Estou com uma azia desde ontem. Não sei se foi um monte de pão de queijo que comi com um monte de coca-cola e hoje pela manhã dois pães com café e o queijo da amiga Lu ,que obviamente, nunca como um pedaçinho.
O fato é que na verdade eu sinto que a causa de tanta azia são as vinhetas de Carnaval que a Globo insite em fazer anos antes do carnaval do próximo ano. É março e eles azucrinam a nossa mente com enredos, fantasias e toda esa palhaçada comum à esse típico evento brasileiro. Agora falta menos um mês e cá estamos nós tendo que aturar aquele monte de música sem nexo, com um monte de baranga para lá e para cá rebolando e tentando dançar, sim, porque não entendo como elas conseguem dançar direito com um salto de 60cm. E ainda aturar a volta das antigas rainhas de baterias. Porque pelo que entendi, as novas não conseguem aguentar o peso da responsabilidade (hum que lindo!).
O que me deixa feliz é que carnaval é uma vez ao ano, e que se eu não morri de ódio até agora, é porque um dia morrerei. Carnaval, pelo menos para mim e para um grande maioria, que eu conheço, um evento aborrecedor e que nos deixa de extremo mau-humor. Ah! tem o fato bom de ficar em casa alguns dias.
Espero não morrer neste momwnto, após essa declaração. Afinal, não é porque sou brasileira e amo o meu país que sou obrigada a achar tudo fofo.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Estava observando o quanto um montão de coisas aconteceram desde que eu saí de casa.
Muitos não sabem e nem gostaria que soubessem.
Mas aqui é o lugar a onde divido certas coisas.
Mas sem entrar no mérito da questão, em profundos detalhes, tudo que eu sei é que eu acho que estou mais louca que antes, mas com uma diferença básica: sou uma louca feliz.
Olho o meu novo quarto e vejo tudo como deveria ser. Ou que talvez nem deva acontecer, mas que está acontecendo. Lá estou em uma nova casa, com novos móveis e cortinas e lençois e edredom lilás com mandala na janela. Incensos, música de mantra.
Acordo várias vezes durante a noite, olho para o espelho pendurado no teto, com predinhas lilás dividindo, uma fita com bolinhas pretas.
Tudo aprecia que não daria certo. E ainda me parece que não dará.
Vejo as pessoas que ficaram para trás. Eu precisei romper barreiras, deixar a saia da mãe e o colo da irmã. Precise mudar de vida, embora a mudança exata aconteça a cada dia.
Tudo diferente do lar maternal, embora a minha amiga faça bem o papel de mãe. A mãe ideal que não briga e que não poe de castigo nunca.
Mas a minha mãe, ah essa sim é minha e eu sei que nada do que houve foi exatamente errado.
Assim sendo, continuo ,empolgada, animada, e maluca de tudo. Porque o lance de colocar os pés pelas mãos é bem típico de uma ariana charmosa, com cabelos negros, Amelie Poulan e meu sotaque indefinido de uma ex-Rússia instalada como um chip em minhas entranhas.
O doce sabor de um martini e de aconchêgos ao vento de Brasília.
O abraço jogado no lixo, pois eu escolhi a solidão e a felicidade, retratadas em linhas rosas desse blog que eu amo e que me dão amigos sinceros. Amigos que estão comigo, poucos, mas os que me amam julgo eu.
Obrigada pela nova pegada deixada para trás e pelos novos caminhos distribuidos em episódios que só ao assiti-los entenderei o que me resta de escolha nessa vida.
Muitos não sabem e nem gostaria que soubessem.
Mas aqui é o lugar a onde divido certas coisas.
Mas sem entrar no mérito da questão, em profundos detalhes, tudo que eu sei é que eu acho que estou mais louca que antes, mas com uma diferença básica: sou uma louca feliz.
Olho o meu novo quarto e vejo tudo como deveria ser. Ou que talvez nem deva acontecer, mas que está acontecendo. Lá estou em uma nova casa, com novos móveis e cortinas e lençois e edredom lilás com mandala na janela. Incensos, música de mantra.
