terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Aguardando meu príncipe encantado.

Aqui no blog a gente conta o milagre mas não fala o nome do santo né? Porque afinal aqui é um espaço para compartilhar sentimentos pessoais com pessoas reais. E eu preciso aproveitar enquanto ainda tenho espaço aqui para escrever. Abril está logo aí e já já este blog dará uma pausa, um hiato, seja lá como definir este futuro momento que se aproxima e já me deixa um pouco angustiada.
Mas vim dividir aqui meu estado de espirito amoroso. É. Se é que existe algum espirito. Eu estou de parabéns no quesito relacionamento. Se é que existe algum minha gente.
Apareceram algumas opções. Mas ou o cara tem mil filhos (nada contra oficialmente, até prefiro, ocupa a vida e me esquece um pouco). Ou o cara tem mil filhos e quer me inserir no contexto família feliz, que eu não quero. Ou o cara é mais velho e se acha no direito de me dizer o que eu tenho que fazer. Ou o cara alega que muito me quer mas eu não quero porque não quero me dar a chance de ser feliz. Oi? E tem os que querem ser tiozões, que falam oi vamos ao motel já como primeira opção de conversa. Ou sério, o cara quer nada com a vida, acha que eu sou top das galáxias e que eu tenho que ter psico para aguentar todos os problemas que sei lá da onde surgem. 
Não sei efetivamente o que aconteceu comigo, mas, perdi o saco para joguinhos de amor de adolescente. Não tenho pique de maratonista sexual e muito menos doutorado em cuidar de gente que já deveria estar emocionalmente estável.
Não quero de fato. Ninguém. E eu gostaria muito que quem neste momento tem alguma esperança comigo saiba que sim eu tenho no momento muitos critérios e sei que poucos ou ninguém vencerá esta barreira que eu criei. Porque a verdade é essa; eu não quero namorar, eu quero viver um amor legal. Uma história divertida. Com o mínimo de problema à dois, com o mínimo de desgaste e cobrança. Com zero ciúme e DR. E por favor com umas cervejinhas vez ou outra porque ninguém é de ferro.
Mas lembrando que tem que ser recíproco. Homens aprendam uma coisinha: o fato de eu ser simpática, de fácil convívio, divertida, saber dançar e ser uma pessoa realmente legal, não te dá o direito de querer namorar comigo. E não adianta me dizer que quer e que gosta de mim. Aprendi que se os dois não quiserem e se gostarem, chances bizarras de dar merda. E eu tenho a teoria de que química na cama não é suficiente e se gostando já está tenso se relacionar, imagina só um gostando.
Sim, eu tenho aí umas ideias românticas de relacionamento e com a chegada dos 33 anos vou esperar meu príncipe encantado. Humano, claro, mas realmente alguém que eu goste e que goste de mim.
Beijos e obrigada. 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Ah como eu gostaria de reviver o amor. Ou de viver uma daqueles amores sinceros e coloridos.
Gostaria de ser equilibrada. Andar no salto sem sentir as bolhas. Comer sem engordar. Sorrir sem demonstrar o que realmente sinto.
Gostaria de falar menos palavrões e se possível, falar muito menos e ouvir mais.
E de terminar meu dia sem uma gota de lágrima, suor ou cansaço mental.
Gostaria de ter a mente vazia de meus próprios preconceitos e auto-críticas que me afundam em um mar do qual eu não faço a mínima ideia que cor teria. Azul? Verde? 
E gostaria de não ser especial para todos. Porque aprendi que nem todos devem gostar de mim e eu muito menos de todos, afinal eu só tenho um coração e ele já bate acelerado demais pelo nada.
E que me viesse diariamente alguma satisfação plena de ser quem sou. De ser aquela que encanta desencantando flores, arcos e flechas. 
E vamos na luta do afinal de contas, a vida é o quê?
Entre erros, acertos e borboletas na parede, vou vigiando demasiadamente o que ainda me resta de amor por mim. Pela vida. 




terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Fevereiro 2017? ou 2016?

