali no caladinho, ali de uma forma bem discreta me incentivaram e me acolheram com muito amor.
Agradeço à minha irmã Katia, que sempre acreditou em mim, mesmo nos meus momentos mais terríveis de rebeldia.
Agradeço à minha sobrinha por sempre ser minha meiga menina e por me passar paz nos momentos em que eu acreditei que não chegaria a onde cheguei.
Aos meus irmãos, um carinho enorme, sei que eles também torceram por mim, mesmo que não sejamos tão próximos quanto deveriámos ser.
Às minhas cunhadas, por serem exemplo de dedicação à familia e aos estudos, conciliando sonhos e funções maternais e domésticas com muita maestría.
Ao meu cunhado, que agora também é nosso mais novo universitário, que meu diploma sirva de incentivo para à chegada do seu, muito obrigada por todo apoio junto à Katia.
Aos meus sobrinhos, o desejo de que eu possa ser exemplo de tentativa de ser uma boa pessoa.
Agradeço por ter saúde para continuar. Porque um sonho se concretizou e muitos outros à caminho.
Que Deus me proteja e me faça chegar exatamente a onde eu tanto almejo chegar, com humildade, educação, sociabilidade, honestidade e com muita fé em meus príncipios, em meu coração, em minha mente.
Um beijo bem carinhoso a quem por ventura eu tenha esquecido de citar em meu texto.
Agora sim definitivamente eu sou Secretária Executiva Bilingue.
E não cabe em meu peito tamanha felicidade, pela conquista, pela luta, pelo que eu alcencei nesse período conturbado e frutífero.
Agradeço a cada pessoas que me ajudou: desde o pessoal do STJ, ao pessoal do Instituto Cervantes, da Caixa, Embaixada do Perú, a Nancy, a Mymy, ao Carlin, a Tia Arlene (in memorian), a Tânia(essa é tudo para mim!), a Elaine, o Milton, a Janete, a Jana, o Marcelo Bessa, a Lidi, o Dejoss, a professora Karla, Dora, Elenita, Ana Paula, Maria Mar, o professor Carlos, Siveirinha, Giulliano, Edivaldo, a Edilene, a Betinha, o Fabrício, Valéria, Evelyn, nossa a lista é enorme, de pessoas que me incentivaram, que me escutaram, que dividiram sonhos, objetivos e alegrias comigo seja no trabalho, seja no intervalo. Pessoas que são meus exemplos de dedicação, de perseverança e humildade.
Não poderia passar sem agradecer a quem me deu a vida, a quem me deu a garra para enfrentar e que são meus maiores exemplos de como ser uma humana em todo seu verdadeiro sentido: meus pais que ao longo desse período indiretamente, ali no caladinho, ali de uma forma bem discreta me incentivaram e me acolheram com muito amor.
Agradeço à minha irmã Katia, que sempre acreditou em mim, mesmo nos meus momentos mais terríveis de rebeldia.
Agradeço à minha sobrinha por sempre ser minha meiga menina e por me passar paz nos momentos em que eu acreditei que não chegaria a onde cheguei.
Aos meus irmãos, um carinho enorme, sei que eles também torceram por mim, mesmo que não sejamos tão próximos quanto deveriámos ser.
Às minhas cunhadas, por serem exemplo de dedicação à familia e aos estudos, conciliando sonhos e funções maternais e domésticas com muita maestría.
Ao meu cunhado, que agora também é nosso mais novo universitário, que meu diploma sirva de incentivo para à chegada do seu, muito obrigada por todo apoio junto à Katia.
Aos meus sobrinhos, o desejo de que eu possa ser exemplo de tentativa de ser uma boa pessoa.
Agradeço por ter saúde para continuar. Porque um sonho se concretizou e muitos outros à caminho.
Que Deus me proteja e me faça chegar exatamente a onde eu tanto almejo chegar, com humildade, educação, sociabilidade, honestidade e com muita fé em meus príncipios, em meu coração, em minha mente.
Um beijo bem carinhoso a quem por ventura eu tenha esquecido de citar em meu texto.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Atendimento inusitado!
Atendo uma ligação de uma pesoa um pouco agitada, pedindo a confirmação de número de fax, de recebimento de documento, dizendo que era algo urgente, importante e etç. Meu chefe não estava, na teoria não poderia fazer muito.