Acordo várias vezes durante a noite, olho para o espelho pendurado no teto, com predinhas lilás dividindo, uma fita com bolinhas pretas.
Tudo aprecia que não daria certo. E ainda me parece que não dará.
Vejo as pessoas que ficaram para trás. Eu precisei romper barreiras, deixar a saia da mãe e o colo da irmã. Precise mudar de vida, embora a mudança exata aconteça a cada dia.
Tudo diferente do lar maternal, embora a minha amiga faça bem o papel de mãe. A mãe ideal que não briga e que não poe de castigo nunca.
Mas a minha mãe, ah essa sim é minha e eu sei que nada do que houve foi exatamente errado.
Assim sendo, continuo ,empolgada, animada, e maluca de tudo. Porque o lance de colocar os pés pelas mãos é bem típico de uma ariana charmosa, com cabelos negros, Amelie Poulan e meu sotaque indefinido de uma ex-Rússia instalada como um chip em minhas entranhas.
O doce sabor de um martini e de aconchêgos ao vento de Brasília.
O abraço jogado no lixo, pois eu escolhi a solidão e a felicidade, retratadas em linhas rosas desse blog que eu amo e que me dão amigos sinceros. Amigos que estão comigo, poucos, mas os que me amam julgo eu.
Obrigada pela nova pegada deixada para trás e pelos novos caminhos distribuidos em episódios que só ao assiti-los entenderei o que me resta de escolha nessa vida.
Jamais poderei esquecer o que ouvi ontem e vi pela televisão e senti.
Maysa interpretando uma de minhas músicas mais favoritas de todas, em meu segundo idioma favorito de todos: Ne Me Quitte Pas de Jacques Brel.
Ontem eu pude me sentir em solo francês, sentada no Olimpya, copos de whyski, cigarros, o cheiro de boemia, amor.
Assim me imaginei, vendo Maysa levar nosso brilho brasileiro ao povo da França. E me senti orgulhosa, de toda capacidade cultural que ela tinha. Aprendi a admirá-la, a acreditar na força que uma mulher possui, muitas vezes sem saber.
Não me importo se a vida dela era regada à bebedeiras e moderadores de apetite. Nem se ela trocou o lar e a família pela vida de boemia. Ela fez o que queria,o que acreditava ser melhor e se tivesse sido assim tão ruim, o próprio filho não teria homenageado a mãe com uma das minisséries mais lindas que eu já vi em minha vida.
E fiquei feliz pela oportunidade de ouvir essa música e de dormir com uma calma que há tempos eu não via. Dormi horas seguidas, a noite inteira, sem medo, sem angústias, sem lágrimas.
A letra triste. A melodia calmante.
Viva Maysa e sua alma perturbada e suas loucuras impensadas, mas com méritos, com amor. Ela era a deusa de seu tempo e uma beleza singular, seus olhos verdes, seu cigarrinho na mão. Quem poderia resistir tamanha sensualidade.
Maysa! Sempre.
Maysa interpretando uma de minhas músicas mais favoritas de todas, em meu segundo idioma favorito de todos: Ne Me Quitte Pas de Jacques Brel.
Ontem eu pude me sentir em solo francês, sentada no Olimpya, copos de whyski, cigarros, o cheiro de boemia, amor.
Assim me imaginei, vendo Maysa levar nosso brilho brasileiro ao povo da França. E me senti orgulhosa, de toda capacidade cultural que ela tinha. Aprendi a admirá-la, a acreditar na força que uma mulher possui, muitas vezes sem saber.
Não me importo se a vida dela era regada à bebedeiras e moderadores de apetite. Nem se ela trocou o lar e a família pela vida de boemia. Ela fez o que queria,o que acreditava ser melhor e se tivesse sido assim tão ruim, o próprio filho não teria homenageado a mãe com uma das minisséries mais lindas que eu já vi em minha vida.
