sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Casual Day sem calça jeans!

Mais um dia super quente na cidade. Até estamos acostumados com essa temperatura estranha, seca, mas mesmo assim, não tem como levar essa situação com bom humor eterno. Vez ou outra reclamar do tempo dá até assunto né?
Consegui chegar na hora certa. Não que eu seja uma garota que vive se atrasando, mas ontem eu joguei meu senso de responsabilidade para escanteio. Só que eu tenho simancol né? Daí de volta ao Planeta Terra, com humildade, reconheço meu erro e pronto, nada mais de me atrasar. No mês da Secretária uma dica valiosa é não confundir fuçinho de porco com tomada, abaixar a guarda e não se achar, só porque seus chefes são legais.
 
O look de hoje está a cara da sexta. Quase coloquei calça jeans, mas eu não iria ferir meus conceitos de vida profissional. Faço tudo para não usar calça jeans no trabalho. Para mim, não tem isso de casual day super casual.
 
 
Amiga Juju é praticamente minha vizinha, daí sempre vamos para o trabalho juntinhas. Eu adoro! E fiquei feliz porque ambas chegamos em um horário descente e ainda conseguimos as fotos. Na hora do almoço  ela não pode mais participar das minhas aventuras fotográficas, pois ela agora é uma garota Fitness.
 
Eu quase cometi a insanidade de colocar esta bolsa à venda no Mixka. Eu sei que venderia, mas não consegui me desapegar. Algumas peças e itens são assim mesmo, nos conquistam e por mais que saia da moda, a gente não consegue se desfazer. Eu percebi que amo esta bolsa com todas as minhas forças.

 
Não achei que o look ficou bom de fato por causa da rasteirinha, mas ficou digno. E ficou leve, porque esse é o objetivo do tal do Casual Day. Não é dia de colocar seus desejos de moda e tendência para fora do armário. É apenas um dia em que você pode se ver livre por exemplo dos sapatos que lhe apertam e das blusas sociais, mas nada além disso.
Coloquei a blusa cinza, porque ela é super confortável, fresquinha e com a calça mais social deu o efeito que eu gosto, que é a mistura discreta do básico com o chique.
 


 
A rasteirinha de caveiras foi um super achado. Dia desses na hora do almoço entrei em uma lojinha de sapatos e voilá, lá estava ela: discreta, mesmo sendo com caveiras e por um preçinho bem camarada.
Aproveito a foto para mostrar meu dedinho pós-cirurgia. Ele ainda está inchado e doendo, mas é porque fiquei muito tempo com ele fechado e com dois ferrinhos. O Médico falou que seria normal por mais ou menos 4 ou 5 dias sentir dor. É a maneira encontrada pelo dedo para lentamente voltar à vida normal.
 
 
 

Não fiz megas produções no make, mas fiz algo bem discretinho e que não pesasse sob o sol.
Coloquei muitos anéis, do jeito que eu amo!
 
É isso. Sexta linda, cheia de encantos e muito trabalho. Marido sobreviveu e não teve nenhum ataque de pânico hoje, o que é perfeito.
O fim de semana promete. Não dei aula ontem, pois aluna não se sentia disposta. Daí fiquei algum tempo preparando minha palestra para os eventos dos dias 28 e 29 de setembro. Saí para jantar com Marido e amiga Juju, passei as blusas sociais que não apertam o pescoço do Maridão, depois li um pouco, aliás estou lendo um livro ótimo chamado Eu Mato e capotei.
Amanhã então terei que pegar pesado com a Aluna de Espanhol, e depois partir para um churras em comemoração dos 50 anos de casamento dos meus tios. Vou tirar foto do look com a minha nova T-shirtzinha.

 
Um beijo amados! Sejam felizes. Se hoje for um dia ruim, não perca o controle. Reze e confie!




Sexta Fashion!









O melhor é provar que sexta não precisa ser dia de calça jeans. Você pode ser linda, elegante e leve, sem perder o foco.

Adoro!

Beijos e beijos!

Peral Jam - Black

O tempo passa e é com você que eu vivo os melhores momentos.
Juntos aprendemos, crescemos, amadurecemos e compartilhamos o  bom e os desafios. Ter me casado contigo foi um presente de Deus e eu agradeço diariamente.
Te amo Marido!




Esta música vai para o Marido e para todos os fãs incondicionais.
Sexta de música. Música das boas.

Um lindo dia!