E fevereiro chegou. O primeiro mês de 2017 passou. Ufa! Para mim 2016 segue firme, não consegui me livrar daquele que foi um dos anos mais estafantes que alguém poderia viver.
Mas ok. Estou com saúde e com coragem (sqn). 
O cenário político brasileiro segue caótico e quando a gente acha que vai ser um dia calmo, recebemos alguma notícia nebulosa e desesperadora. Seguimos todas aqui pensando se ficaremos, se rodaremos ou se venderemos truffas na Esplanada. 
A vida pessoal anda mais bagunçada que minha casa. E o que me fortalece é que já já é carnaval e poderemos esquecer um pouco dos problemas. Não vou viajar, vou trabalhar no domingo de carnaval e de verdade estou até animada. Sou muito contra essa folia toda e entre gastar e ganhar dinheiro eu prefiro obviamente ganhar uma graninha. E cuidar um pouco do fígado, porque em janeiro andei judiando dele.
Fim.
Era só para manter o hábito de escrever enquanto ainda tenho tempo para escrever. 
Beijos e beijos. 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Tatoos. Sonhos. Futuro.

Daqui uns meses, em abril, meu blog encerrará suas atividades. Spoiler!! Foi mal. E decidi escrever uns textos de despedida. Temos um tempo ainda para muitas histórias, mas o texto de hoje é muito especial para mim.
Decidi explicar um pouco sobre as minhas 8 tatoos, um pouco de como elas surgiram e seus significados para mim, obviamente. Aprendi que elas não precisam ser tão explicadas, mas acho que com essas linhas acabo um pouco com os comentários as vezes maldosos. Aprendi principalmente a respeitar as tatuagens alheias, tendo em vista que eu tenho um Minion, então, quem sou eu para criticar ou julgar a tatoo de alguém. E não critico quem tem mil tatuagens. Eu mesma dobrei minha meta e mesmo recebendo ameaças eu pretendo sim seguir realizando meus pequenos sonhos no meu corpo. 
Vou por ordem de criação em meu corpo.

Matrioshka
Essa sempre foi a primeira que desejei. Foi criada a partir de um desenho de um site de informática russo que fazia alusão à maçã da Apple. Um amigo meu, em uma noite de cinema me mostrou e daí não teve jeito. Esta eu pedi autorização para mamãe. Ela achou que ficaria nisso. Fiz em setembro de 2009, dias antes do aniversário de 18 anos do meu sobrinho porque eu ia dançar dança do ventre e achei que ficaria charmoso.
A foto foi tirada um dia em que eu estava à toa na primeira kiti que morei sozinha.


Símbolo do meu signo: Áries

Estava eu fazendo luzes no cabelo bem ao lado do meu atual querido tatuador, o Hugo, filho do grande tatuador de Brasília, o Cícero. Ele estava fazendo uma promoção e eu decidi ali fazer ela. Escolhemos calmamente o desenho e em 10 minutos ela estava linda, e eu loura. Conversamos ainda na cadeira sobre a próxima e é ao Hugo que recorro quando sonho com alguma tatuagem. Ele fez quase todas. Temos altos planos para mais rabiscos no corpo. 
A foto desta tatoo foi tirada em um dia de trabalho. O fotógrafo me falou: você é guerreira e tem uma tatoo linda! Foi emocionante este dia. 
Tatuei porque eu sou a louca dos signos e amo ser ariana. Quero ver se complemento o desenho mais pra frente. 


Teatro Bolshoi

Quando fui ao Teatro Bolshoi pela primeira vez eu pensei: o lugar mais lindo que já vi na minha vida. Então eu não poderia jamais não desenhá-lo em meu corpo. O Teatro Bolshoi representa meus momentos mais felizes e sim, os mais difíceis. Meus 4 anos em Moscou e tudo que aprendi e carrego em meu coração. Tatuei no ombro porque mulher com tatuagem no ombro geralmente é livre e tem atitude. Para variar, fiz com o Hugo. 