E fiquei feliz pela oportunidade de ouvir essa música e de dormir com uma calma que há tempos eu não via. Dormi horas seguidas, a noite inteira, sem medo, sem angústias, sem lágrimas.
A letra triste. A melodia calmante.
Viva Maysa e sua alma perturbada e suas loucuras impensadas, mas com méritos, com amor. Ela era a deusa de seu tempo e uma beleza singular, seus olhos verdes, seu cigarrinho na mão. Quem poderia resistir tamanha sensualidade.
Maysa! Sempre.
Para aquecer corações!
Ne Me Quitte Pas
Maysa
Composição: Jacques Brel
Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Leurs coeurs s'embraser
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Moi je t'offrirai
Des perles et des pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'après ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l'amour sera roi
Où l'amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants-là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te racontrai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai là
A te regarder
Danser et sourire
Et à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Maysa
Composição: Jacques Brel
Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Leurs coeurs s'embraser
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Moi je t'offrirai
Des perles et des pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'après ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l'amour sera roi
Où l'amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants-là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te racontrai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai là
A te regarder
Danser et sourire
Et à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A dor de cabeça da noite passada, me acordou.
Não pude dormir. Rolava de um lado ao outro. Pensamentos?. Nada, medo!. Medo absoluto de decidir. De escolher a hora errada e ir no lugar errado.
Ao levantar, a escolha da roupa. Como me sinto: sexy, selvagem. Ops, pés no chão, sou secretária pombas.
Escolho o vestido preto com flores amarelas. A bolsa amarela, o sapato, bege. Contrastes, cores fortes, alegria. Sol.
Tomo meu café da manhã. Quero ficar forte. Saudades da mamãe. Dos tempos em que ela preparava meu café, cuidava para que nada de errado acontecesse comigo.
Sigo o dia. Condução lotada, música, gente, caminhada. Preguiça. Passaporte. Documentos do ano passado que precisam de um destino. Eu peciso de um destino. Preciso ser guardada, ou peciso me guardar dentro de mim.
Atendo ao telefone. Pessoas que vão passear, pessoas que vão gastar, pessoas que vão em lua-de-mel.
Almoço. Comida de mãe que não é a minha mãe, mas que prepara tudo com muito carinho. Novamente peguiça, soneca, pizza como sobremesa.
E agora aqui. Escrevo meu texto. Coração partido por decisões estranhas. Amigos estranhos. Pedidos estranhos. Eu me sinto totalmente absorvida em dias sem fim, sem mundo, sem luz.
A bolsa amarela! Ilumina a minha tarde!
Não pude dormir. Rolava de um lado ao outro. Pensamentos?. Nada, medo!. Medo absoluto de decidir. De escolher a hora errada e ir no lugar errado.
Ao levantar, a escolha da roupa. Como me sinto: sexy, selvagem. Ops, pés no chão, sou secretária pombas.
Escolho o vestido preto com flores amarelas. A bolsa amarela, o sapato, bege. Contrastes, cores fortes, alegria. Sol.
Tomo meu café da manhã. Quero ficar forte. Saudades da mamãe. Dos tempos em que ela preparava meu café, cuidava para que nada de errado acontecesse comigo.
Sigo o dia. Condução lotada, música, gente, caminhada. Preguiça. Passaporte. Documentos do ano passado que precisam de um destino. Eu peciso de um destino. Preciso ser guardada, ou peciso me guardar dentro de mim.
Atendo ao telefone. Pessoas que vão passear, pessoas que vão gastar, pessoas que vão em lua-de-mel.
Almoço. Comida de mãe que não é a minha mãe, mas que prepara tudo com muito carinho. Novamente peguiça, soneca, pizza como sobremesa.
E agora aqui. Escrevo meu texto. Coração partido por decisões estranhas. Amigos estranhos. Pedidos estranhos. Eu me sinto totalmente absorvida em dias sem fim, sem mundo, sem luz.
