segunda-feira, 23 de maio de 2016

Inspirações para festas leves!


Algumas inspirações que eu usaria não somente em um casamento, mas em qualquer tipo de evento onde gastar não é o foco, mas sim manter uma relação harmônica entre sonho e dinheiro.  

Apaixonei nestas casquinhas de cereja. Penso muito em ter frutas em um evento meu e certeza que essa inspiração é possível.


Achei esses cartões fofos. Imaginei um em cada prato com frases de agradecimento. 




Esse tipo de mesa eu acho lindo. Encostada na parede, com tudo acessível. Leve e descontraído exatamente como um evento deve ser, sem nunca perder o glamour.




Independente do tipo de festa e apesar de que não sou muito fã de havaiana, essa inspiração me foi muito aceitável, principalmente porque não tem nada escrito. 


terça-feira, 17 de maio de 2016

Especialista em Assessoria Executiva

Não tem jeito... Toda vez que escrevo agora, lembro daquela pessoa bacana e feliz que disse que eu só escrevo abobrinha. Ainda me dá um semi ódio dela, mas ao mesmo tempo, mando um beijo com carinho para ela. E só não mando um palavrão porque né? Sou do bem e quero o bem de todos. 
E eu vim dividir com vocês, 05 leitoras assíduas, que recebi lindo e cheiroso o meu diplominha da pós. Olha, deu uma emoção danada sabe? Daquelas assim: chorei quando vi, chorei quando saí da faculdade, chorei na parada, chorei no ônibus e chorei escrevendo o texto em agradecimento no facebook. 




Agradecer é de fato o ato mais importante neste momento. Tem gente para caramba para agradecer, mas obviamente que uma em especial eu vou agradecer inclusive quando chegar a minha hora e eu pedir para colocarem todos os meus diplomas para eu levar para a eternidade. Sim, não riam, mas quero todos comigo por desencargo.
E assim digo mesmo que Renata, e raramente uso o nome da pessoa aqui no blog, é a pessoa que se eu pudesse teria colocado o nome dela lá no diploma. Juro!. Se tivesse um espaço e eu soubesse que esse pedaço de papel chique fosse ajudá-la em algum momento difícil, eu colocaria o nome dela lá e teria muita alegria em ajudar. 
Foram meses muito chatos. Nunca fui muito esperta nisso de sentar a bunda na cadeira e estudar de fato. Escrever um TCC então, um parto de 10 meses. Mas ela foi firme. Me deu tudo o que eu precisava para aprender que não tem jeito, sou meio lerda, mas tenho muita coragem. Porque eu quase, quase mesmo chutei o balde. E ela lá, mesmo me fazendo chorar muitas vezes, não me abandonou.
A configuração de nossa amizade mudou bastante depois deste evento. E acho que aconteceu como deveria. Como costumo dizer sempre: cada um tem uma função na vida do outro. E sei que ela foi importante para me fazer acreditar em minha capacidade e ao mesmo tempo saber onde devo pisar.
Fazer uma pós foi muita audácia da minha parte. Confesso. Não sei se pela vida, pelo divórcio, pelo trabalho em excesso tanto como Secretária quanto como Cerimonialista, fizeram 12 meses parecerem 10 anos. Mas aqui estamos. 
E logo tudo ficará bem. E espero de coração que ser Especialista em Assessoria Executiva me traga novos ares, novas experiências e caminhos. 
Cada dia mais amo minha profissão. Tem dias bons e dias ruins, mas é com certeza minha melhor escolha e a Deus entrego meus dias, minhas ações e pensamentos para construir um mundo melhor para mim e para você que me ajudou muito a jamais desistir. 

segunda-feira, 16 de maio de 2016

E o coração pulsa...