Be Kind, Work Hard, Give Thanks e o gatinho

Vi essa frase no Pinterest e foi natural tatuar no meu corpo uma frase que tanto me representa, tanto no meu lado pessoal quanto no profissional. Seja gentil, trabalhe duro e dê graças. E ao gato em homenagem à Abigail e Olivia. Tudo bem que ainda estou aprendendo, todos os dias a representá-la na realidade do meu dia a dia, mas já melhorei muito. E todos os dias quando penso que vou sair do caminho eu olho para minha perna e penso: cara, tu tem uma vida maravilhosa, cabeça erguida, vamos à luta e nunca desista. Para variar, feita pelo Hugo.


Minion X

Não sei o nome deste Minion, mas talvez este desenho tenha o significado mais triste. Ele representa o fim do meu casamento. Demorei muito tempo para assistir ao filme Meu Malvado Favorito. A primeira vez que o assisti e vi os Minions, não sei de fato o que me deu, mas chorei, chorei muito. Era uma segunda. Pedi a separação na quarta. Mas quando vejo minha tatoo penso, pasmem, no quanto fui feliz. No quanto ter sido casada me fez tão bem e no quanto eu me tornei um ser humano melhor. E sei que apesar dos pesares, Deus tem preparado sim um homem com o qual eu terei novamente uma vida de casada feliz. Não é minha prioridade, mas acredito. 
Quem tatuou foi o Marcelo Calil, no dia 14 de maio de 2015, 2 dias antes de eu coordenar o casamento dele. Tenho o maior orgulho dela e quando alguém me pergunta porquê um Minion eu sorrio. Nem tudo precisa de explicação. 
A foto foi tirada em um ensaio que fiz em 02 de novembro de 2015 e que terá um texto explicando o ensaio com algumas fotos. 




Desenho X

Essa não tem muita explicação. Queria uma tatoo entre os seios. É sexy, é Rihana e eu amo usar decote. Conheci a Sindy, uma tatuadora linda aqui do meu prédio que em 15 minutos fez o desenho. Eu precisava de uma pedra vermelha, que dizem representa Áries. Ponto. Tatuamos em um domingo. Começamos às 20:30 e terminamos às 23:30. E pasmem, cochilei. 



Verbo ser na primeira pessoa. Apenas.

Essa eu vi em um livro que meu ex pegou para ler um dia. Pouco tempo antes de terminarmos. É egoísta, mas ela coube como uma luva naquele momento. Meu namoro foi top, mas me mostrou que realmente é preciso se amar antes de amar o outro. E eu aprendi que nada do que faça será o suficiente. Para o outro. Para mim não, tudo que eu faço para mim é feito com tanto amor que me consome, que me enche de vida. E sim, apesar de eu, como na outra frase que tatuei, ser gentil com o próximo, eu tento antes de tudo ser gentil comigo. By Hugo novamente.


Cachoeira

Essa eu decidi tatuar em 2014, mas tatuei em 06 de dezembro de 2016. Ela cobriu uma outra que eu tinha mas que detestava, que era uma frase em russo. Ah mas uma cachoeira? A escolha é polêmica, por isso prefiro não expor tanto. Mas ela representa meu caminho espiritual, minha religião, que eu estou aprendendo diariamente com ela apesar de estar nela há 5 anos somente. Representa meu lado maternal, meu lado sensível, meu lado amor pela natureza que é um pouco limitado ainda. Representa quem eu quero ser: aconchego, paz, cor e luz. Hugo para variar foi de uma sensibilidade, de um carinho comigo. Não perguntou muito, mas como já era a quinta tatuagem que ele fazia em mim, então ele já sabe o que eu gosto, qual o meu limite e sempre faz com uma alegria. Esta foi uma que eu não consegui dormir. Senti muita dor porque no dia eu estava com febre. E foi uma região que doeu mesmo. Mas amo cada pedaço dela.