A bolsa amarela! Ilumina a minha tarde!
Ontem tava assitindo à minissérie Maysa e estava pensando no quanto as pessoas gostam de ver tragédias alheias e sofrimento alheios. Ela falou nisso ontem em um momento em que ela sofre um acidente e faz um show super aclamado. E olha que a década em que ela viveu a mídia nem era assim tão feroz como é hoje.
Lembro da morte da menina Nardoni. O tanto que a imprensa massacrou a nossa mente com detalhes muitas vezes desnecessários.
Quero muito ser jornalista, um sonho de infância. Mas sei que não é para ficar martirizando pessoas, nem para perseguir. Quero fazer um mídia saudável, que é justamente o que na teoria precisamos, ainda que o tema seja uma tragédia.
Mas não sei o porquê, mas brasileiro gosta disso. Talvez porque seja um tema prático, mas ver a morte e lágrimas sempre nos sensibilizam de tal forma que chega a torrar a paciência.
E agora que comçeou o tal BBBB 1000, sim porque sinto que o tempo passa e nada muda no programa. Eles tentar revolucionar, sem perceber que para pessoas pensantes o programa não passa de um monte de pessoas chatas e chatas e chatas querendo aparecer e mudar de vida. Talvez se eu fosse eu nem ficaria muito tempo, porque por maior que fosse a grana eu acabaria enchendo a cabeça da galera e seria até expulsa.
Não sei, mas hoje acordei com uma vontade de mudar de vida.
Um lindo dia!
Lembro da morte da menina Nardoni. O tanto que a imprensa massacrou a nossa mente com detalhes muitas vezes desnecessários.
Quero muito ser jornalista, um sonho de infância. Mas sei que não é para ficar martirizando pessoas, nem para perseguir. Quero fazer um mídia saudável, que é justamente o que na teoria precisamos, ainda que o tema seja uma tragédia.
Mas não sei o porquê, mas brasileiro gosta disso. Talvez porque seja um tema prático, mas ver a morte e lágrimas sempre nos sensibilizam de tal forma que chega a torrar a paciência.
E agora que comçeou o tal BBBB 1000, sim porque sinto que o tempo passa e nada muda no programa. Eles tentar revolucionar, sem perceber que para pessoas pensantes o programa não passa de um monte de pessoas chatas e chatas e chatas querendo aparecer e mudar de vida. Talvez se eu fosse eu nem ficaria muito tempo, porque por maior que fosse a grana eu acabaria enchendo a cabeça da galera e seria até expulsa.
Não sei, mas hoje acordei com uma vontade de mudar de vida.
Um lindo dia!
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Terei que escrever agora somente sobre coisas alegres, porque algumas pessoas chegaram a conclusão que eu ando muito mau humorada, mau amada e que eu preciso desesperadamente de um homem, que possa simplesmente cubrir todas as falhas que existem em minha vida.
Bom, a julgar pelas coisas que aconteceram nas últimas 24 horas, eu até poderia realmene colocar meu nome em um anúncio de jornal, oferecendo uma recompensa de um salário mínimo para quem quiser me acompanhar nessa trajetória vitoriosa de vida.
Até imagino quantas pessoas ligariam e me ofereceriam uma vida digna, feliz, com filhos e cama box (a cama da moda).
Pelo sim e pelo não, vou assisir à filmes de comédia e rir. Antes que eu fique sozinha de vez!
Bom, a julgar pelas coisas que aconteceram nas últimas 24 horas, eu até poderia realmene colocar meu nome em um anúncio de jornal, oferecendo uma recompensa de um salário mínimo para quem quiser me acompanhar nessa trajetória vitoriosa de vida.
Até imagino quantas pessoas ligariam e me ofereceriam uma vida digna, feliz, com filhos e cama box (a cama da moda).
Pelo sim e pelo não, vou assisir à filmes de comédia e rir. Antes que eu fique sozinha de vez!