Resolvi perguntar o nome obviamente para anotar recado e tentar resolver o pequeno incidente.
Quando ela me disse o nome eu começo a dizer:
" Tia Silvia, sou eu Karla, da Rússia, lembra?". Tá eu falei isso várias vezes, tamanho o nervosismo!.
Claro que não, imagina, 10 anos depois, como ela iria adivinhar que a pessoa que atende nesse momento é uma garotinha magricela e de franja "a la índie" que ela tantas vezes carregou de carona para a escola. Que ela viu (momento vergonhoso), dançando na boquinha da garrafa várias vezes (rs) e que em um momento engraçado defendeu a filha dela das mãos de umas garotas muito perversas (incluíndo uma brasileira- detalhes em post futuro).
Pois é, do outro lado da linha estava a segunda pessoa em Moscou que nos ajudou, nos estendeu a mão e nos mostrou um pouco do que viveriámos lá. Silvia Kukulka Xavier, engraçadíssima, que tomava litros de coca-cola, café e fumava 3 maços de cigarro por dia (se não me falha a memória), que tinha uma letra bem diferente e que tantas vezes tentei imitar, branca dos olhos lindos, elegante. Mãe de duas filhas hilárias e com um senso de humor muito peculiar.
Casada com um dos homens mais altos que eu já conheci e que em vários momentos foi amiga e nos ajudou a superar distência, saudade e tudo mais que uma vida no exterior nos presenteia.
Foi sem dúvida um momento muito engraçado, muito importante obviamente e que me faz querer rever a Ingrid(quem me ensinou o alfabeto em russo, e eu aprendi em apenas 2 horas em todos os sentidos), a Isabel e toda essa família que merece destaque em vários momentos de meus 4 anos na Rússia.
Agradeço a instantes como esse. Não creio em destino. Nem em coincidência. Mas também não saberia explicar exatamente o que une duas pessaos depois de tanto tempo, de uma forma tão especial.
Resolvi perguntar o nome obviamente para anotar recado e tentar resolver o pequeno incidente.
Quando ela me disse o nome eu começo a dizer:
" Tia Silvia, sou eu Karla, da Rússia, lembra?". Tá eu falei isso várias vezes, tamanho o nervosismo!.
Claro que não, imagina, 10 anos depois, como ela iria adivinhar que a pessoa que atende nesse momento é uma garotinha magricela e de franja "a la índie" que ela tantas vezes carregou de carona para a escola. Que ela viu (momento vergonhoso), dançando na boquinha da garrafa várias vezes (rs) e que em um momento engraçado defendeu a filha dela das mãos de umas garotas muito perversas (incluíndo uma brasileira- detalhes em post futuro).
Pois é, do outro lado da linha estava a segunda pessoa em Moscou que nos ajudou, nos estendeu a mão e nos mostrou um pouco do que viveriámos lá. Silvia Kukulka Xavier, engraçadíssima, que tomava litros de coca-cola, café e fumava 3 maços de cigarro por dia (se não me falha a memória), que tinha uma letra bem diferente e que tantas vezes tentei imitar, branca dos olhos lindos, elegante. Mãe de duas filhas hilárias e com um senso de humor muito peculiar.
Casada com um dos homens mais altos que eu já conheci e que em vários momentos foi amiga e nos ajudou a superar distência, saudade e tudo mais que uma vida no exterior nos presenteia.
Foi sem dúvida um momento muito engraçado, muito importante obviamente e que me faz querer rever a Ingrid(quem me ensinou o alfabeto em russo, e eu aprendi em apenas 2 horas em todos os sentidos), a Isabel e toda essa família que merece destaque em vários momentos de meus 4 anos na Rússia.
Agradeço a instantes como esse. Não creio em destino. Nem em coincidência. Mas também não saberia explicar exatamente o que une duas pessaos depois de tanto tempo, de uma forma tão especial.
Crie a sua paz!
Abro a conta no domingo enquanto vou ao banco no shopping e vejo que recebi uma grana extra, que jamais eu esperava.
Fique nervosa, surpresa e tão tensa que fui ao banheiro.
Lá entra uma mulher daquelas escandalosas e falsas peruas. Suponho que ela estava até com roupa de oncinha. O fato é que ela entra no banheiro berrando:
_" O mundo precisa de paz, para quê brigar por causa de uma garrafa de água. O mundo precisa de paz. Se houvesse paz no mundo o mundo viveria melhor".
