O tempo não colabora. Me estresso, fico furiosa.
A chuva insistente. Meias e sapatos molhados. O vestido despedaçado.
O guarda-chuva quebra, você não aparece.
O copo de whisky vazio, o cheiro da noite passada, cigarros.
A televisão permanece ligada. A cozinha com seus restos de comida.
Até quando a bagunça interna reinará em nossas almas?
Estarei disposta a cumprir minha parte no acordo?
O dinheiro, a recompensa. Não venho pedir esmola.
Desapareço.
Não me procure em corpos disfarçados em maquigens de miss.
Não estarei dançando na pista de sua boate preferida. E nunca me verás em olhos coloridos pela ressaca de madrugadas infinitas.
Você perdeu a oportunidade. Contenha-se. Contente-se com desabores de amores mal feitos. Pinte a sua vida com as cores desejadas. Mas não guarde o meu quadro preferido em sua casa.
Doe-o, faça caridade as custas do seu próprio veneno, escondido nas entrelinhas das histórias em quadrinho, projetadas no cinema mudo de sua alma. O mundo que contemplas, não divida com ninguém. Crie suas novelas pitorescas, mas jamais me coloque como seu personagem principal.
Chega de monológos.
O teatro abre as suas cortinas. Seja seu espetáculo.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
8 meses.
Quase uma gestação.
Você se foi. Sem deixar beijo, obrigado.
Da noite para o dia, a cama vazia e o coração arrebentado.
Sua mão, seu cheiro, o lençol desarrumado.
O conforto de seus braços. Sinto tanta falta.
Para mim, o tempo párou naquela tarde de segunda-feira. Ao ler as linhas da despedida, me desesperei.
Ainda leio cada trecho. Ainda sinto sua presença em minha pele, descamada, seca, sem vida.
Assim me sinto há exatos 8 meses, sem vida, sem esperança de amores brutos e sinceros.
Me desespero em cada segundo. A idade que avança, as rugas aparecem lentamente. Esqueço coisas elementares. Mas não esqueço você e seu sorriso, e sua voz.
E quando penso que de de ti me libertei, fotos e fatos ressurgem na escuridão de meu quarto, de meu travesseiro, de minha alma na lama nua. De ti me lembro diariamente, por ti me apaixono eternamente.
Nem sei se é exatamente amor. Talvez não aceitei o fim. Ou finjo que aceitei para acreditar que almas são piedosas.
Mentira. Não aceito o fim.
Quase uma gestação.
Você se foi. Sem deixar beijo, obrigado.
Da noite para o dia, a cama vazia e o coração arrebentado.
Sua mão, seu cheiro, o lençol desarrumado.
O conforto de seus braços. Sinto tanta falta.
Para mim, o tempo párou naquela tarde de segunda-feira. Ao ler as linhas da despedida, me desesperei.
Ainda leio cada trecho. Ainda sinto sua presença em minha pele, descamada, seca, sem vida.
Assim me sinto há exatos 8 meses, sem vida, sem esperança de amores brutos e sinceros.
Me desespero em cada segundo. A idade que avança, as rugas aparecem lentamente. Esqueço coisas elementares. Mas não esqueço você e seu sorriso, e sua voz.
E quando penso que de de ti me libertei, fotos e fatos ressurgem na escuridão de meu quarto, de meu travesseiro, de minha alma na lama nua. De ti me lembro diariamente, por ti me apaixono eternamente.
Nem sei se é exatamente amor. Talvez não aceitei o fim. Ou finjo que aceitei para acreditar que almas são piedosas.
Mentira. Não aceito o fim.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
O dia que termina.
Sala fria, papéis soltos, desarrumados, me mostram a importância que tenho, ou não.
O telefone que não pára de tocar, documentos que entram e saem, cópias, cafés.
Como algo, a hora não passa. Cansei do computador, o telefone volta a tocar, selos para colar.
O chefe, ou os chefes, pedem, mandam,agradecem?
Dias e rotinas que nem sempre acabam no fim do dia. O telefone continua tocando em minha mente enquanto vejo a TV.
