quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

BBB 17.

E vai começar mais um Big Brother Brasil. Daqui uma semana e já estão divulgando a lista.  Eu amo! De verdade! Alguns eu consegui acompanhar com mais afinco, outros, como leio muito, consigo acompanhar pelas redes sociais e pela internet. Já tentei fazer a linha fina e intelectual dizendo que é um programa lixo e confesso que já fingi zero interesse, só para mostrar que eu era diferente. 
A verdade é que eu tentei entrar no BBB 4 vezes. E em novembro passado eu participei da entrevista presencial para uma vaga. Eu quase enfartei quando vi o e-mail e fiquei muito ansiosa. 
No dia me arrumei normal. Nada chamativo, e nada ousado, sensual, nada disso. Cheguei lá e a fila era gigante. E eu tentei ser eu mesma, afinal eu não fazia ideia do que aconteceria ali.
A entrevista era em um hotel da cidade e entramos por ordem de horário de marcação. E fomos colocados em uma sala, com crachás azuis e vermelhos. Tinha lanche, música e alguns jogos. Tratei logo de comer e tentar ser simpática. Participei de algumas brincadeiras enquanto uma boa parte da mulherada rebolava ao som de funk e outras músicas. Tinha todo tipo de gente, e eu particularmente me sentia um patinho feio. Mas me diverti.
Em seguida participamos, grupos divididos pelos crachás azul e vermelho, de uma dinâmica.  Não me lembro muito bem como foi. Eu não sou muito fã dessas dinâmicas e acabei indo por osmose. 
Na sala anterior e nesta, eramos observados os tempo todo. Ninguém falava nada. Na dinâmica, fomos orientados por uma pessoa, enquanto umas outras 5 sentadas nos olhando emitiam poucas opiniões ou observações. 
Dali partimos para uma entrevista gravada. Ali eu já estava muito nervosa. Mas fui e fiz a entrevista. Eles estavam com a minha ficha, que havia sido preenchida completa e com vídeo. Praticamente me perguntaram coisas dali ao qual respondi exatamente como estava. Tentei não demonstrar ansiedade, desespero, nada disso. Sentia no fundo que não seria nunca classificada, principalmente por ter observado lá fora o quanto era difícil concorrer com almas tão livres. 
E assim saí deste momento incrível, divertido e tão assustador. Eu sempre quis estar ali e ao mesmo tempo senti que eu não me encaixaria no mundo BBB. Porque ninguém consegue adivinhar o que eles querem, que tipo de pessoas eles querem. 
As pessoas riem muito de mim quando conto isso. Algumas me encorajam, outras dizem que iriam votar em mim, me assistir. Outras que é perda de tempo que tem nada a ver. Sei que há 17 anos que eu me imagino ali dentro. Como eu iria me comportar. Que tipo de papel eu faria. Se eu ia beber muito, se eu ia me envolver com alguém. Mas eu acho tudo ali tão legal! Imagina, as festinhas, a piscina, a cozinha, sim eu amo a cozinha do BBB. E nas provas? Será que eu iria conseguir superar alguma delas? Eu iria à final?
Não sei. Sei que o fato de ter ido à esta entrevista para mim foi muito legal. Fiz algumas amizades. Encontrei com uma um dia desses e rimos. Porque no fim, sendo bom ou não ir ao BBB, o que vale é passar pela vida sempre se divertindo.
Se eu tentaria novamente? Quantas vezes fosse necessário. Dizem que este é o último ano. Tomara que não. 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Aula com a Coach de relacionamento Luiza Vono Ferreira