E vira para uma criança que com certeza estava tão pasma quanto eu lá escondida no banheiro:
_" Para quê brigar por causa de uma garrafa de água. Precisamos de paz. Você sabe o que é paz?
A criatura obviamente com aquela voz de dow responde:
_"Não".
Silêncio total, até ela perguntar:
_" Você não quer fazer xixi?".
Eu estava me retorcendo de dores lá dentro de tanto rir imaginando a carinha da menina perguntando para si o que a mãe ou avó queria dizer aos berros com a palavra paz.
E depois que eu via a repostagem da Islândia (o melhos país do mundo apra se viver, nada de violência, analfabetismo, poluição, guerra, pessoas mau educadas e anti-éticas ou corruptas), eu sinto até pena dessa pessoas que acredita que em nosso país isso seja uma futura realidade. O mundo precisa de paz, mas se ela mesmo berrava como uma doida, imagina aqueles poderosos, que cifras enormes de dinheiro rondam a sua vida.
Será que é interessante para o mundo viver em paz?. Acho que faltará renda. A fonte secará!
Eu também quero paz. A minha paz!. Depois transmito ao próximo.
Faça a sua paz!
Fique nervosa, surpresa e tão tensa que fui ao banheiro.
Lá entra uma mulher daquelas escandalosas e falsas peruas. Suponho que ela estava até com roupa de oncinha. O fato é que ela entra no banheiro berrando:
_" O mundo precisa de paz, para quê brigar por causa de uma garrafa de água. O mundo precisa de paz. Se houvesse paz no mundo o mundo viveria melhor".
E vira para uma criança que com certeza estava tão pasma quanto eu lá escondida no banheiro:
_" Para quê brigar por causa de uma garrafa de água. Precisamos de paz. Você sabe o que é paz?
A criatura obviamente com aquela voz de dow responde:
_"Não".
Silêncio total, até ela perguntar:
_" Você não quer fazer xixi?".
Eu estava me retorcendo de dores lá dentro de tanto rir imaginando a carinha da menina perguntando para si o que a mãe ou avó queria dizer aos berros com a palavra paz.
E depois que eu via a repostagem da Islândia (o melhos país do mundo apra se viver, nada de violência, analfabetismo, poluição, guerra, pessoas mau educadas e anti-éticas ou corruptas), eu sinto até pena dessa pessoas que acredita que em nosso país isso seja uma futura realidade. O mundo precisa de paz, mas se ela mesmo berrava como uma doida, imagina aqueles poderosos, que cifras enormes de dinheiro rondam a sua vida.
Será que é interessante para o mundo viver em paz?. Acho que faltará renda. A fonte secará!
Eu também quero paz. A minha paz!. Depois transmito ao próximo.
Faça a sua paz!
Tá acabando o martírio!
Tá não gosto de ficar vendo Olímpiada, mas não deu outra, consegui achar bonito o Cielo ganhando. Mas também achei fracassante a queda do Diego Hipólito e companhia. Agora foi um sucesso o jogo da seleção de mulheres jogando. Agora não entendo por quê elas fazem uma cara de machões quando jogam. As outras jogadoras mesmo correndo feito um homem são tão mulherzinhas e lindinhas. Acho que uma coisa não interfere na outra.
Fim de semana foi para eu simplesmente morgar. Saí na sexta com uma turma de peruanos e angolanos e até dançei a famosa dança angolana com o sugestivo nome de "Cuduro". Eles nem acreditavam que eu dançava e contei que aprendi quando estava morando em Moscou, com uns amigos da Angola que moravam em meu prédio. Era uma turma animada e minha mãe tornou-se confidente da filha do Embaixador na época, a Paula. Ela era um mulherão, firme, inteligente, que criava sozinha o filho e fazia bolos maravilhosos, inclusive foi ela quem fez meu bolo em meu niver de 13 anos. Os angolanos são pessoas muito especiais, meio brasileiros na alegria, na vontade de viver e dançar. Tá comprovado que isso não faz o país evoluir, mas ao menos eles se divertem de alguma forma. Foi uma sexta para recordar momentos maravilhosos que vivi em Moscou e até me emocionei em alguns momentos, porque não dá para fingir que nada disso aconteceu em minha vida.