Sala fria, papéis soltos, desarrumados, me mostram a importância que tenho, ou não.
O telefone que não pára de tocar, documentos que entram e saem, cópias, cafés.
Como algo, a hora não passa. Cansei do computador, o telefone volta a tocar, selos para colar.
O chefe, ou os chefes, pedem, mandam,agradecem?
Dias e rotinas que nem sempre acabam no fim do dia. O telefone continua tocando em minha mente enquanto vejo a TV.
Chuva, chuva e chuva.
Trabalho em dobro, metrô lotado.
Preguiça, carência.
Nostalgias.
A Rússia que não me sai da cabeça, ou é a minha cabeça que não saiu de lá. Ou o coração?
Saudades de outros tempos. Argentina, Londres, Lilia, russo, neve, Big Ben.
Saudades de amigos da infância, Guará, bolinha de gude, pipas, pique e pega.
A vida que passa, que pede, que implica, que define. Sonhos que vem e vão, mudam de direção. Pessoas que aparecem, que mexem, que apaixonam e desapaixonam. Que me amam e desamam. Amizades à força, espontâneas.
O ano que inicia em exatos 16 dias.
Algo mudará.Prefiro me apegar à idéias, a fatos que passaram. Digo não há certos motivos definidos para o futuro.
Leio meu jornal e ascendo um incenso. Toalhas natalinas. O gato que se foi.
A cama vazia, a companhia do silêncio.
Atmosfera macabra, é um sonho apenas. Delírios fabricados.
A insensível arte da solidão procriada, proclamada e adulterada pelo constante medo do abandono.
Sirva-me uma coca-cola por favor!
Não quero morrer de sede!
Trabalho em dobro, metrô lotado.
Preguiça, carência.
Nostalgias.
A Rússia que não me sai da cabeça, ou é a minha cabeça que não saiu de lá. Ou o coração?
Saudades de outros tempos. Argentina, Londres, Lilia, russo, neve, Big Ben.
Saudades de amigos da infância, Guará, bolinha de gude, pipas, pique e pega.
A vida que passa, que pede, que implica, que define. Sonhos que vem e vão, mudam de direção. Pessoas que aparecem, que mexem, que apaixonam e desapaixonam. Que me amam e desamam. Amizades à força, espontâneas.
O ano que inicia em exatos 16 dias.
Algo mudará.Prefiro me apegar à idéias, a fatos que passaram. Digo não há certos motivos definidos para o futuro.
Leio meu jornal e ascendo um incenso. Toalhas natalinas. O gato que se foi.
A cama vazia, a companhia do silêncio.
Atmosfera macabra, é um sonho apenas. Delírios fabricados.
A insensível arte da solidão procriada, proclamada e adulterada pelo constante medo do abandono.
Sirva-me uma coca-cola por favor!
Não quero morrer de sede!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Minha amiga está precisando de emprego e bem se alguém puder ajudar com alguma dica, ela estuda direito, está no terceiro semestre e tem 19 anos.
Aqui no trabalho acabou a luz por 30 minutos. Se fosse um serviço descente teriam nos mandado para casa. Mas em nosso caso esperamos firmes e felizes, com uma puta vontade de trabalhar.
Daqui a pouco vai rolar um mini-confraternização com meus lindos alunos e ah fico triste por um motivos simples: ficar longe deles doi. Acostumei cara, e é algo sem noção. Para não perder o ritmo, ajudarei a filha de uma colega nas férias com aulas de inglês, ela está pendurada em 4 matérias. Esse lance de dar aula vicia, já me alertavam meus amigos.
O mesmo não aconteceu com a profissão de vendedora. Me disseram que em vendas, ou você ama ou você odeia. Depois de 4 anos longe da loja, eu não sinto falta alguma. Horas sem comer. De 10 da manhã as 22h00. Almoçando em pé, demorando a ir ao banheiro, gerente apurrinhando, metas e metas. Em época de natal saía as 23 e 30 e chegava em casa ,meia-noite. Morta. Para tirar férias, foi um parto. Eles sabiam que eu voltaria lerda e não mais uma super vendedora. Comecei a faculdade, o que me fez desanimar ainda mais.