Sou muito criticada por um lado por me tatuar. Mas recebo muitas demonstrações de carinho também. Tem gente que admira minha coragem. Tem gente que acha que tá demais já. Tem gente que acredita que isso vá me limitar profissionalmente. Tem gente que acha que eu não vou arranjar um namorado. Tem gente que não tem e acha o máximo. Mas eu aprendi a me respeitar. São minhas escolhas, as vezes difíceis. Eu penso muito antes de tatuar. Analiso, pesquiso, tiro dúvidas. Nada do que está no meu corpo de fato é moda. São desenhos que realmente me representam, que demonstram um pouco de quem sou: sensível, corajosa, batalhadora, carismática, família, alto astral, devota aos meus sonhos, objetivos e dores. Elas me dizem que o pouco que tenho eu preciso desenhar, preciso extravasar e ser feliz. 
Doeram? Umas menos que outras, mas todas doeram sim. Não minto. Em duas ou três eu dormi. Mas em outras não. Dói em todo canto. 
Vai fazer mais? Sim. Eu tinha o objetivo de fazer apenas 10. Mas tive uma ideia dia desses, então vou começar a colocar em prática em 2018. Como a maioria sabe, estou planejando ir na Rússia nesse ano e lá eu farei uma, com algum tatuador pica. E aí vou fazendo. Meu objetivo sempre foi ter um de meus braços cobertos de desenhos, mas sei que acima de tudo eu amo a minha profissão e entendo o preconceito e sei que perderia algumas oportunidades. Vou continuar sempre tentando esconder, e nas minhas horas livres mostrar pro mundo que eu amo ser tatuada.
Quando eu fiz meu terceiro ou quarto desenho, minha mãe me contou que lá pelos meus 5 anos eu disse: quando eu crescer quero ter o cabelo bem curtinho, morar sozinha e ser toda tatuada. Deus me ouviu e me ajudou. E me ajuda sempre, porque parece bobagem, eu tenho uma alegria imensa por ter a oportunidade de me tatuar. 
Aproveito para agradecer à todos os profissionais que tão lindamente me desenharam. Agradeço ao Calil que me presenteou com o Minion. Agradeço ao primeiro tatuador, o Claudio, que me deu muita força na minha bonequinha e ao meu amigo Felipe que apareceu por lá para rir da minha dor. Agradeço ao meu ex marido por estar ao meu lado quando tatuei o Teatro Bolshoi. Depois ele também tatuou com o Cícero e ambos ficamos marcados no mesmo período e como ele disse na época: vamos sempre lembrar que fizemos parte um do outro.
E que Deus me permita sim ter mais desenhos no meu corpo. E que as pessoas não percam seu tempo me criticando. Como dizem os memes da internet: você tatua sobrancelha e eu não te critico.

Beijos de luz!


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

BBB 17.