Por falar em Moscou, o Oleg chegou firme e forte à terra dele, Saratov. Me mandou um e-mail e segundo ele ficou muito feliz em me conhecer. Eu de minha parte, passei o domingo escutando o cd que ele me deu e matei um pouco a saudade dos meus grandes momentos por lá.
De resto apenas mofei mesmo. Gosto de fazer isso. Não incomodo à ninguém, ninguém me incomoda e os dias passam descansados e felizes.
E para finalizar.
Quando eu acho que o ser humano deixou de ser tosco eu vejo na TV: pai manda matar a filha para não pagar pensão atrasada. Ai, ai ,ai............
Uma ótima semana!
Fim de semana foi para eu simplesmente morgar. Saí na sexta com uma turma de peruanos e angolanos e até dançei a famosa dança angolana com o sugestivo nome de "Cuduro". Eles nem acreditavam que eu dançava e contei que aprendi quando estava morando em Moscou, com uns amigos da Angola que moravam em meu prédio. Era uma turma animada e minha mãe tornou-se confidente da filha do Embaixador na época, a Paula. Ela era um mulherão, firme, inteligente, que criava sozinha o filho e fazia bolos maravilhosos, inclusive foi ela quem fez meu bolo em meu niver de 13 anos. Os angolanos são pessoas muito especiais, meio brasileiros na alegria, na vontade de viver e dançar. Tá comprovado que isso não faz o país evoluir, mas ao menos eles se divertem de alguma forma. Foi uma sexta para recordar momentos maravilhosos que vivi em Moscou e até me emocionei em alguns momentos, porque não dá para fingir que nada disso aconteceu em minha vida.
Por falar em Moscou, o Oleg chegou firme e forte à terra dele, Saratov. Me mandou um e-mail e segundo ele ficou muito feliz em me conhecer. Eu de minha parte, passei o domingo escutando o cd que ele me deu e matei um pouco a saudade dos meus grandes momentos por lá.
De resto apenas mofei mesmo. Gosto de fazer isso. Não incomodo à ninguém, ninguém me incomoda e os dias passam descansados e felizes.
E para finalizar.
Quando eu acho que o ser humano deixou de ser tosco eu vejo na TV: pai manda matar a filha para não pagar pensão atrasada. Ai, ai ,ai............
Uma ótima semana!
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Escolho o delírio!
Escolha
Apesar do medo escolho a ousadia.
Ao conforto das algemas,
prefiro a dura liberdade.
Vôo com meu par de asas tortas,
sem o tédio da comprovação.
Opto pela loucura,
com um grão de liberdade:
meu ímpeto explode o ponto, arqueia a linha,
traça contornos para os romper.
Desculpem, mas devo dizer:
eu quero o delírio.
(Lya Luft)
A colação está chegando!
Na sexta-feira darei entrada no processo de formatura. Colação e recebimento de diploma. Farei a colação separada das meninas que optaram pelo baile. Foi uma decisão que tomei no primeiro dia de aula. Decidi que não faria festança por vários motivos, entre eles o custo. Sai muito caro colar grau, fazer a missa e ter o baile. São detalhes que na ponta do papel me prenderia por algum tempo. Com o passar do semestre passou a ser pela falta de afinidade com algumas garotas da turma. E já no final do curso foi simplesmente por não querer mesmo nada disso. Optei por fazer uma comemoração intimista, porque percebi que esse diploma na verdade é muito meu e eu devo comemorar de uma maneira simples e estou feliz. Escolhi a minha irmã como madrinha desse dia e sei que receberei o meu diploma com muito amor e alegria, pois afinal eu mereço comemorar.
Mas irei na colação das outras meninas da turma. Não por todas elas, mas por duas em especial, que fizeram parte de minha vida nesse 3 anos e meio de faculdade e que merecem a minha participação. Não deixo de desejar sorte às outras, que tudo seja sucesso na vida de cada uma delas.
Na minha estará presente a minha amiga e fiél escudeira e defensora. Começamos juntas e terminaremos juntas.
Tenho orgulho de minhas conquistas e esse diploma será comemorado e recebido com muita gratidão!.
Um belo dia!
Mas irei na colação das outras meninas da turma. Não por todas elas, mas por duas em especial, que fizeram parte de minha vida nesse 3 anos e meio de faculdade e que merecem a minha participação. Não deixo de desejar sorte às outras, que tudo seja sucesso na vida de cada uma delas.