Não me arrependo da troca do emprego fixo pelo estágio. Se eu não tivesse recebido essa oportunidade, provavelmente estaria lá vendendo, sofrendo e sendo humilhada para dar grana ao dono do estabelecimento. Foi sim uma enorme fonte de conhecimento e crescimento. Mas hoje apesar de tudo que passei para me formar, foi a melhor coisa de minha vida.
E posso mais. Pouco a pouco.
Aqui no trabalho acabou a luz por 30 minutos. Se fosse um serviço descente teriam nos mandado para casa. Mas em nosso caso esperamos firmes e felizes, com uma puta vontade de trabalhar.
Daqui a pouco vai rolar um mini-confraternização com meus lindos alunos e ah fico triste por um motivos simples: ficar longe deles doi. Acostumei cara, e é algo sem noção. Para não perder o ritmo, ajudarei a filha de uma colega nas férias com aulas de inglês, ela está pendurada em 4 matérias. Esse lance de dar aula vicia, já me alertavam meus amigos.
O mesmo não aconteceu com a profissão de vendedora. Me disseram que em vendas, ou você ama ou você odeia. Depois de 4 anos longe da loja, eu não sinto falta alguma. Horas sem comer. De 10 da manhã as 22h00. Almoçando em pé, demorando a ir ao banheiro, gerente apurrinhando, metas e metas. Em época de natal saía as 23 e 30 e chegava em casa ,meia-noite. Morta. Para tirar férias, foi um parto. Eles sabiam que eu voltaria lerda e não mais uma super vendedora. Comecei a faculdade, o que me fez desanimar ainda mais.
Não me arrependo da troca do emprego fixo pelo estágio. Se eu não tivesse recebido essa oportunidade, provavelmente estaria lá vendendo, sofrendo e sendo humilhada para dar grana ao dono do estabelecimento. Foi sim uma enorme fonte de conhecimento e crescimento. Mas hoje apesar de tudo que passei para me formar, foi a melhor coisa de minha vida.
E posso mais. Pouco a pouco.
Firme em 2009!
Nem vou bater a minha meta de 1000 textos em 2008. Que pena!
Mas eu acho que melhorei em relação à 2007, escrevi mais poéticamente, crônicas mais bem elaboradas. Escrevi muita bobagem também, faz parte. Critiquei várias pessoas, escrevi sobre o fim de vários namoros, elogiei também, escrevi sobre perdas e sobre as maravilhosas aulas de espanhol.
Posso melhorar. Disso eu tenho certeza. Assim como em tudo. Mas me sinto menos estressada com as críticas e com as piadinhas em relação ao blog. Hoje eu apago menos textos. Deixo mais as coisas como estão. Porque eu sei que as pessoas que lêem meu blog são pessoas que acreditam em mim. Tem aquelas que dizem que eu escrevo muito errado, mas tenho tentado evoluir meu português.
Então ano que vem espero melhorar, amo escrever. E escrevo por mim, como forma de desabafo, descanso. Quero dividir minha vida!. Quero aprender com o próximo. O blog me fez perceber que eu preciso urgente de um computador para escrever meu livro, ou meus livros.
Obrigada Lu (mora em Barcelona), por ler meu blog como forma de manter atualizada as informações sobre a terrinha.
Obrigada Erika e Naty por deixarem recadinhos lindos.
Obrigada Sabrininha por afirmar que preciso melhorar 1001% meu português.
E obrigada a cada leitor que porventura entrou. Pode até não ter gostado do que leu. Não tem problema. A Bolshaia continua firme. E o blog também!
Beijo grande!
Mas eu acho que melhorei em relação à 2007, escrevi mais poéticamente, crônicas mais bem elaboradas. Escrevi muita bobagem também, faz parte. Critiquei várias pessoas, escrevi sobre o fim de vários namoros, elogiei também, escrevi sobre perdas e sobre as maravilhosas aulas de espanhol.