E vai começar mais um Big Brother Brasil. Daqui uma semana e já estão divulgando a lista.  Eu amo! De verdade! Alguns eu consegui acompanhar com mais afinco, outros, como leio muito, consigo acompanhar pelas redes sociais e pela internet. Já tentei fazer a linha fina e intelectual dizendo que é um programa lixo e confesso que já fingi zero interesse, só para mostrar que eu era diferente. 
A verdade é que eu tentei entrar no BBB 4 vezes. E em novembro passado eu participei da entrevista presencial para uma vaga. Eu quase enfartei quando vi o e-mail e fiquei muito ansiosa. 
No dia me arrumei normal. Nada chamativo, e nada ousado, sensual, nada disso. Cheguei lá e a fila era gigante. E eu tentei ser eu mesma, afinal eu não fazia ideia do que aconteceria ali.
A entrevista era em um hotel da cidade e entramos por ordem de horário de marcação. E fomos colocados em uma sala, com crachás azuis e vermelhos. Tinha lanche, música e alguns jogos. Tratei logo de comer e tentar ser simpática. Participei de algumas brincadeiras enquanto uma boa parte da mulherada rebolava ao som de funk e outras músicas. Tinha todo tipo de gente, e eu particularmente me sentia um patinho feio. Mas me diverti.
Em seguida participamos, grupos divididos pelos crachás azul e vermelho, de uma dinâmica.  Não me lembro muito bem como foi. Eu não sou muito fã dessas dinâmicas e acabei indo por osmose. 
Na sala anterior e nesta, eramos observados os tempo todo. Ninguém falava nada. Na dinâmica, fomos orientados por uma pessoa, enquanto umas outras 5 sentadas nos olhando emitiam poucas opiniões ou observações. 
Dali partimos para uma entrevista gravada. Ali eu já estava muito nervosa. Mas fui e fiz a entrevista. Eles estavam com a minha ficha, que havia sido preenchida completa e com vídeo. Praticamente me perguntaram coisas dali ao qual respondi exatamente como estava. Tentei não demonstrar ansiedade, desespero, nada disso. Sentia no fundo que não seria nunca classificada, principalmente por ter observado lá fora o quanto era difícil concorrer com almas tão livres. 
E assim saí deste momento incrível, divertido e tão assustador. Eu sempre quis estar ali e ao mesmo tempo senti que eu não me encaixaria no mundo BBB. Porque ninguém consegue adivinhar o que eles querem, que tipo de pessoas eles querem. 
As pessoas riem muito de mim quando conto isso. Algumas me encorajam, outras dizem que iriam votar em mim, me assistir. Outras que é perda de tempo que tem nada a ver. Sei que há 17 anos que eu me imagino ali dentro. Como eu iria me comportar. Que tipo de papel eu faria. Se eu ia beber muito, se eu ia me envolver com alguém. Mas eu acho tudo ali tão legal! Imagina, as festinhas, a piscina, a cozinha, sim eu amo a cozinha do BBB. E nas provas? Será que eu iria conseguir superar alguma delas? Eu iria à final?
Não sei. Sei que o fato de ter ido à esta entrevista para mim foi muito legal. Fiz algumas amizades. Encontrei com uma um dia desses e rimos. Porque no fim, sendo bom ou não ir ao BBB, o que vale é passar pela vida sempre se divertindo.
Se eu tentaria novamente? Quantas vezes fosse necessário. Dizem que este é o último ano. Tomara que não. 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Aula com a Coach de relacionamento Luiza Vono Ferreira

Ontem eu participei pela primeira vez em minha vida de uma aula on-line sobre o tema: Como encontrar um homem que te ame de verdade, mesmo que você tenha perdido as esperanças de encontrar alguém. 
E aí você vai me perguntar: mas você acabou de terminar um namoro com um homem que te amava e você amava, certo? Sim, exatamente. 
Quando terminei este namoro especificamente, eu me peguei pensando muitas vezes o porquê algo que era tão bom acabou e eu digo para vocês que é bem por culpa minha. 
E esta aula de ontem me fez repensar muito no tipo de pessoa que sou, quero ser e no tipo de pessoa que quero para compartilhar a vida.
E aí lembro de um conselho muito bom do meu pai logo que eu me separei: para de querer casar. Vá namorar, vá se divertir, vá ter a sua vida, mas que ela não dependa do outro.
E aí que eu erro muito neste ponto. Logo eu que prego que ninguém pertence à ninguém, me relaciono com o outro como se ele fosse ser para sempre meu. Acabo me desleixando internamente, acabo exigindo que o outro seja o que eu quero que ela seja, e aí desrespeito, crio um novo mundo que não sou capaz de sustentar. A única coisa que eu não sou é ciumenta, mas o resto é sufocante. 
No meu último namoro foi assim. Eu tenho uma mania de ter a solução para todos os problemas alheios e eu sufoco com uma lista de coisas que o outro precisa fazer para ser bem sucedido, como se eu fosse um exemplo de sucesso né?
E o tempo passa, as vezes pouco tempo, e eu me desgasto, canso e desisto.
A aula durou 2 horas com a Luiza que é fofa, nova, inteligente, enérgica e namorando. hahah ela pode ajudar. 
E eu obviamente não direi aqui a qual conclusão cheguei porque eu estou em um momento justo de reflexão. Sei que preciso e não estou sendo aqui egoísta não, mas eu preciso de alguém um pouco mais estruturado, principalmente emocionalmente. E é isso que eu vou pedir todos os dias em minhas orações e pelo qual terei paciência em esperar. 
E que Deus me ajude! Não sou hipócrita, eu amo me divertir e eventualmente pode ser que eu beije na boca, mas eu estou muito decidida a encontrar, ainda que demore, alguém com quem eu realmente estabeleça uma ligação para uma vida inteira juntos. 