Na minha estará presente a minha amiga e fiél escudeira e defensora. Começamos juntas e terminaremos juntas.
Tenho orgulho de minhas conquistas e esse diploma será comemorado e recebido com muita gratidão!.
Um belo dia!
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Amy Winehouse

Uma das minhas cantoras preferidas. Mas é triste ver o que a falta de amor próprio faz com uma pessoa. Andei vendo algumas fotos de começo de sua carreira e observei a auto-destruição, a que ponto ela chegou. Adoro a voz dela, a irreverência com ela se comporta no palco. Seria triste perdê-la. Mas no ritmo atual.....Ela não dura muito tempo não. Não sei se ela faz isso para chamar atenção dos holofotes, ouse ela perdeu mesmo o juízo. Mas seja qual for o motivo, eu particularmente não desejo nem para meu inimigo.
Olímpiada para os pobres!
O melhor de ver as Olimpiadas na TV é ver o esforço que cada esportista faz para chegar pelo menos no vacúo dos esportistas tops do mundo. Tipo, Thiago Pereira quase perdeu os pulmões tentando alcançar o bam-bam-bam das piscinas, o Michael Phelps. E o judô?.Favorito a medalha de?..........Não sei se é falta de incentivo, capacidade, vontade. Mas o Brasil precisa de muito ainda para poder de fato competir com os gigantes. Aí vem o Lula e solta uma pérola:" Quero as Olímpiadas no Brasil para os pobres". A bebida mata e faz o cérebro virar pó.
Não me emocionei muito com a entrevista da mãe da inglesinha que foi assassinada e cortada em tirinhas no Góias. Poxa a menina agiu como uma retardada, desesperada. O cara é feio que doí, e com uma cara de bandido daquelas. Sai do país dela, do comforto dela para morrer. No fundo serve de lição. Nós brasileiros não somos tão legais quanto imaginam por aí e serve como devolução por todas as mortes que eles causam para os brasileiros que vão para lá e são tratados como animais. Somos olho por olho e dente por dente. Ela morreu, era linda e talz, mas pelo visto não era nenhum anjinho como os olhos azuis pareciam demosntram. Espero que como assassino pague pela família que ele destruiu, e que isso nos sirva de lição.
Lição, porque não é seguro abandonar tudo por ninguém que você realmente não conhece. Morro de vontade e sonho muito em morar fora, em construir minha vida fora. Mas eu só saio daqui se for com visto de estudante, com tudo garantido, ou casada com alguém que eu realmente saiba da história de vida e conheça teoricamente bem. Não sei se tenho coragem de largar tudo por alguém que eu conheço somente pela internet, ou que eu não saiba a procedência. Tudo na vida é muito arriscado e minha vida não pode ser tirada por qualquer um que aparece oferecendo mundo e fundos que talvez nunca existam. Venho lutando muito e espero que não seja tudo jogado fora por qualquer barra de calça que apareça.
Não me emocionei muito com a entrevista da mãe da inglesinha que foi assassinada e cortada em tirinhas no Góias. Poxa a menina agiu como uma retardada, desesperada. O cara é feio que doí, e com uma cara de bandido daquelas. Sai do país dela, do comforto dela para morrer. No fundo serve de lição. Nós brasileiros não somos tão legais quanto imaginam por aí e serve como devolução por todas as mortes que eles causam para os brasileiros que vão para lá e são tratados como animais. Somos olho por olho e dente por dente. Ela morreu, era linda e talz, mas pelo visto não era nenhum anjinho como os olhos azuis pareciam demosntram. Espero que como assassino pague pela família que ele destruiu, e que isso nos sirva de lição.
Lição, porque não é seguro abandonar tudo por ninguém que você realmente não conhece. Morro de vontade e sonho muito em morar fora, em construir minha vida fora. Mas eu só saio daqui se for com visto de estudante, com tudo garantido, ou casada com alguém que eu realmente saiba da história de vida e conheça teoricamente bem. Não sei se tenho coragem de largar tudo por alguém que eu conheço somente pela internet, ou que eu não saiba a procedência. Tudo na vida é muito arriscado e minha vida não pode ser tirada por qualquer um que aparece oferecendo mundo e fundos que talvez nunca existam. Venho lutando muito e espero que não seja tudo jogado fora por qualquer barra de calça que apareça.
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