Aqui estou mais uma vez. Digo que não irei escrever, mas sinto uma necessidade urgente de colocar em linhas virtuais o que se passa pelo meu pequeno coração. 
A verdade é que as últimas semanas foram muito intensas e nervosas. Cansativas e repleta de dúvidas e medos. Ainda estamos todos meio perdidos e tentando continuar a vida da melhor forma possível, ainda que estejamos em meio à um turbilhão de mudanças radicais. 
E levo isso para minha vida pessoal, onde depois de um tempo, meu coração voltou a bater de forma diferente. De forma mais calorosa e de uma forma que há tempos eu não lembrava como era. 
Deus tem me mantido serena, sem a urgência típica de um começo de relacionamento, sem medo até. A maturidade me ensinou à duras penas, que se é para ser será. 
E assim caminha a vida: tentando manter a sanidade, a vontade de vencer, de manter os estudos em dia, a leitura, o entusiasmo e o amor. 
E desejo neste momento conturbado em nosso país que todos consigam se manter de pé. E que Deus tenha piedade de nós, nos oriente na luta e nós dê saúde para continuar acreditando.

Beijos e beijos. 


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Há muito tempo.

Faz tempo que não escrevo aqui. A última postagem foi nos 09 anos do blog. E tenho sentido falta, mas estou com vergonha.
Explico. Não tenho vergonha do meu blog, nem do que escrevo. Só que não me sai da cabeça a mensagem que recebi de uma pessoa que acabou com o meu blog. E comigo. E aí que eu decidi escrever menos do que o costume. Essa pessoa até disse que não iria ler mais ao Bolshaia, mas por precaução prefiro evitar.
Fiquei sim chateada e não pela crítica em si. Mas achei muito pesado a pessoa dizer que eu só escrevo abobrinha.
Será que ela imagina que algum desses textos que ela não gostou fez um bem a alguém? Será que ela não pensa que esse texto pode ter feito bem para mim? Ah claro que não!. É muito libertador falar mal do outro, da vida do outro, das conquistas do outro. E eu espero que essa pessoa tenha se sentido muito feliz com o que ela escreveu.
Essa pessoa na verdade, apesar de grossa, foi útil. Porque ela me fez repensar algumas coisas e decidi que de fato só escreverei no blog quando me der realmente vontade. E ultimamente não tenho tido muita vontade porque ando muito atribulada. Hoje, resolvi dar uma passada. Afinal, abril quase terminando e queria registrar aqui para a posteridade que estamos atravessando um momento político muito caótico e que de fato estou com medo do que pode acontecer.
E para quem me acompanha, continuem, hahaha. Assim, irei escrever, não desistam de mim. Mas tentarei ao máximo escrever mais com o coração. Nada de falar sobre algo que não seja o que eu realmente sinta. Pode ser que demore. Pode ser que não. Hoje, apesar de tudo, não tenho necessidade de me mostrar (quem me acompanha no facebook percebeu que esta semana eu nem foto do look postei). Afinal, é tempo de reclusão. E eu irei conseguir.

Um beijo à você que me ama. E à pessoa que acha que escrevo muita abobrinha. Me fizeste um bem. Nunca esquecerei.