Posso melhorar. Disso eu tenho certeza. Assim como em tudo. Mas me sinto menos estressada com as críticas e com as piadinhas em relação ao blog. Hoje eu apago menos textos. Deixo mais as coisas como estão. Porque eu sei que as pessoas que lêem meu blog são pessoas que acreditam em mim. Tem aquelas que dizem que eu escrevo muito errado, mas tenho tentado evoluir meu português.
Então ano que vem espero melhorar, amo escrever. E escrevo por mim, como forma de desabafo, descanso. Quero dividir minha vida!. Quero aprender com o próximo. O blog me fez perceber que eu preciso urgente de um computador para escrever meu livro, ou meus livros.
Obrigada Lu (mora em Barcelona), por ler meu blog como forma de manter atualizada as informações sobre a terrinha.
Obrigada Erika e Naty por deixarem recadinhos lindos.
Obrigada Sabrininha por afirmar que preciso melhorar 1001% meu português.
E obrigada a cada leitor que porventura entrou. Pode até não ter gostado do que leu. Não tem problema. A Bolshaia continua firme. E o blog também!
Beijo grande!
Eita o Natal está chegando e eu já torrei todas as minhas granas comprando coisas básicas, como uma blusa que eu fiz questão de queimar, sapato que aperta o pé e comida. Comprei alguns presentinhos e fiquei lisa. Mas é natal né?. Fazer o quê?. A gente quer aparecer, mostrar que o ano foi produtivo, que o 13º foi muito importante e que 2009 pode entrar falido, mas com pose.
Cansei já desse ano. Mas não me sinto tão animada para o próximo. Estou feliz por um bocado de acontecimentos, mas me sinto tão cansada, que nem ligo para a virada do ano e suas consequências. Em todo caso, passarei o reveillon de branco, colocarei um aplique de estrela na blusa queimada, usarei meu sapato novo que aperta meu calcanhar, mas entrarei com segurança em mim.
As árvores de natal brilham, guirlandas, bolinhas coloridas.
O ano termina com fato muito interessantes. Mas ando de saco cheio com esse show da Madonna. Brasileiro tem mania de idolatrar. E aí para todos os lugares que você olha, tudo que você lê ou assite na TV é relacionado ao ídolo do momento, que nesse caso é a poderosa e saradona cinquentona Madonna. Ok, eu gosto dela, mas poxa não corrompam nosso cérebro com fãs que ficam semanas na porta do estádio, que tatuam a pele, que sei lá, imitam um ser tão absolutamente normal. Por sorte, ela não vive aqui. ELa irá embora logo depois aos shows.
E a morte do ex-marido da Suzana Vieira, é outro assunto que já deu. O cara morreu de overdose de cocaína. Ela continuará na vida mansa, a namoradinha dele já colou em um outro bombadinho genérico. E aí a televisão fica endeusando um ex-PM, que obviamente aproveitou tudo o que pode da carência e tapadice da velhota para alcançar uma certa fama. Pena ele não ter usado a cabeça de verdade e ter aproveitado essa chance para se fazer na vida. Teria juntado altas granas, para fazer nada, só posando de marido. Olha que vida bacana. Preferiu se acomodar em um apart-hotel com uma garotinha e usar tanta cocaína que putz, morreu. E agora o melhor de tudo é descobrir qual PM forneceu a cocaína para ele. Enfim, agora é esperar para ver quem será a nova paixonite de Suzaninha. Como diz uma colega blogueira: ô saco viu?.
Povo sem futuro!
Alguém viu na TV o sapato que quase acertou o pobre Bush. Que pena ele nessas hora ser esperto. Se tivesse acertado, pa! delícia ver a cena.
Ah e o Ronaldo no Corínthias. Pelo amor de Deus!. Eu esperava mais. Ah mas se tratando de futebol.