Se tem uma mania que me irrita na outra pessoa é a de dizer que vai fazer algo e não fazer. O lance de não cumprir. O de fazer e acotecer e no final nada acontece de fato.
Tipo:"Ah te ligo em 10 minutos", e passam-se 10 horas e nada. Ou então:"estarei lá". E no final da festa você viu todo mundo menos a pessoa esperada. Fora as pessoas que não cumprem prazos e horários. Estabelecem metas e não as cumprem de maneira alguma.
Eu acostumei conviver com pessoas que me dizem algo e ao final essa pessoa não cumpre, ou nem liga se não apareceu, se não lembrou do combinado. Acostumei, mas me irrto, porque eu me policio muito para não cometer isso. Claro que até faço algumas vezes e me sinto péssima por isso. Porque fico com a sensação de desrespeito à pessoa que de certo modo está lá esperando. Se for caso de doença, eu entenderei. Preguiça, o nível de entendimento cai. Agora se o motivo for puro e simplesmente por descaso, realmente não dá para achar bonitinho e passar a mão na cabeça.
Nem sei exatamente porque estou comentando. Ah sim, lembrei. Uma amiga tem um namorado assim. O cara fala que vai ligar e desaparece dias. Se fosse só com ela, entederíamos, mas ele é assim até no trabalho. Ela, bem, nem se estressa mais. Deixa para lá. Quando ele lembrar liga, aparece, dá notícia.
Será que alguém consegue viver bem assim desorganizado e sem compromisso com a sua vida e com a dos outros?.
Tipo:"Ah te ligo em 10 minutos", e passam-se 10 horas e nada. Ou então:"estarei lá". E no final da festa você viu todo mundo menos a pessoa esperada. Fora as pessoas que não cumprem prazos e horários. Estabelecem metas e não as cumprem de maneira alguma.
Eu acostumei conviver com pessoas que me dizem algo e ao final essa pessoa não cumpre, ou nem liga se não apareceu, se não lembrou do combinado. Acostumei, mas me irrto, porque eu me policio muito para não cometer isso. Claro que até faço algumas vezes e me sinto péssima por isso. Porque fico com a sensação de desrespeito à pessoa que de certo modo está lá esperando. Se for caso de doença, eu entenderei. Preguiça, o nível de entendimento cai. Agora se o motivo for puro e simplesmente por descaso, realmente não dá para achar bonitinho e passar a mão na cabeça.
Nem sei exatamente porque estou comentando. Ah sim, lembrei. Uma amiga tem um namorado assim. O cara fala que vai ligar e desaparece dias. Se fosse só com ela, entederíamos, mas ele é assim até no trabalho. Ela, bem, nem se estressa mais. Deixa para lá. Quando ele lembrar liga, aparece, dá notícia.
Será que alguém consegue viver bem assim desorganizado e sem compromisso com a sua vida e com a dos outros?.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Vou esclarecer uma coisa:
1) Não é porque escrevo textos tristes que sou uma pessoa triste.
2) Digo certas coisas a meu respeito e digo com plena certeza.
3) Só porque escrevo sobre o amor não correspondido, ou se digo que quero um amor, não significa que esteja desesperada, quase me matando, cortando os pulsos para ter um namoradinho colado em minha vida.
Estou bem assim como escolhi. Me sinto feliz, me realizando aos poucos e nada do que eu falo é de fato para chamar a atenção ou para pedir piedade de ninguém.
Sou assim, livre, desempedida, recional, prática e mulher. Sou feliz com os poucos amigos que tenho e com os beijos de um sábado à noite. E me sinto ainda mais feliz com as minha caminhadas matinais sobre a minha própria mente.
Escrevo porque amo, não porque tenha um amor, ou sinta falta de um. Sinto falta do carinho, do respeito, de beijos de sobrinhos, de abraço de pai, colo de mãe. Sinto falta do pão de queijo, do arroz doce e da pamonha quentinha, ah e cafezinhos no shopping no fim da tarde. Troco um grande e verdadeiro amor por varias rosquinhas "media luna". E não me arrependo da escolha solitária que fiz. Assim me sinto bem. Cazzo!