quarta-feira, 13 de abril de 2016

09 anos

E hoje, 13 de abril, este humilde blog completa 09 anos. 
Em todos esses anos eu pensei em desistir várias vezes. Seja porque ninguém o lê, e aqui faço uma ressalva de que devo ter entre 02 e 03 leitoras fieis. Em outros momentos porque algumas pessoas que me conhecem até há mais tempo que a existência do blog me perguntam: sobre o quê é ele mesmo? 
Nunca quis com este blog me tornar uma blogueira famosa. Sei também que não sou escritora e que não escrevo os melhores textos do mundo.
Escrevo porque gosto. Sempre foi assim, inclusive quando eu nem escrevia, nem lia, eu contava histórias desenhando, e claro, não era boa com os desenhos também.
Mas desde que me entendo por gente, escrevo. Diários, histórias, crônicas, cartas. Na escola sempre fui eu quem escrevia os trabalhos e ainda os apresentava. Quando mamãe queria mandar alguma  carta  lá de Moscou ela sempre me pedia opinião. Cartões de aniversário, homenagens em bodas, 15 anos da Ratattoulie. Em muitos outros momentos o que eu escrevi fez a diferença. Ou seja, isso de escrever não é algo que talvez eu faça bem, mas faço porque gosto.
Com o blog não é diferente. Gosto do meu cantinho. Gosto de narrar minhas desventuras, meus dramas, minhas alegrias. Sem ele eu não teria superado de forma honrosa minha separação. Gosto de ler meus textos antigos, ver que eu venci e venço de forma bem humilde eu diria. Gosto até de rir com algumas coisas bem nada a ver que eu escrevi. Gosto de me desnudar, de me manter sã diante de tantas coisas que vejo, escuto e sinto.
Recebi e recebo duras críticas por escrever. Para alguns escrevo abobrinhas, sou bobinhas, infantil... Escuto que nada do escrevo faz sentido. E muitas pessoas me acham muito aberta, contando fatos muitas vezes íntimos demais. Sem contar que muitos se posicionam contra alguns posicionamentos meus.
E vejo que mesmo assim eu não desisto. Mesmo achando que devo melhorar, que meu blog não é atrativo e que muita gente até pode ler mas nunca mais volta, não desisto. Eu faço o que me dá alegria, que me acalma quando tudo parece que vai desabar. Não sou hipócrita, claro que quando escuto elogios eu até me acho e pasmem, também já ouvi muitos, inclusive de que determinado texto inspirou ou fez refletir.
Sempre peço desculpas quando um texto não sai como o esperado. E na maioria das vezes peço desculpas a mim. Até hoje apaguei 03 textos e apaguei porque ele não deveria mesmo ter existido. Não somente pelo texto, mas porque quando sinto que não passei o que realmente queria passar, prefiro apagar. 
Agradeço a quem nos últimos 09 anos leu algum texto meu, gostou de algo que eu escrevi e me elogiou. Agradeço também às pessoas que não gostam do meu blog, do que eu escrevo ou de mim. São por vocês que eu não desisto. E principalmente por mim.
Se eu quero mais 09 anos? Por que não?
Com saúde, a vida segue e segue firme.

Beijos e beijos!

segunda-feira, 14 de março de 2016

15 dias.

Faltam 15 dias para meu aniversário. E confesso que desde sexta estou vivendo um pedaço de um inferno astral. Não estou deixando me abater por isso, mas não foi uma segunda feira que começou animada. 
Tudo bem que sexta eu fiz minha prova escrita do DETRAN, onde precisava acertar pelo menos 28 questões de 40 e acertei 34. Saí tão emocionada que deixei de avisar a algumas pessoas. 
Mas aí resolvi comemorar e pois é, no meio do caminho aprontei uma que nada mais nada menos me fez perder uma amizade. Mais uma. 
E só por isso afirmo que não está sendo fácil, mas é preciso admitir o erro, entregar para Deus e confiar de que nada é em vão. 
No meu caso este episódio serviu para reforçar o meu já fadado assunto sobre permanecer sozinha. 
E a vida segue. Semana intensa, cheirosa, encantadora, porque já estou acostumada a perder amigos. 

Aproveito para desejar ao meu amado Comitê de Secretariado Executivo muito sucesso no evento de logo mais. Muito feliz em poder participar deste projeto, de poder exercitar meu lado realmente profissional. Agradeço por tudo e peço a Deus que eu consiga ir ao próximo. 


Um beijo =)

segunda-feira, 7 de março de 2016

Feliz dia das Mulheres - De novo!