Cansei já desse ano. Mas não me sinto tão animada para o próximo. Estou feliz por um bocado de acontecimentos, mas me sinto tão cansada, que nem ligo para a virada do ano e suas consequências. Em todo caso, passarei o reveillon de branco, colocarei um aplique de estrela na blusa queimada, usarei meu sapato novo que aperta meu calcanhar, mas entrarei com segurança em mim.
As árvores de natal brilham, guirlandas, bolinhas coloridas.
O ano termina com fato muito interessantes. Mas ando de saco cheio com esse show da Madonna. Brasileiro tem mania de idolatrar. E aí para todos os lugares que você olha, tudo que você lê ou assite na TV é relacionado ao ídolo do momento, que nesse caso é a poderosa e saradona cinquentona Madonna. Ok, eu gosto dela, mas poxa não corrompam nosso cérebro com fãs que ficam semanas na porta do estádio, que tatuam a pele, que sei lá, imitam um ser tão absolutamente normal. Por sorte, ela não vive aqui. ELa irá embora logo depois aos shows.
E a morte do ex-marido da Suzana Vieira, é outro assunto que já deu. O cara morreu de overdose de cocaína. Ela continuará na vida mansa, a namoradinha dele já colou em um outro bombadinho genérico. E aí a televisão fica endeusando um ex-PM, que obviamente aproveitou tudo o que pode da carência e tapadice da velhota para alcançar uma certa fama. Pena ele não ter usado a cabeça de verdade e ter aproveitado essa chance para se fazer na vida. Teria juntado altas granas, para fazer nada, só posando de marido. Olha que vida bacana. Preferiu se acomodar em um apart-hotel com uma garotinha e usar tanta cocaína que putz, morreu. E agora o melhor de tudo é descobrir qual PM forneceu a cocaína para ele. Enfim, agora é esperar para ver quem será a nova paixonite de Suzaninha. Como diz uma colega blogueira: ô saco viu?.
Povo sem futuro!
Alguém viu na TV o sapato que quase acertou o pobre Bush. Que pena ele nessas hora ser esperto. Se tivesse acertado, pa! delícia ver a cena.
Ah e o Ronaldo no Corínthias. Pelo amor de Deus!. Eu esperava mais. Ah mas se tratando de futebol.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Um frio bate em minha pele.
Escuto sua voz.
Meu quarto escuro reflete uma alma sedenta.
Reflexões que assolam.
Me desespero.
Quero.
A vida.
O beijo.
Sento no beco escuro de pensamento descordenados.
O suor do pesadelo da noite passada ainda molha meu corpo internamente. Pois ainda tenho medo, de que o pesadelo do desamor apareça novamente.
Perco-me em meus próprio labirintos. Inconstante, perfeccionista, mas não perfeita.
Distribuidora de sorrisos, sem motivos afins.
Contadora de histórias. Sandálias na mão, champagne na taça, música anos 80 ao fundo, beijo sem sentido.
Semana que gira, gira, enlouquece. Que dia será hoje meu Deus?!!
Estarás preparando o terreno da minha felicidade e de meu triunfo celestial?
Estarão todos rindo de minha insanidade e lealdade disfarçada, por uma vida que me critica e me faz uma mistura inconciente.
Inconsequências não me assustam, mas tenho medo do não beijo por completo, do amor por compaixão. Do desespero da falta de um café no fim da tarde.
E o seu corpo?, finalmente estará presente quando a chuva resolver cair de verdade. Quando eu precisar de um abraço de urso no fim do dia, e de massagens com óleos, de risadas na madrugada, leituras comuns, bagunça pela casa.
Venha pá! Faça o que puder. Mas não me deixa enlouquecer em textos desafinados. Ou em músicas sem letra. Ou em desespero.
Escuto sua voz.
Meu quarto escuro reflete uma alma sedenta.
Reflexões que assolam.
Me desespero.
Quero.
A vida.
O beijo.
Sento no beco escuro de pensamento descordenados.
O suor do pesadelo da noite passada ainda molha meu corpo internamente. Pois ainda tenho medo, de que o pesadelo do desamor apareça novamente.