Consegui fazer algumas anotações e quem por ventura ler meu blog e achar interessante. A Luiza Vono está no meu facebok e quem quiser adicioná-la. 


Como Encontrar E Conquistar Um Homem Que Te Ame De Verdade
...mesmo que você se sinta hoje insegura, tímida ou tenha perdido as esperanças de encontrar alguém.

O que te torna única no mundo?
Quais os seus pontos de melhoria?
Onde está o cara que você quer conhecer?



Sinta o que deseja...
Trabalhe seus pontos de emoções...
Não é o seu passado que vai te fazer seguir...
Usar o poder da gratidão...
Controle emocional...


Beijos de luz!



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

E eu agora apenas curto... no facebook

ok Karla, lá vem você falar de novo sobre sua vida.... Ela nem é interessante assim. Você não é famosa, não é rica e nem entrou no BBB 17. Paciência. 
E nessa minha vida mais ou menos, graças a Deus, já estamos em nossa 2ª semana de janeiro e tanta coisa aconteceu que vocês até se surpreenderiam. O mundo anda cheio de conflitos e tudo que eu me pergunto é: até quando?
Andei cometendo vários muitos deslizes do dia 1 para cá, mas um de meus propósitos estou conseguindo cumprir direitinho. Lembra que eu sempre disse que ia me afastar do face? haha E logicamente caguei para isso? Este ano até que se tenha resolvido o lance da empresa aqui eu me proibi de comentar, publicar textos pessoais ou opiniões e fotos. Só posso curtir e no máximo compartilhar algo bacana dos outros. E só. Nada. Eu não dou parabéns para ninguém no facebook, somente para quem eu tenho whatsapp (desculpem gente!). Eu não comento nada, nem linda! nem nada. Olha, muito difícil no começo, mas agora eu estou adorando. De verdade. Não sei até quando vou ficar nisso, mas até que eu ouça o: você fica ou você sai, eu vou manter este propósito e tenho certeza que vou conseguir. 
Não é promessa. A palavra promessa me apavora. Quando eu era criança que prometia rezar terço por todos os problemas que eu queria solução. Rezei quantos? Acho que nunca fiquei acordada para saber se rezei.
Eu quero me tornar uma pessoa menos conectada. Ler mais, prestar atenção nas pessoas, prestar atenção em mim. Compartilhar momentos mais legais. Estou começando inclusive a falar menos no whatsapp também.
2017 prometia ser um ano diferente. Ainda é muito cedo para afirmar, mas apesar do porre que já tomei na primeira semana do ano, eu estou conseguindo me sentir bem melhor. 
Vai dar tudo certo. 


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Não resisti: retrospectiva!