Eu sei que hoje é um dia especial! Na Rússia é até feriado! Acho bem chique. Mas eu continuo batendo na tecla de que essas datas comerciais ou forçadas são chatas.
E digo forçada, porque de que adianta comemorar o dia das mulheres quando estamos vivendo um momento em que até isso é um problema?
E eu estou bem cansada dos julgamentos, e me incluo nessa. Estou cansada de criar a mulher perfeita, principalmente dentro do meu universo de secretárias, quando não existe isso de mulher ideal, muito menos de mulher perfeita.
Cansada do tem que ser magra, bumbum na nuca, Botox, roupas de grife, estilos em acordo com o que dizem ali no blog daquela blogueira mega fmosa, tranquilidade, super mãe, melhor na cama, rica, com apartamento, carro, filhos, se não biológicos, adotivos, gato, cachorro, inglês, francês, mestrado, doutorado, viagem a Paris....
Está na hora de cada uma de nos nos respeitarmos pelo que somos, por quem somos, independente de quem somos de fato. Pelo que construímos efetivamente. Pela nossa responsabilidade com nossos sonhos, com nossos projetos, por menores que sejam. Está na hora de parar de julgar a fulana que tem 05 filhos em tempos de ZIKA, a beltrana que usa o cabelo rosa mas que trabalha como advogada. E a que engordou? ah somos craques em julgar os pneus alheios. E a que optou por cuidar das crianças? Ou a que escolheu não ter filhos? Como assim ela não quer ter filhos? Ah e ela vive estudando. Vive viajando. Ah ela nunca namora, deve ser uma quenga... ah ela macumbeira. Evangélica e bebe? Ela é negra e usa cabelos loiros. Ah ela é branca e toda tatuada. E ela tem a língua enrolada e dá palestra? Ah ela não é concursada. Ah ela bebe, fuma, fala palavrão. Ela costura? Quem vive de arte neste país? Como assim largou a faculdade para casar? Como assim largou o casamento para viajar? Ela tem o cabelo curtinho, só pode ser sapatão. Ela usa neon, fora de moda. E All Star? Tão juvenil. Ela largou o marido para casar com outra mulher, que vadia! Nossa tão nova e já casada? Nossa tão velha e ainda solteira? E aquela velha namorando o novinho? E aquela novinha namorando um velho, só pode ser dinheiro. E por aí vai...
Se eu ficar o dia todo aqui terei mil motivos de preconceito, julgamento e críticas destrutivas para exemplificar como perdemos a noção. Em tempos de internet tudo é motivo de sabedoria indecente. De desrespeito. De bobagens sem fim. De gente escrotizando a mulher só porque ou ela tem uma vida sexual ativa ou porque ela escolheu meditar no Imalaia. Já não sabemos ao certo o que podemos ser para que haja um encaixe perfeito nos padrões sociais. 
E a mulher de hoje não é apenas mais um gênero. Ela é o que há de mais sagrado. É essa figura, tendo ela nascido mulher ou se transformando em uma ao longo dos tempos, que mantem toda uma economia e uma cultura vivos. São essas mães que sustentam uma casa, mães que criam seus filhos sozinhas; mulheres que estudam e trabalham e ainda precisam estar magras, sorridentes e alto astral, mesmo que a jornada, em muitos e muitos casos ultrapasse as 24 horas do dia. 
Eu rezo por cada mulher que convive comigo. E peço perdão pelas vezes no qual fui extremamente nojenta criticando seja lá que mulher for. Não tenho esse direito. E me prometi ser a mulher que eu quiser, respeitando ao próximo, às leis e principalmente ao que eu tenho de mais valioso: meu coração. 
Não quero me igualar aos homens. Apenas quero ser respeitada. E sei que todas nós queremos a mesma coisa. 



Feliz dia. Amanhã também. 

Beijos e beijos!