Perco-me em meus próprio labirintos. Inconstante, perfeccionista, mas não perfeita.
Distribuidora de sorrisos, sem motivos afins.
Contadora de histórias. Sandálias na mão, champagne na taça, música anos 80 ao fundo, beijo sem sentido.
Semana que gira, gira, enlouquece. Que dia será hoje meu Deus?!!
Estarás preparando o terreno da minha felicidade e de meu triunfo celestial?
Estarão todos rindo de minha insanidade e lealdade disfarçada, por uma vida que me critica e me faz uma mistura inconciente.
Inconsequências não me assustam, mas tenho medo do não beijo por completo, do amor por compaixão. Do desespero da falta de um café no fim da tarde.
E o seu corpo?, finalmente estará presente quando a chuva resolver cair de verdade. Quando eu precisar de um abraço de urso no fim do dia, e de massagens com óleos, de risadas na madrugada, leituras comuns, bagunça pela casa.
Venha pá! Faça o que puder. Mas não me deixa enlouquecer em textos desafinados. Ou em músicas sem letra. Ou em desespero.
Enquanto dançava,
Imaginava, a onde poderás estar agora.
Pensarás em mim?.
Sentirás meu cheiro de lavanda infantil?
Comerás a minha fruta preferida, apenas para sentir meu gosto?.
E os abraços? Eles estarão envolvendo seu corpo?
Você se sente beijado por mim?.
Penso em você todos os dias de minha vida.
Penso no que poderia ter sido, no que poderá ser.
Estás tão próximo, mas não consigo te sentir.
Estarás longe?
E eu iludida?.
Estarei obcecada?.
Não.
O fato é simples.
Desconxões de uma alma com um corpo e com uma mente cheios de energia. Acúmulo de vontades, sonhos, desejos, intensos.
Intensidade. Essa é a minha palavra.
Intensidade.
Desejo.
Imaginava, a onde poderás estar agora.
Pensarás em mim?.
Sentirás meu cheiro de lavanda infantil?
Comerás a minha fruta preferida, apenas para sentir meu gosto?.
E os abraços? Eles estarão envolvendo seu corpo?
Você se sente beijado por mim?.
Penso em você todos os dias de minha vida.
Penso no que poderia ter sido, no que poderá ser.
Estás tão próximo, mas não consigo te sentir.
Estarás longe?
E eu iludida?.
Estarei obcecada?.
Não.
O fato é simples.
Desconxões de uma alma com um corpo e com uma mente cheios de energia. Acúmulo de vontades, sonhos, desejos, intensos.
Intensidade. Essa é a minha palavra.
Intensidade.
Desejo.
"O forró daqui é melhor que o seu".
Defino a noite de ontem como eletrizante e determinante.
Dancei muito, sorri muito, amei muito. Porque tudo na vida tem que ser feito com amor, então cada passo era dado com uma intensidade, com uma vontade de ser feliz tão grande, que não havia quem não percebesse o que eu estava fazendo naquele lugar.
É assim que vivo a vida. Momentos felizes. Planos me escandalizam, sonhos me deixam irritada. Acontecem as coisas, vivo-as, bem ou mal, não sei, apenas vivo o que deve ser vivido. Ainda me sinto em dados momentos uma surtada. As opinão divergem. Meu estado de espírito também.
Enquanto dançava, imaginava quantas pessoas vazias estavam lá e quantas outras tantas eram cheias de coisa boníssimas. Em qual dos grupos eu estava?
Prefiro acrescentar a paz e a onde eu estava me sentia plenamente em paz.
O sono da manhã me fez atravessar dificilmente o longo caminho que ainda tenho até as 18 horas. Ainda não almoçei e minha cabeça começa a reclamar.
Ainda estou com muito sono, mas o mineiro que me chamou para dançar ontem não me sai da cabeça.
Uma linda tarde!
Defino a noite de ontem como eletrizante e determinante.
Dancei muito, sorri muito, amei muito. Porque tudo na vida tem que ser feito com amor, então cada passo era dado com uma intensidade, com uma vontade de ser feliz tão grande, que não havia quem não percebesse o que eu estava fazendo naquele lugar.