Eu não ia fazer retrospectiva, mas não aguentei. Deve ser por estar em uma semana tranquila. Além disso, eu quero poder terminar 2017 lembrando como superei, em partes, este lindo 2016.
O ano foi muito ruim em vários aspectos. Profissionalmente eu regredi muitos anos. Culpa minha, logicamente. Mudei de setor e percebi o quanto realmente não sou uma boa Secretária. Sinto que entrei em depressão ao perceber isso e passei a cometer muitos deslizes. Comecei a enxergar meus muitos defeitos e muitas noites passei chorando e me perguntando se deveria mudar de profissão. Mas me acomodei e não tive coragem de mudar. 
Mas tirei férias e meu coração acalmou um pouco. Voltei renovada. Antes passei uns dias ajudando na Agenda do Ministro e consegui recuperar um pouco a confiança em mim. Mas claro, paira sobre nossas cabeças a espada do corte. Então é aguardar 2017 para ver se a vida muda. Se não mudar, pelo menos espero que melhore. E é um desejo coletivo. 
Em 2016 eu me apaixonei em abril, comecei a namorar em maio, engatei uma convivência à dois diária e não aguentei mais que 5 meses. Fui feliz, amei cada momento com ele, mas percebi e doeu muito, que eu não sei mais namorar. E que eu não quero mais ter um relacionamento. Me senti mal, porque ele foi muito bom para mim. Mas eu sinto que não fui boa para ele. Aprendi este ano o quanto sou materialista, egoísta, orgulhosa e metida à besta. E eu agora de fato fechei meu coração e sei que Deus está cuidando para que eu não desacredite no amor somente porque não me acho capaz de amar. Agradeço muito por tê-lo conhecido e por ter percebido à tempo que ele merece alguém muito melhor. 
Trabalhei em muitos casamentos e renovei muito a minha fé no amor. Ok, ele não dá certo para mim, mas ainda bem que dá certo para um bocado de gente. Melhorei muito minha forma de trabalhar, mesmo tendo coordenado apenas 3 casamentos. Um deles e o que mais me alegrou a vida, o do meu sobrinho, já em janeiro. Deu tudo certo. Levei muitas broncas este ano das minhas chefes, mas graças a Deus nada grave. Tanto é que dia 01/01/17 já tenho trabalho.
E para finalizar, 2016 foi um ano onde eu me comportei muito mal no meu lado família. Falei demais. Me achei demais. E desta forma fui me afastando e de certo modo, sendo afastada. Ninguém merece ter em seu convívio uma pessoa faladeira, egoísta e que quando bebe perde um pouco o senso do ridículo. Percebi que eu sou àquela tia chata do é pavê ou pra comer... Aquela que pergunta: e os namoradinhos? E não necessariamente usando estas expressões. Mas eu sou àquela que não é odiada, mas ok, é melhor fica na tua.
Perdi muitas amizades, muitas pelo meu próprio querer. Porque se tem algo que eu adquiri este ano foi o bom senso. Como diz meu ex-marido, bom senso é bom... E eu estou começando, ainda que meio tarde, a ter. 
Foi um ano onde fiz 2 promessas importantes e que cumpri direitinho. Uma delas até incorporei ao meu modo de vida. Não consegui me afastar do facebook, falei muita asneira e fui bastante criticada, principalmente por me achar a blogueira e ficar tirando foto no espelho para mostrar o look. Me aproximei bastante da religião que escolhi para minha vida, embora ainda tenha um caminho longo até me sentir realmente conectada. 
Para 2017 já tenho uma promessa, já para o primeiro dia do ano. Quero permanecer empregada, confiante de que sou uma pessoa boa. Quero voltar a estudar, mesmo tendo me sentido burra fazendo a pós, que só terminei porque tive o lindo auxílio de uma grande amiga. De resto, não sei e sinceramente não quero saber como será 2017. Só quero que Deus esteja ao meu lado me guiando. Peço que Ele trave minha língua, me faça invisível e me dê tanto amor que eu não precise sair pelo mundo à sua procura. Quero economizar mais dinheiro, água, luz e energia interior. Quero viajar mais, ler mais, sorrir mais e principalmente, quero aprender a me achar menos. 
Obrigada aos meus familiares, amigos, colegas, ex-namorado e todos que me apoiaram, me ajudaram, me ouviram, me indicaram, me suportaram, me estenderam a mão e a fé.
Que todos sejamos muito felizes. Ou apenas não desistamos.
Feliz 2017!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Última segunda-feira de 2016!