Beijos e beijos!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A blusa extravagante

Primeiro look sem o curativo. Mas só aguentei pela manhã mesmo. Na parte da tarde, como fui em casa na hora do almoço dar aula, optei por colocar novamente uma rasteira, mas espero que o dedo volte logo ao normal, pois não quero ter me viciado em sandálinhas baixinhas com dedinhos amostra.

Finalmente consegui usar a blusa mais estampada que eu tenho em meu armário. Assim como o vestido verde, queria usá-la antes da chegada do uniformesinho e deu certo. Como Marido tee uma ataque de pânico matinal e não foi trabalhar, aproveitei para que ele tirasse as fotos. Foco no fato de que ele me ajudou a montar o look e deu toques na maquiagem. Ele adora opinar e eu gosto muito das escolhas dele.

Vamos dar uma olhada em como ficou a blusa extravagante?

 
Não queria usar a blusa com calça, pois hoje é dia de saia ou vestido, daí coloquei por cima do vestido verde, até porque a blusa é um pouco transparente. Usei até a metade do dia minha sapatilha de onçinha, mas daí, acho que só semana que vem que poderie alternas nas sapatilhas antigas, que neste caso se tornam novas, devido ao tempo em que elas estão escondidas.

 
Olivinha ama fotos. Quase que piso na cabeça dela!

 
 



Estou com umas olheiras enormes, nem a maquiagem escondeu.
Hoje me atrasei para chegar ao trabalho, na hora do almoço também. Foi um dia corrido, calor demais, sono demais. E olha que ainda tenho aula de francês e aula de espanhol. Foi tudo tão corrido, que nem falei com a minha Mamys. =(
 
Bem, é isso. Não posso dizer que foi um look perfeito, muito maisp ela dor no dedo que eu senti com a sapatilha. Mas até a vinda do uniforme vou apostando no meu humor e no do tempo.
 
 
Beijos e beijos!

A inspiração de quinta!



Um lindo dia queridas e elegantes leitoras!

Coluna da Cris - Texto de estréia

Segue para uma reflexão sobre como encontrar a tal alma gemea é um processo que requer muito auto conhecimento e muito amor próprio.



No post de estreia vou contar uma novela mexicana, meio improvável , mas que deu certo. Acredito que essa história retrata perfeitamente os caminhos que a vida faz: estranhos e sem placas de sinalização. A vida não te dá fórmulas corretas de “como fazer”, porque isso não existe. Existe apenas um jeito melhor de se fazer cada coisa, aquela maneira que te oferece menos riscos. Mas garantias...essas não existem. Eu sempre detestei ouvir ou ver o ser humano ser colocado em uma forma, como se a previsibilidade fosse irremediavelmente uma característica nossa, porque não é.
Na época em que se conheceram ela contava tinha 19 anos e a falta de ingenuidade e tato típicos da idade, embora, é claro, se achasse safa, esperta e amadurecida! ele tinha 26, no auge da beleza, vivendo os seus melhores dias em todos os aspectos, pois não lhe faltava dinheiro, amigos, festas e mulheres se atirando em seus pés (e braços!).
E parecia muito improvável, mas eles começaram a namorar. Ela conheceu o mundo dele, seus amigos, seus ambientes, suas dificuldades diárias e era um mundo muito novo. Então ela se apaixonou, e embora soubesse que ele gostava dela, pensava, em seu íntimo, com a insegurança típica da maioria das mulheres que ainda não se conhecem bem: “ele é demais para mim...será que ele gosta mesmo de como sou?”
E quanto mais ela se apaixonava por aquele rapaz seguro, altivo, bonito, desenvolto, mais ela se tornava ciumenta, dependente, insegura. E isso se tornava um círculo vicioso. Ela sempre achava que tinha de oferecer mais, e ele, queria cada vez mais liberdade, viver o momento que a vida oferecia, tentando conciliar tudo aquilo com aquela moça de quem gostava, sim, porque ele gostava. Mas sabe...ele achava que faltava paixão, faltava sal naquela menina. E então ele começou a sair sozinho, a mentir e dar desculpas esfarrapadas para não estar com ela, e assim conheceu outro alguém que diferente dela, tinha muita malícia, muito gingado, tinha aquele molejo de garota carioca que sabe o que quer e como fazer para ter o que quer. E mesmo sem amor, o apelo dessa terceira pessoa foi forte demais, e ele caiu. E ela engravidou. E eles se casaram...e foram infelizes naquele amor que não chegou a ser construído. Passou o arrebatamento e veio a realidade...não dava certo.
Mas e a garota apaixonada, aquela que ficou para trás? Ela sofreu muito, demais. Principalmente com o fatídico pensamento “eu sabia. Claro que ele não ia ficar comigo!”. E ela passou pela fase da dor, depois do desespero, da esperança, do desengano...depois pelo ódio, pelo desejo de vingança. E aí ela pensou que se envolvendo com o irmão do ex, estaria vingada. E esteve! Porém...custou muito caro, foi mais do que ela pensou. Mas ela aprendeu muitas coisas, dentre elas, que a vida tem um curso que a gente não pode querer controlar. Pessoas não tem manuais, não são estáticas. Se refazem a cada dia e mesmo que se arrependam, tem necessidades, paixões, anseios que precisam ser vividos (até que aprendam que nem todos eles valham a pena...). E com outras lições aprendidas ela seguiu a vida e aprendeu muito com outras paixões e outras dores.
Mas 9 anos depois de tudo eles se reencontraram. Conversaram. Disseram das dores, mas do que também valeu a pena. Ela confessou-se ingênua demais para um homem tão afoito. Ele confessou-se cruel demais para o coração ingênuo dela. E então eles puderam se perdoar e compreender que nenhum errara mais ou menos que o outro, mas que eram, com suas qualidades e defeitos, inesquecíveis um para o outros. E relevaram os males que fizeram um para outros para ficarem juntos. Assim puderam compreender que não haveria parceria melhor, amor maior do que o de duas pessoas que entendem exatamente o que são: seres humanos comuns. E não há nada mais incrível e espetacular do que isso: seres humanos comuns em suas vidas comuns, vivendo a sua história tão incomum...quando aprendi isso, vi que poderia ser feliz com ele de verdade, em uma vida de verdade, com o homem que não era dos meus sonhos, mas que se tornou tudo que eu sempre precisei. E se eu tenho medo de sofrer, de me enganar de novo? Com certeza. Mas o aprendizado me ensinou que contra a vida não há remédio, a não ser viver.