Ontem eu participei pela primeira vez em minha vida de uma aula on-line sobre o tema: Como encontrar um homem que te ame de verdade, mesmo que você tenha perdido as esperanças de encontrar alguém. 
E aí você vai me perguntar: mas você acabou de terminar um namoro com um homem que te amava e você amava, certo? Sim, exatamente. 
Quando terminei este namoro especificamente, eu me peguei pensando muitas vezes o porquê algo que era tão bom acabou e eu digo para vocês que é bem por culpa minha. 
E esta aula de ontem me fez repensar muito no tipo de pessoa que sou, quero ser e no tipo de pessoa que quero para compartilhar a vida.
E aí lembro de um conselho muito bom do meu pai logo que eu me separei: para de querer casar. Vá namorar, vá se divertir, vá ter a sua vida, mas que ela não dependa do outro.
E aí que eu erro muito neste ponto. Logo eu que prego que ninguém pertence à ninguém, me relaciono com o outro como se ele fosse ser para sempre meu. Acabo me desleixando internamente, acabo exigindo que o outro seja o que eu quero que ela seja, e aí desrespeito, crio um novo mundo que não sou capaz de sustentar. A única coisa que eu não sou é ciumenta, mas o resto é sufocante. 
No meu último namoro foi assim. Eu tenho uma mania de ter a solução para todos os problemas alheios e eu sufoco com uma lista de coisas que o outro precisa fazer para ser bem sucedido, como se eu fosse um exemplo de sucesso né?
E o tempo passa, as vezes pouco tempo, e eu me desgasto, canso e desisto.
A aula durou 2 horas com a Luiza que é fofa, nova, inteligente, enérgica e namorando. hahah ela pode ajudar. 
E eu obviamente não direi aqui a qual conclusão cheguei porque eu estou em um momento justo de reflexão. Sei que preciso e não estou sendo aqui egoísta não, mas eu preciso de alguém um pouco mais estruturado, principalmente emocionalmente. E é isso que eu vou pedir todos os dias em minhas orações e pelo qual terei paciência em esperar. 
E que Deus me ajude! Não sou hipócrita, eu amo me divertir e eventualmente pode ser que eu beije na boca, mas eu estou muito decidida a encontrar, ainda que demore, alguém com quem eu realmente estabeleça uma ligação para uma vida inteira juntos. 

Consegui fazer algumas anotações e quem por ventura ler meu blog e achar interessante. A Luiza Vono está no meu facebok e quem quiser adicioná-la. 


Como Encontrar E Conquistar Um Homem Que Te Ame De Verdade
...mesmo que você se sinta hoje insegura, tímida ou tenha perdido as esperanças de encontrar alguém.

O que te torna única no mundo?
Quais os seus pontos de melhoria?
Onde está o cara que você quer conhecer?



Sinta o que deseja...
Trabalhe seus pontos de emoções...
Não é o seu passado que vai te fazer seguir...
Usar o poder da gratidão...
Controle emocional...


Beijos de luz!



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

E eu agora apenas curto... no facebook

ok Karla, lá vem você falar de novo sobre sua vida.... Ela nem é interessante assim. Você não é famosa, não é rica e nem entrou no BBB 17. Paciência. 
E nessa minha vida mais ou menos, graças a Deus, já estamos em nossa 2ª semana de janeiro e tanta coisa aconteceu que vocês até se surpreenderiam. O mundo anda cheio de conflitos e tudo que eu me pergunto é: até quando?
Andei cometendo vários muitos deslizes do dia 1 para cá, mas um de meus propósitos estou conseguindo cumprir direitinho. Lembra que eu sempre disse que ia me afastar do face? haha E logicamente caguei para isso? Este ano até que se tenha resolvido o lance da empresa aqui eu me proibi de comentar, publicar textos pessoais ou opiniões e fotos. Só posso curtir e no máximo compartilhar algo bacana dos outros. E só. Nada. Eu não dou parabéns para ninguém no facebook, somente para quem eu tenho whatsapp (desculpem gente!). Eu não comento nada, nem linda! nem nada. Olha, muito difícil no começo, mas agora eu estou adorando. De verdade. Não sei até quando vou ficar nisso, mas até que eu ouça o: você fica ou você sai, eu vou manter este propósito e tenho certeza que vou conseguir. 
Não é promessa. A palavra promessa me apavora. Quando eu era criança que prometia rezar terço por todos os problemas que eu queria solução. Rezei quantos? Acho que nunca fiquei acordada para saber se rezei.
Eu quero me tornar uma pessoa menos conectada. Ler mais, prestar atenção nas pessoas, prestar atenção em mim. Compartilhar momentos mais legais. Estou começando inclusive a falar menos no whatsapp também.
2017 prometia ser um ano diferente. Ainda é muito cedo para afirmar, mas apesar do porre que já tomei na primeira semana do ano, eu estou conseguindo me sentir bem melhor. 
Vai dar tudo certo. 


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Não resisti: retrospectiva!