É assim que vivo a vida. Momentos felizes. Planos me escandalizam, sonhos me deixam irritada. Acontecem as coisas, vivo-as, bem ou mal, não sei, apenas vivo o que deve ser vivido. Ainda me sinto em dados momentos uma surtada. As opinão divergem. Meu estado de espírito também.
Enquanto dançava, imaginava quantas pessoas vazias estavam lá e quantas outras tantas eram cheias de coisa boníssimas. Em qual dos grupos eu estava?
Prefiro acrescentar a paz e a onde eu estava me sentia plenamente em paz.
O sono da manhã me fez atravessar dificilmente o longo caminho que ainda tenho até as 18 horas. Ainda não almoçei e minha cabeça começa a reclamar.
Ainda estou com muito sono, mas o mineiro que me chamou para dançar ontem não me sai da cabeça.
Uma linda tarde!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Passei no supermercado para comprar produtos de limpeza.
Na volta caía uma chuva danada. Em um dado momento do caminho, vejo um casal brigando. Uma briga que há tempos eu não via, com ameaças, lágrimas, gritos.
Continuei meu caminho. Resolvi mais para frente párar um pouco para ver se diminuía a chuva. O rapaz passa por mim sozinho. Alguns minutos depois vem a mulher, com uma cara de quem tinha levado uns sopapos. Mais para frente os dois se reencontram, ela começa a berrar, ele a chama de louca e a briga recomeça.
E eu fui pensando: será que todo esse "amor" vale a pena?. Um amor que machuca, que fere, que faz doer.
Estar junto deve ser algo prazeroso. Deve ser uma troca de sentimentos verdadeiros, sinceros. A escolha de viver um romance deve ser feita a partir das coisas legais. Sei que toda relação tem seus desgastes, brigas, desentendimentos. Mas quando isso passa a ser constante e cruel, é hora de rever conceitos.
antes de mais nada, eu aprendi que o amor pelo seu corpo e pela sua alma, pela sua profissão e pelas suas escolha é muito mais importante do que qualquer amor carnal. O amor que recebemos é uma conquista que vem acompanhada de vários outros fatores e que juntos moldam a relação.
Cansei de ver casais juntos sem um motivo aparente. Por comodismo, por preguiça, por falta de opção, por acreditar não ter capacidade de encontrar uma relação melhor.
Eu para chegar a onde cheguei, já tive inumeras relação pautadas em algo que não entendia de fato. Já chorei, briguei, entrei em crise, bati porta, ciúmes e tantas outras coisinhas que estragaram uma paixão que de repente teria tudo apra dar certo. Mas a imaturidade vai levando a gente a entender que cada coisa em seu tempo, e cada relação tem sua peculiaridade.
Mas me corta o coração ver cenas como as que eu vi ontem. O desespero, o choro infantil, o pedido de " me ame", sem entender que aquele amor não queria ser dividio. Os dois tinham cara de cansados, de desgastados.
Não me vejo sofrendo assim mais por ninguém.
Na volta caía uma chuva danada. Em um dado momento do caminho, vejo um casal brigando. Uma briga que há tempos eu não via, com ameaças, lágrimas, gritos.
Continuei meu caminho. Resolvi mais para frente párar um pouco para ver se diminuía a chuva. O rapaz passa por mim sozinho. Alguns minutos depois vem a mulher, com uma cara de quem tinha levado uns sopapos. Mais para frente os dois se reencontram, ela começa a berrar, ele a chama de louca e a briga recomeça.
E eu fui pensando: será que todo esse "amor" vale a pena?. Um amor que machuca, que fere, que faz doer.
Estar junto deve ser algo prazeroso. Deve ser uma troca de sentimentos verdadeiros, sinceros. A escolha de viver um romance deve ser feita a partir das coisas legais. Sei que toda relação tem seus desgastes, brigas, desentendimentos. Mas quando isso passa a ser constante e cruel, é hora de rever conceitos.
antes de mais nada, eu aprendi que o amor pelo seu corpo e pela sua alma, pela sua profissão e pelas suas escolha é muito mais importante do que qualquer amor carnal. O amor que recebemos é uma conquista que vem acompanhada de vários outros fatores e que juntos moldam a relação.