Espero que gostem do texto, da Cris, que é um menina doce, inteligente e legal para caramba.
Se você tiver alguma dúvida ou quiser dividir com ela seus sentimentos e reflexões, é só entrar em contato pelo karla13550@gmail.com
A Coluna da Cris aparecerá por aqui, em principio, uma vez por mês.

Beijos e tenham um lindo dia!






 

 
"Meu nome é Cristiane (Cris, por favor!), e ouço os 30 anos batendo à porta!
Bacharel em Direito por formação, começando a segunda faculdade e procurando sempre algo novo para fazer.
A nova paixão é espanhol! Só não deixo de sonhar que um dia meus sonhos se realizarão, todos eles, inclusive aquele de
virar rata de academia e ler um livro por semana. Quanto ao amor...esse já dura três anos, e que eu e meu marido possamos
nos dar ainda muito mais. Será um prazer compartilhar com vocês de amor, paixão, relacionamentos, e sobre as pessoas, porque afinal, não há nada
mais rico do que isso."

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Será que hoje eu tiro o ferro do dedo?

Talvez hoje seja a despedida do curativo. Estou ansiosa demais. Espero muito poder voltar a usar sapatilhas e principalmente para de sentir uma certa dor. Então, todos mantendo o pensamento positivo para o meu retorno triunfal aos looks normais com sapatos normais.
Daí sabendo que hoje irei visitar o médico do dedim, coloquei uma roupa mais leve. Também porque vamos combinar, faz um calorzão nesta cidade. O tempo nem está ensolarado, mas não sei o que acontece, está um tempo bem estranho.
Ressalto que a calça marrom do look eu mandei fazer com a pequena e querida Dona Helena para usar no próximo sábado. Mas quem disse que segurei a onda até lá? Coloquei logo, não sei o dia de amanhã. E outra, me lembrei que será um churrasco, e por mais que eu seja elegante e que o churrasco seja uma comemoração de bodas de ouro, percebi que tem nada a ver com nada ir em um churrasco familiar com calça social né?
 
 
 
 Ventava muito no momento da foto e o mais engraçado foi ver a cara dos homens da obra na cobertura. Eles nada estavam entendendo.
Espero que comentem sobre a calça. Ela foi feita sob o molde de outra calça do mesmo modelo, nude. O tecido eu comprei por pasmem: R$ 5,00. Um super achado. Paguei um pouco caro à costureira, porque na verdade também com outro tecido mega barato eu fiz uma blusa super linda. Devo usá-la na sexta com uma calça jeans, verei se terei coragem.
 