Eu não ia fazer retrospectiva, mas não aguentei. Deve ser por estar em uma semana tranquila. Além disso, eu quero poder terminar 2017 lembrando como superei, em partes, este lindo 2016.
O ano foi muito ruim em vários aspectos. Profissionalmente eu regredi muitos anos. Culpa minha, logicamente. Mudei de setor e percebi o quanto realmente não sou uma boa Secretária. Sinto que entrei em depressão ao perceber isso e passei a cometer muitos deslizes. Comecei a enxergar meus muitos defeitos e muitas noites passei chorando e me perguntando se deveria mudar de profissão. Mas me acomodei e não tive coragem de mudar. 
Mas tirei férias e meu coração acalmou um pouco. Voltei renovada. Antes passei uns dias ajudando na Agenda do Ministro e consegui recuperar um pouco a confiança em mim. Mas claro, paira sobre nossas cabeças a espada do corte. Então é aguardar 2017 para ver se a vida muda. Se não mudar, pelo menos espero que melhore. E é um desejo coletivo. 
Em 2016 eu me apaixonei em abril, comecei a namorar em maio, engatei uma convivência à dois diária e não aguentei mais que 5 meses. Fui feliz, amei cada momento com ele, mas percebi e doeu muito, que eu não sei mais namorar. E que eu não quero mais ter um relacionamento. Me senti mal, porque ele foi muito bom para mim. Mas eu sinto que não fui boa para ele. Aprendi este ano o quanto sou materialista, egoísta, orgulhosa e metida à besta. E eu agora de fato fechei meu coração e sei que Deus está cuidando para que eu não desacredite no amor somente porque não me acho capaz de amar. Agradeço muito por tê-lo conhecido e por ter percebido à tempo que ele merece alguém muito melhor. 
Trabalhei em muitos casamentos e renovei muito a minha fé no amor. Ok, ele não dá certo para mim, mas ainda bem que dá certo para um bocado de gente. Melhorei muito minha forma de trabalhar, mesmo tendo coordenado apenas 3 casamentos. Um deles e o que mais me alegrou a vida, o do meu sobrinho, já em janeiro. Deu tudo certo. Levei muitas broncas este ano das minhas chefes, mas graças a Deus nada grave. Tanto é que dia 01/01/17 já tenho trabalho.
E para finalizar, 2016 foi um ano onde eu me comportei muito mal no meu lado família. Falei demais. Me achei demais. E desta forma fui me afastando e de certo modo, sendo afastada. Ninguém merece ter em seu convívio uma pessoa faladeira, egoísta e que quando bebe perde um pouco o senso do ridículo. Percebi que eu sou àquela tia chata do é pavê ou pra comer... Aquela que pergunta: e os namoradinhos? E não necessariamente usando estas expressões. Mas eu sou àquela que não é odiada, mas ok, é melhor fica na tua.
Perdi muitas amizades, muitas pelo meu próprio querer. Porque se tem algo que eu adquiri este ano foi o bom senso. Como diz meu ex-marido, bom senso é bom... E eu estou começando, ainda que meio tarde, a ter. 
Foi um ano onde fiz 2 promessas importantes e que cumpri direitinho. Uma delas até incorporei ao meu modo de vida. Não consegui me afastar do facebook, falei muita asneira e fui bastante criticada, principalmente por me achar a blogueira e ficar tirando foto no espelho para mostrar o look. Me aproximei bastante da religião que escolhi para minha vida, embora ainda tenha um caminho longo até me sentir realmente conectada. 
Para 2017 já tenho uma promessa, já para o primeiro dia do ano. Quero permanecer empregada, confiante de que sou uma pessoa boa. Quero voltar a estudar, mesmo tendo me sentido burra fazendo a pós, que só terminei porque tive o lindo auxílio de uma grande amiga. De resto, não sei e sinceramente não quero saber como será 2017. Só quero que Deus esteja ao meu lado me guiando. Peço que Ele trave minha língua, me faça invisível e me dê tanto amor que eu não precise sair pelo mundo à sua procura. Quero economizar mais dinheiro, água, luz e energia interior. Quero viajar mais, ler mais, sorrir mais e principalmente, quero aprender a me achar menos. 
Obrigada aos meus familiares, amigos, colegas, ex-namorado e todos que me apoiaram, me ajudaram, me ouviram, me indicaram, me suportaram, me estenderam a mão e a fé.
Que todos sejamos muito felizes. Ou apenas não desistamos.
Feliz 2017!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Última segunda-feira de 2016!