1) Não é porque escrevo textos tristes que sou uma pessoa triste.
2) Digo certas coisas a meu respeito e digo com plena certeza.
3) Só porque escrevo sobre o amor não correspondido, ou se digo que quero um amor, não significa que esteja desesperada, quase me matando, cortando os pulsos para ter um namoradinho colado em minha vida.
Estou bem assim como escolhi. Me sinto feliz, me realizando aos poucos e nada do que eu falo é de fato para chamar a atenção ou para pedir piedade de ninguém.
Sou assim, livre, desempedida, recional, prática e mulher. Sou feliz com os poucos amigos que tenho e com os beijos de um sábado à noite. E me sinto ainda mais feliz com as minha caminhadas matinais sobre a minha própria mente.
Escrevo porque amo, não porque tenha um amor, ou sinta falta de um. Sinto falta do carinho, do respeito, de beijos de sobrinhos, de abraço de pai, colo de mãe. Sinto falta do pão de queijo, do arroz doce e da pamonha quentinha, ah e cafezinhos no shopping no fim da tarde. Troco um grande e verdadeiro amor por varias rosquinhas "media luna". E não me arrependo da escolha solitária que fiz. Assim me sinto bem. Cazzo!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
A cama continua vazia.
Sonho com cavalos brancos, solitários, choro sem fim.
Acordo desesperada, tudo escuro, vazio.
Ao meu lado uma boneca peruana. No teto cristais. A luz que entra discreta sobre uma fresta da cortina, me diz que há uma vida inteira lá fora me esperando ao amanhecer.
Sexta-feira. O ritmo da música que toca em meu mp3, apenas acalma por exatos 5 minutos. A solidão do dia anterior bate novamente.
Amores do passado que permanecem vivos, amores do futuro que estão no casúlo. E o presente, com suas artimanhas, com seus palhaços, que brincam com a minha inocência perdida em bailes de carnaval.
Sento-me em um bar. Escuto à bossa nova. Em meus dedos o papel e a declaração de amor. O telefone toca, é hora de andar pelas ruas escuras, procurar um corpo que possa satisfazer. A alma.
Nada encontro em beijos noturnos, nem em caricías matinais. Ah se eu pudesse encontrar um balão e nele voar para os mais distantes mundos!. Aqueles que eu fantasiava enquanto menina, na terra do tango.
Espero. Sentindo pontadas em meu peito. Nada existe lá dentro e meu único desejo é que eu não continue sendo a boneca de pano com vestido rosa que ganhei de presente na festinha da igreja. Preciso ser uma boneca real. Agora!
Sonho com cavalos brancos, solitários, choro sem fim.
Acordo desesperada, tudo escuro, vazio.
Ao meu lado uma boneca peruana. No teto cristais. A luz que entra discreta sobre uma fresta da cortina, me diz que há uma vida inteira lá fora me esperando ao amanhecer.
Sexta-feira. O ritmo da música que toca em meu mp3, apenas acalma por exatos 5 minutos. A solidão do dia anterior bate novamente.
Amores do passado que permanecem vivos, amores do futuro que estão no casúlo. E o presente, com suas artimanhas, com seus palhaços, que brincam com a minha inocência perdida em bailes de carnaval.
Sento-me em um bar. Escuto à bossa nova. Em meus dedos o papel e a declaração de amor. O telefone toca, é hora de andar pelas ruas escuras, procurar um corpo que possa satisfazer. A alma.
Nada encontro em beijos noturnos, nem em caricías matinais. Ah se eu pudesse encontrar um balão e nele voar para os mais distantes mundos!. Aqueles que eu fantasiava enquanto menina, na terra do tango.