 
Meus cabelos brancos cada dia mais intensos!
A maquiagem ficou super leve. Na hora do almoço tive uma reunião com uma consultora da Mary Kay e ela passou um rímel e um batom. Escolhi o rímel e mais algumas cositas para sortear na palestra do dia 28. Um colar super básico. Aliás o look de hoje está leve né?
 
 
Risada da alma. Recebi uma ligação tão boa na hora do almoço. Me sinto um pouco mais leve hoje. Acho que é porque finalmente, ou espero em Deus, vou voltar a caminhar sem medo de me machucar. Amanhã quero vir aqui contar novidades. Rezem por mim.
 
 
Um super beijo e um ótimo fim de quarta.
 
Beijos e beijos!
 

Sonhando com o baby!

 



 
















Assim dá até vontade de ter filhos né?

Beijos e beijos!

Meus pais e seus 49 anos de casados!

Eu sei que o dia das mães já passou e dia dos pais também, mas meus pais estão aqui completando 49 anos de casados né?. Caramba, ano que vem, a facada dos 50 anos. Filhos, netos e amigos devem comemorar de forma honrosa este momento histórico.
Aí resolvi meio que fazer uma homenagem especial para ambos. Vou falar o que acho de cada um deles. E juro: vou ler para eles. Para mim, elogio tem que ser com dedicatória.

Sua mãe:
Minha mãe é vida. Pura vida sabe?. Risada que você escuta há kilometros de distância e principalmente, ela acredita nas coisas que almeja e faz. Ela vai lá e faz, pronto. Se der certo, ela comemora com a cervejinha dela, se não, ela comemora do mesmo jeito. E elegância total. Quando ela se arruma, pode sair da frente, porque ela vai te massacrar.

Seu pai:
Caramba, papai é vida também. Mas ele é uma vida mais calma, pelo menos hoje. Ele escuta, ou tenta escutar, pois ele não é moderno não. Opina e fala o que sente, ok, depois ele pede perdão, mas é melhor falar do que enfartar (e eu acho isso fascinante nele). Corajoso, largou tudo no Ceará e veio tentar a sorte na Capital e sempre me espelhei nele quando resolvi fazer coisas e não queria olhar para trás, pois papai é futuro.

Lembrança especial de cada um:

Mamãe:
Passei uma semana querendo sair de casa. Uma noite, ela me disse: "posso não ser a melhor mãe, mas vou sentir sua falta. Ou melhor, prefiro que você nem vá embora". Estavámos deitadinhas na cama. Quando ela vinha da fazenda, ficava me esperando chegar da faculdade.

Papai:
Acho que a cena mais forte para mim de papai, foi quando ele um dia teve um certo descontrole, digamos assim, e quebrou uma cadeira. Era o jantar de comemoração da aposentadoria dele. Até hoje, no fundo do meu coração, acho sinceramente, que o terror dele era que naquele momento a vida nova que ele teria que viver, era longe do local que ele mais amava: Itamaraty. Herdei a mesma paixão e sei que um dia ainda trabalharei lá para orgulho geral da nação flamenguista (time aliás que temos em comum, como várias outras coisas).

Seus pais em suas memórias de infância:

Meus pais estão em minha mente exatamente desde o dia em que foram me buscar na casa da mãe crecheira. Mamãe já mostrava sua elegância e finess e papai de Rayban. E tem vários momentos lindos na Argentina: nossas voltas para casa, à pé, depois de noitadas regadas à alegria, carteado e cervejinha (calma, eu não bebia, mas meus pais nunca me proibiram de celebrar a vida) e nossos passeios no parque ou a melhor: nossa viagem em meu niver de 6 anos para Punta del Leste (eu tenho foto com o Topogiggio)

Palavras de seus pais que são a cara deles:

Mamãe em Moscou. Um grande amigo tentando ensinar russo para ela: Kak de lá Toinha? (como vai Toinha?) e ela respondia rindo: Eu cago de Cá Jorge!. Se você estivesse deprê, a fossa acabaria ali mesmo.
Papai tem várias piadas cômicas, que ele repete e nós escutamos sempre e rimos como se fosse a primeira vez. A piada dele do feijão carioquinha é hilária.
Mas sem dúvida alguma, no dia das mães eles me dizendo que pelo tempo que passamos e por tudo que passamos de ruim em Moscou, eu havia me tornado como uma mãe para eles. Nunca esquecerei isso na minha vida inteira. Foi forte e estimulante, pois agora eu realmente quero ser uma puta (ops) mãe, daquelas de filho nenhum botar defeito.