Última segunda-feira do ano. Graças a Deus! Graças a Deus 2016 vai lentamente nos deixando. Estou grata por isso. Afinal, a vida precisa seguir e já que temos que virar o ano, vamos fazer isso com muita garra, coragem e fé.
Decidi não fazer retrospectiva. Meu ano não foi um ano mega bom. Foi um ano bom em alguns aspectos. Muito feliz em vários outros e como sempre, de muito aprendizado. E todo mundo fica fazendo isso de relembrar como foi o ano. Eu quero é que a vida siga e siga sob o olhar atento de Deus. Nada mais. 
E também não tenho resoluções para 2017. Tá mentira. Eu tenho sim, mas como não sou muito boa em cumpri-las, prefiro desta vez não falar nenhuma delas. Quero realmente que Deus se encarregue de me orientar nesta caminhada em mais um ano, de fato e sinceramente.
Gostaria de agradecer imensamente a cada um que me ajudou a ter um ano intenso, confortável, desconfortável também, sem noção em alguns aspectos, romântico em outros. Foi um ano de amor, de lágrimas, mas sempre de luta, conquistas e amadurecimento.
E espero muito que você que passa por aqui vez ou outra, possa se sentir bem vindo aqui sempre no novo ano, porque se tem algo que eu não irei parar é o blog. E desejo a vocês todos que convivem comigo, que a vida de vocês só melhore e que mesmo nos momentos ruins, não percam a vontade de ser feliz. 
Um beijo e até o novo ano! Amém!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016






Eu sou. Eu és. Eu é. Eu somos. Eu sois. Eu são.

Para sobreviver, é assim que a gente tem de aprender a conjugar o verbo ser, Não é fácil, demora um pouco, não adianta repeti-lo muitas e muitas vezes, até que ele fique tatuado na cortiça da alma, é preciso acreditar. E o mais difícil é acreditar. Mas quem conseguir poderá dar o passo seguinte e aprender a conjugar o verbo amar para não se dar por contente só com sobreviver, para triunfar, para que seus desejos digam à realidade o modo como deve se desenvolver:

Eu me amo. Tu me amas. Ele me ama. Nós me amamos. Vós me amais. Eles me amam.

Diário de um abandonado, Juan Bonilla. 

Trecho de um livro leve e que inspirou a minha tatoo.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Dica de leitura: flor Negra - Kim Young-ha




Fazia tempo que eu não indicava um livro aqui no blog. Tenho lido bastante, mas nunca lembro nada depois. Devo ter algum problema. Aí acho bacana fazer isso para que em um futuro desses eu consiga lembrar do que li, inclusive os títulos. 
Este em especial me conquistou. Vou à Biblioteca Nacional de Brasília todos os meses, o que sugere que eu ando lendo um livro por mês. Parece pouco, mas dentro da minha rotina maluca é o que consigo. Sempre passo na estante de livros de autores coreanos, chineses e japoneses e fico com medo, receio, sei lá. Aí decidi dar uma chance e voilá! que delícia de livro gente. Não dava nada, nada mesmo, mas é uma leitura gostosa, leve e mesmo sendo um relato histórico teve um quê de sentimental, romântico e reflexivo.

Sinopse

Em abril de 1905, 1033 coreanos — ladrões e membros da realeza, sacerdotes e soldados, órfãos e famílias inteiras — embarcaram rumo ao México em busca de novas vidas. Ao chegar lá, foram obrigados a trabalhar como escravos e acabaram no fogo cruzado da violenta Revolução Mexicana.
Baseado em uma história real e esquecida da História, Kim Young-ha, um dos maiores expoentes da nova literatura oriental, constrói um épico poderoso e arrebatador, que reverbera através de continentes e oceanos e ergue uma verdadeira ponte entre o Ocidente e o Oriente.
“Flor Negra” é uma história sobre amores impossíveis, a ascensão e a queda de impérios e os riscos que envolvem a busca da liberdade.
Super recomendo. Acho que vale não só para conhecer um pouco da história, que mesmo sendo ali no México, nos pertence, mas para repensar alguns valores. O herói do livro e a mocinha nos mostram que nem tudo que fazemos por amor é o certo. E que nem tudo que fazemos certo, é por amor. E que ser egoísta nem sempre é o nosso maior erro de vida.