21 dias

Em 21 dias eu completo 32 anos. O mais legal? Não parecer. E mesmo não sendo absolutamente nada cuidadosa com a minha saúde, tenho muito orgulho de quase ter essa idade.
Ontem inclusive, em uma conversa com um irmão meu, ele comentou que com 40, eu deverei ter cara de 32? hahah Achei muito interessante a colocação dele e espero que sim. O objetivo anual, embora nunca cumprido, por enquanto, é o de cuidar da saúde, mas assim, não vou enlouquecer não. Aos poucos. Sem medo. 
A sexta passada foi um tanto quanto doída. A mãe da minha amiga linda que eu carinhosamente chamo aqui no blog de Biriteira, morreu. E a morte não é algo com o qual nos acostumamos, ainda mais conhecendo a pessoa e ainda mais tendo pais na mesma idade dela. E o que nos resta é uma oração diária pela alma dela, pelo conforto dos que ficam e pela recuperação do sossego. Fui ao velório e me comportei.
Me comportei porque eu não vou em nada do tipo. Sempre fico mal, me dá dor de barriga, eu fico ansiosa. Mas estive lá por vários motivos, entre eles, a amizade paternal que nutro pela família. Sou dessas. E mesmo tendo sido rápido, foi de coração e a Tia viu que nos fomos. Isso é o que importa.
No sábado à noite trabalhei em mais um casamento. E que casamento gente! Cerimônia leve, sem muito frufru, Padre fofo, fez noivos e convidados rirem, mesmo com dor de cabeça. E a festa foi um caso à parte. Animada do começo ao fim, com altas coisas diferentes, mas que não ficou papagaiado, como dizem alguns. Adorei a ideia de uma tequilera no corte da gravata e uns dançarinos fantasiados interagindo com os convidados na pista de dança. E o noivos? Casal maravilhoso. Ao final da festa recebemos tantos elogios que me emocionei. É gostoso demais ver sonhos se realizando de forma tão plena. Profissionalismo é a base da Eficace Cerimonial. Que orgulho de poder fazer parte disso. Gratidão define!
E entre o trabalho e outro passei quase que o fim de semana todo com meus pais, conversando, tomando uma cervejinha, comendo (cara comi muito neste fim de semana, Jesus!!) e até cochilando um pouco, tendo em vista que cheguei às 05:00 em casa no domingo. 
E a semana começa bem chuvosa, bem estranha profissionalmente falando. Segunda que vem tem um evento do Comitê e estou muito triste porque não poderei participar. Mas estou aqui focada tentando ajudar no que me é possível. Não é fácil conciliar tantas atividades, mas confesso que não me vejo sendo outra pessoa.

E vamo que vamo que o país está passando por um momento delicado, mas não podemos nem desistir, nem parar. E que Deus nos abençoe!



sexta-feira, 4 de março de 2016

Meu Mini Wedding

E eu posso até não me casar novamente, mas tenho meu lado romântico e sempre irei sonhar com um casamento leve, discreto, para poucos e sim, com tudo que tenho direito: ser feliz!



Eu Karla não sou fã de mesa de bolo, de mesa de doces e afins. E olhei essa foto e me apaixonei. No meu caso, o bolo seria de chocolate. Fato! 

casamento_fernanda_fabio_aline_lelles_DECOR-9


Mas não sou tão malvada. No caso de ter uma mesa de doces, gostei desta. Adoro esse amarelo e toda a delicadeza que ele transmite.



Todo mundo que me conhece sabe que eu não sou nada fã de flores. Mas elas são lindas. Não é isso. O lance não é a flor em si. O lance todo é que o gasto com elas me deixa bem triste e justamente porque vejo o tanto da decoração que vai para o lixo. Mas é fato que elas alegram e é por isso que sou à favor de que elas sejam moderadamente utilizadas de forma que, e sou bem taxativa nisso, elas virem lembrança. Olha que bacana! 


bright country dahlia and mini sunflower vintage vase centerpieces

O mesmo eu digo com relação à cerimônia. Acho que se eu fosse me casar na Igreja, eu focaria no altar e tentaria aproveitar ao máximo a Igreja em si, deixando o espaço dizer por si só sua beleza. em caso de casamento ao ar livre, aí sim que eu aproveitaria para utilizar um decoração leve, harmoniosa e mais ou menos florida. 



Gosto dessas plaquinhas. Acho que podem ser uma maneira bacana de decorar sem gastar muito. E ainda servem para decorar a casa do casal após a festa.




Ultimamente tenho achado muito interessante o presente dos padrinhos. Embora ache que uma garrafa, taças e afins não seriam minhas opções de presente. Eu optaria por algo bem usável e certeza que esse tipo de embrulho me atrai muito.


Bem, no ritmo que estou devo me casar em 2050. Mas tem problema não, gosto de sonhar. Custa bem barato né? E dá uma animada na alma!

Bom fim de semana!