Cansei de ver casais juntos sem um motivo aparente. Por comodismo, por preguiça, por falta de opção, por acreditar não ter capacidade de encontrar uma relação melhor.
Eu para chegar a onde cheguei, já tive inumeras relação pautadas em algo que não entendia de fato. Já chorei, briguei, entrei em crise, bati porta, ciúmes e tantas outras coisinhas que estragaram uma paixão que de repente teria tudo apra dar certo. Mas a imaturidade vai levando a gente a entender que cada coisa em seu tempo, e cada relação tem sua peculiaridade.
Mas me corta o coração ver cenas como as que eu vi ontem. O desespero, o choro infantil, o pedido de " me ame", sem entender que aquele amor não queria ser dividio. Os dois tinham cara de cansados, de desgastados.
Não me vejo sofrendo assim mais por ninguém.
Estou há alguns dias sem postar nada, porque simplesmente não existe tempo para isso.
Uma das secretárias tirou suas merecidas férias e eu apenas estou tendo que substituí-la sem deixar a recepção. Tenho que coordenar tudo para que os assuntos não se confundam. Manter o humor e a paciência em um momento desse simplesmente é a coisa mais complicada. Porque obviamente ninguém reconhecerá toda essa dedicação e eu não poderei jamais reclamar disso.
Preciso de férias. As últimas foram em março de 2005, e mesmo assim eu estava já na faculdade então não pude viajar ou algo do genêro. E ainda voltei para a loja para vender 5 dias em um bazar. Conclusão: não foram férias de verdade. E é isso que eu realmente preciso em um momento como esses. Mas me conhecendo como me conheço, as férias não serão de fato para descanso, porque eu não consigo ficar coçando dias à fio. Preciso estar em constante movimento.
A semana agitada com suas espectativas frustradas. Somente as aulas me dão alegria de fato. Estmos na fase final, apliquei prova para o primeiro grupo e domingo aplicarei para o segundo. Me sinto feliz por ser professora deles. Acho que vencemos bem essa primeira etapa juntos e espero muito ter contribuido de alguma forma para o crescimento deles. Tento passar não só o conteúdo , mas uma certa vivência, um pouco de experiência de anos fora do Brasil. Quero mostrar que existe maturidade aos 24 anos.
Bem, sem tempo para mais detalhes!
Um lindo dia!
Uma das secretárias tirou suas merecidas férias e eu apenas estou tendo que substituí-la sem deixar a recepção. Tenho que coordenar tudo para que os assuntos não se confundam. Manter o humor e a paciência em um momento desse simplesmente é a coisa mais complicada. Porque obviamente ninguém reconhecerá toda essa dedicação e eu não poderei jamais reclamar disso.
Preciso de férias. As últimas foram em março de 2005, e mesmo assim eu estava já na faculdade então não pude viajar ou algo do genêro. E ainda voltei para a loja para vender 5 dias em um bazar. Conclusão: não foram férias de verdade. E é isso que eu realmente preciso em um momento como esses. Mas me conhecendo como me conheço, as férias não serão de fato para descanso, porque eu não consigo ficar coçando dias à fio. Preciso estar em constante movimento.
A semana agitada com suas espectativas frustradas. Somente as aulas me dão alegria de fato. Estmos na fase final, apliquei prova para o primeiro grupo e domingo aplicarei para o segundo. Me sinto feliz por ser professora deles. Acho que vencemos bem essa primeira etapa juntos e espero muito ter contribuido de alguma forma para o crescimento deles. Tento passar não só o conteúdo , mas uma certa vivência, um pouco de experiência de anos fora do Brasil. Quero mostrar que existe maturidade aos 24 anos.
Bem, sem tempo para mais detalhes!
Um lindo dia!
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