Espero. Sentindo pontadas em meu peito. Nada existe lá dentro e meu único desejo é que eu não continue sendo a boneca de pano com vestido rosa que ganhei de presente na festinha da igreja. Preciso ser uma boneca real. Agora!
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Coisa que me cansa é ligar. O telefone é algo com o qual não me adapto. O toque, o barulho, ou então quando alguém não me atende! Ah isso me irrita.
E fico pensando quantas coisa nos tiram do sério. Quantas coisas eu vejo, escuto, que me deixam muito tonta.
Por sorte eu ainda não dirijo, porque me imagino no trânsito da capital, com as pessoas mais educadas e gentis da face da terra, no caos, no engarrafamento.
Barulho de música do vizinho às 03 da manhã. Criança chorando por um pedaço de bala. Casal brigando no meio da rua. Camelô. E telefone.
Mas eu não sou chata, não fico assim irritadíssima, apenas seriam as primeiras coisas que eu tiraria de minha vida, se fosse possível.
Coisas da sociedade moderna, que nos força a uma vida de globalização. Tudo parace normal. Vivemos, ou apenas passamos?
Acho que preciso fazer yoga, acupuntura, jiu-jitsu...........
Uma linda tarde!
Besos
E fico pensando quantas coisa nos tiram do sério. Quantas coisas eu vejo, escuto, que me deixam muito tonta.
Por sorte eu ainda não dirijo, porque me imagino no trânsito da capital, com as pessoas mais educadas e gentis da face da terra, no caos, no engarrafamento.
Barulho de música do vizinho às 03 da manhã. Criança chorando por um pedaço de bala. Casal brigando no meio da rua. Camelô. E telefone.
Mas eu não sou chata, não fico assim irritadíssima, apenas seriam as primeiras coisas que eu tiraria de minha vida, se fosse possível.
Coisas da sociedade moderna, que nos força a uma vida de globalização. Tudo parace normal. Vivemos, ou apenas passamos?
Acho que preciso fazer yoga, acupuntura, jiu-jitsu...........
Uma linda tarde!
Besos
A tentativa de comprar uma televisão ontem foi totalmente frustrada. Fui lá toda feliz, na epserança de que finalmente teria um item para me ajudar a dormir, e nada.
E aí filosofei sentada na mesa do café no shopping.
Quantas coisas planejamos e no final não dá em nada?. Quantas tentativas e sonhos que são cortados ainda no pesamento, ainda no papel?.
Linhas da história que apagam, somem, viram pó imaginário.
Várias vezes eu fiquei nervosa pensando que algo poderia acontecer e nada.
Porque a vida é assim mesmo e só com a maturidade é que podemos entender que tudo acontece em seu devido tempo.
Claro que me descabelo semore, porque eu sou assim mesmo: agitada, quero tudo para ontem, da maneira que for. Eu sou acelerada, à frente de meu tempo, vou lá e faço. Mas a vida me poda! A vida estabelece regras e meus objetivos acabam desacelerando, acabo tendo que colocar a cabeça para esfriar,se não eu viro uma doidinha.
Eu acabo aprendendo. Acabo evoluindo. Eu acho!
E aí filosofei sentada na mesa do café no shopping.
Quantas coisas planejamos e no final não dá em nada?. Quantas tentativas e sonhos que são cortados ainda no pesamento, ainda no papel?.
Linhas da história que apagam, somem, viram pó imaginário.
Várias vezes eu fiquei nervosa pensando que algo poderia acontecer e nada.
Porque a vida é assim mesmo e só com a maturidade é que podemos entender que tudo acontece em seu devido tempo.
Claro que me descabelo semore, porque eu sou assim mesmo: agitada, quero tudo para ontem, da maneira que for. Eu sou acelerada, à frente de meu tempo, vou lá e faço. Mas a vida me poda! A vida estabelece regras e meus objetivos acabam desacelerando, acabo tendo que colocar a cabeça para esfriar,se não eu viro uma doidinha.
Eu acabo aprendendo. Acabo evoluindo. Eu acho!
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