O que mais admiro nos dois:

Admiro a coragem deles de virem tão jovens morar em Brasília, ter 4 filhos, viajar para Guatemala sem nunca ter saído do país, enfrentar 4 anos de terremoto e guerra civil e ao voltar, aceitar enfrentar uma adoção, já com os filhos criados (inclusive um deles de casamento marcado) e enfrentar a Argentina, a Rússia, neve, frio, fome, depressão, doenças e cara...Eles enfrentaram tudo isso e são tão felizes hoje, que juro, vontade de colocar no potinho.

Como foram, são ou serão seus pais para você:

Meus pais sempre serão exemplo. Eles são humanos, dignos, respeitadores e educadores. E acima de tudo: honestos e é isso que vale para mim e que eu quero passar para meus filhos e que eu tenho comigo a cada abrir de olhos.

É isso.
Uma singela homenagem, que marca o inicio dos preparativos oficiais para as bodas de Ouro. Porque o que vale não é só a festa física, é a festa do coração de duas pessoas que se amam e que ainda fazem planos para mais uma vida inteira juntos. Até que a morte os separe! Ou não.

Beijos e beijos!











terça-feira, 11 de setembro de 2012

Look alegre para uma reunião feliz!

Dia lindo, nem ensolarado, nem deserto do Saara, mas ainda assim quente pacas.
Escolhi um look leve, elegante e básico, tendo em vista que hoje tenho finalmente a reunião para conversar sobre a palestra que darei dia 27 de setembro. Estou ansiosa. Daí nem vou para o francês. Espero não boiar na próxima aula =)
 
As fotos forma tiradas pela Aluna Boop com sugestão de local da Aluna Betty. O horário de almoço às terças e quintas tem sido muito mais divertidos. Elas aprendem e eu também. O tempo passa rápido e conseguimos mesmo assim, comer, estudar, ir e voltar e conversar e rir. Gente, é uma delícia!
 
Vamos ao look normal, eu diria, mas nunca é, pois mesmo que eu repita a roupa em algum momento, naquele ocasião meu humor nunca está igual à última vez que eu usei a tal roupa repetida. Nunca.





Eu já havia usado este colete com vestido, mas era o meu vestido de poá, não este. Resolvi usá-lo porque eu queria dar um pouco mais de volume ao look, tendo em vista que algumas pessoas andam me chamando de Noiva Cadáver.



Amo quando o dedo não aparece. Acho que amanhã me livro do curativo. Mantenho vocês informados.


O colar de cobra coral, presente da fofa Mãe Postiça do Marido eu amo, mas pouco uso, talvez porque eles seja muito descontraído. A escolha dele foi justamente para dar uma leveza ao look, complementando a jovialidade do colete branco.


Aff meu piercing tá caótico. Fica rolando uma espinha eterna que fica coladinho o pequeno, daí parece que eu estou com sei lá meleca no nariz. E eu que não me aguento fico futricando a tal bolhinha e pronto. Chega de detalhes. Só sei que ou o piercing ou aguenta ou aguenta, não vou tirá-lo por causa de bonecagem! hahah
 
Então gente, gostaram do look. Estou verificando se terei coragem de vir com uma blusa mais ousada, leia-se alegre, não pornográfica, na quinta. Preciso aproveitar antes que o uniforme se apodere de minha alma!


Beijos e beijos!

Roupa extravagante neon: quem curte?

 
 
 
 
 
 
Tá aí outra coisa que eu acho lindo nas outras. Acho estiloso e em dados momentos dependendo da maneira e da opção, acho até chique. Mas eu não usaria. Talvez uma peçinha báscia, tipo uma blusinha ou uma bolsinha, mas sapatos, calças e vestidos neons não me atraem mesmo.
E você?
Curte? Me conta aí, como suar cores assim de uma forma menos espalhafatosa ou fantasiosa?
 
Beijos e beijos!

Casal que admiro pela chiqueza: William Bonner e Fatima Bernardes

Fátima Bernardes e William Bonner (Foto: Marcus Pavão / AgNews)
 
Amo este casal! Ele casualmente chique e ela chique por natureza!
 
Beijos e beijos!

O dourado nada básico da Giovanna Ewbank e Flávia Alessandra

Giovanna Ewbank em lançamento de grife em São Paulo (Foto: Francisco Cepeda / AgNews)
 
Flávia Alessandra em lançamento de grife em São Paulo (Foto: Francisco Cepeda / AgNews)
 
Morri nas duas roupas, embora não curta o modelito da flavinha, por conta desse semi babado da blusa. But, elas arrasaram muito.
 
Beijos e beijos!