Beijos e beijos!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Mais um fim

É bem pesado o título deste texto, mas comigo não tem meio termo. Acho mais fácil assumir logo que sim, meu namoro mais legal dos últimos tempos, chegou ao fim.
Aí você me pergunta: se era tão legal, por que chegou ao fim?
Não sei responder de outra forma: acabou porque ambos decidiram. Meio mau educado dizer isso, mas não há outra maneira mesmo.
E tem sido complicado, não nego. Já havíamos terminado antes e tinha sido uma dor muito intensa. Dor agora muito mais intensa. Já morávamos juntos praticamente desde o nosso primeiro dia, o que gerou desespero em muitas pessoas. Muitas críticas, claro, pela velocidade em que tudo aconteceu. E agora, muitas outras pelo simples fato de não saberem que o amor minha gente, cada um vive à sua maneira. 
Eu da minha parte posso dizer que eu vivo o que eu acho que é o melhor para mim. Quando eu amo, eu amo de verdade. Se amo um dia ou um mês, beleza. Não me prendo à padrões. Detesto o tem que ser. Sempre me pergunto onde está escrita à fórmula para que uma relação dê certo para o resto da vida. Claro que eu quero que seja para sempre, mas aí essa expectativa gera muita insônia e se tem algo que eu não me permito mais nesta vida, é perder uma noite de sono. 
Gostaria de agradecer imensamente ao Bruno por todos estes meses juntos. Aprendi muito contigo, pela sua maneira humilde, cheia de vida, jovem e audaciosa. Me mostrou que eu sou capaz de amar. Sinceramente eu achava que encalharia ou viveria ainda por um bom tempo só na sacanagem. Mas eu aprendi mesmo com você. Resgatei valores para levar não somente para a vida amorosa, mas para minha vida inteira. Aprendi até que eu sou linda, e admitir isso você, que conviveu um pouco comigo, sabe que não era possível. 
Agradeço aos seus familiares pela calorosa acolhida. Pelo tratamento gostoso, cheio de respeito e carinho. Seu pai, sua mãe, irmã, tio, sobrinho e avó sempre me receberam muito bem.
Agradeço aos meus familiares por terem recebido o Bruno em nosso núcleo de forma tão carinhosa e gentil. Agradeço à Sobrinha Ratattoulie por sempre ter nos apoiado incondicionalmente, inclusive aconselhando e me dando alguns puxões de orelha. 
Agradeço aos amigos fieis, principalmente à Cris, que sempre esteve comigo nos momentos tristes e alegres, me ajudando, me ouvindo e me colocando para cima.
Foram meses intensos, gostosos, de muitos sorrisos, algumas lágrimas, DR´s e conversas. Bruno sempre foi presente, me ajudando com a organização da casa, com as Meninas. Nos 2 últimos meses me ouviu todas as vezes que cheguei em casa em completa crise profissional. Segurou minha mão muitas vezes, me chamou de linda tantas vezes, me disse o quanto eu era especial. Tudo o que vivemos foi muito verdadeiro. 
Peço perdão pelas minhas atitudes egoístas, pelas vezes em que me achei superior à você, Bruno, em que me julguei inteligentíssima, perfeitíssima e tantas outras coisas. Me perdoe por nossas brigas, pela minha falta de romantismo e atitude. Sei que grande parte do fim do nosso relacionamento está ligado ao fato de que eu ainda sou muito imatura para conviver com quem quer que seja diferente de mim, mesmo sabendo que ninguém é igual à ninguém. 
Mas quero que saiba que sempre te amei, sempre te respeitei, te admirei e nada disso irá mudar porque não estamos mais juntos. O que vivemos irá representar um marco naquilo que pretendemos seguir de vida. E eu só posso te dizer que sempre que precisar de mim, sabe onde me encontrar e eu irei sempre te apoiar. Eu te amei desde o primeiro segundo e não deixei de te amar. O fim do nosso relacionamento como homem e mulher em nada mudará os sentimentos mais nobres que tenho por você e por tudo que representa em minha vida.
Que Deus te abençoe e nos abençoe para que nossa caminhada seja repleta do que sonhamos e amamos.
Com amor,

Karla!