Última segunda-feira do ano. Graças a Deus! Graças a Deus 2016 vai lentamente nos deixando. Estou grata por isso. Afinal, a vida precisa seguir e já que temos que virar o ano, vamos fazer isso com muita garra, coragem e fé.
Decidi não fazer retrospectiva. Meu ano não foi um ano mega bom. Foi um ano bom em alguns aspectos. Muito feliz em vários outros e como sempre, de muito aprendizado. E todo mundo fica fazendo isso de relembrar como foi o ano. Eu quero é que a vida siga e siga sob o olhar atento de Deus. Nada mais. 
E também não tenho resoluções para 2017. Tá mentira. Eu tenho sim, mas como não sou muito boa em cumpri-las, prefiro desta vez não falar nenhuma delas. Quero realmente que Deus se encarregue de me orientar nesta caminhada em mais um ano, de fato e sinceramente.
Gostaria de agradecer imensamente a cada um que me ajudou a ter um ano intenso, confortável, desconfortável também, sem noção em alguns aspectos, romântico em outros. Foi um ano de amor, de lágrimas, mas sempre de luta, conquistas e amadurecimento.
E espero muito que você que passa por aqui vez ou outra, possa se sentir bem vindo aqui sempre no novo ano, porque se tem algo que eu não irei parar é o blog. E desejo a vocês todos que convivem comigo, que a vida de vocês só melhore e que mesmo nos momentos ruins, não percam a vontade de ser feliz. 
Um beijo e até o novo ano! Amém!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016






Eu sou. Eu és. Eu é. Eu somos. Eu sois. Eu são.

Para sobreviver, é assim que a gente tem de aprender a conjugar o verbo ser, Não é fácil, demora um pouco, não adianta repeti-lo muitas e muitas vezes, até que ele fique tatuado na cortiça da alma, é preciso acreditar. E o mais difícil é acreditar. Mas quem conseguir poderá dar o passo seguinte e aprender a conjugar o verbo amar para não se dar por contente só com sobreviver, para triunfar, para que seus desejos digam à realidade o modo como deve se desenvolver:

Eu me amo. Tu me amas. Ele me ama. Nós me amamos. Vós me amais. Eles me amam.

Diário de um abandonado, Juan Bonilla. 

Trecho de um livro leve e que inspirou a minha tatoo.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Dica de leitura: flor Negra - Kim Young-ha




Fazia tempo que eu não indicava um livro aqui no blog. Tenho lido bastante, mas nunca lembro nada depois. Devo ter algum problema. Aí acho bacana fazer isso para que em um futuro desses eu consiga lembrar do que li, inclusive os títulos. 
Este em especial me conquistou. Vou à Biblioteca Nacional de Brasília todos os meses, o que sugere que eu ando lendo um livro por mês. Parece pouco, mas dentro da minha rotina maluca é o que consigo. Sempre passo na estante de livros de autores coreanos, chineses e japoneses e fico com medo, receio, sei lá. Aí decidi dar uma chance e voilá! que delícia de livro gente. Não dava nada, nada mesmo, mas é uma leitura gostosa, leve e mesmo sendo um relato histórico teve um quê de sentimental, romântico e reflexivo.

Sinopse

Em abril de 1905, 1033 coreanos — ladrões e membros da realeza, sacerdotes e soldados, órfãos e famílias inteiras — embarcaram rumo ao México em busca de novas vidas. Ao chegar lá, foram obrigados a trabalhar como escravos e acabaram no fogo cruzado da violenta Revolução Mexicana.
Baseado em uma história real e esquecida da História, Kim Young-ha, um dos maiores expoentes da nova literatura oriental, constrói um épico poderoso e arrebatador, que reverbera através de continentes e oceanos e ergue uma verdadeira ponte entre o Ocidente e o Oriente.
“Flor Negra” é uma história sobre amores impossíveis, a ascensão e a queda de impérios e os riscos que envolvem a busca da liberdade.
Super recomendo. Acho que vale não só para conhecer um pouco da história, que mesmo sendo ali no México, nos pertence, mas para repensar alguns valores. O herói do livro e a mocinha nos mostram que nem tudo que fazemos por amor é o certo. E que nem tudo que fazemos certo, é por amor. E que ser egoísta nem sempre é o nosso maior erro de vida.

Beijos e beijos!