segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Minha amiga está precisando de emprego e bem se alguém puder ajudar com alguma dica, ela estuda direito, está no terceiro semestre e tem 19 anos.

Aqui no trabalho acabou a luz por 30 minutos. Se fosse um serviço descente teriam nos mandado para casa. Mas em nosso caso esperamos firmes e felizes, com uma puta vontade de trabalhar.

Daqui a pouco vai rolar um mini-confraternização com meus lindos alunos e ah fico triste por um motivos simples: ficar longe deles doi. Acostumei cara, e é algo sem noção. Para não perder o ritmo, ajudarei a filha de uma colega nas férias com aulas de inglês, ela está pendurada em 4 matérias. Esse lance de dar aula vicia, já me alertavam meus amigos.

O mesmo não aconteceu com a profissão de vendedora. Me disseram que em vendas, ou você ama ou você odeia. Depois de 4 anos longe da loja, eu não sinto falta alguma. Horas sem comer. De 10 da manhã as 22h00. Almoçando em pé, demorando a ir ao banheiro, gerente apurrinhando, metas e metas. Em época de natal saía as 23 e 30 e chegava em casa ,meia-noite. Morta. Para tirar férias, foi um parto. Eles sabiam que eu voltaria lerda e não mais uma super vendedora. Comecei a faculdade, o que me fez desanimar ainda mais.
Não me arrependo da troca do emprego fixo pelo estágio. Se eu não tivesse recebido essa oportunidade, provavelmente estaria lá vendendo, sofrendo e sendo humilhada para dar grana ao dono do estabelecimento. Foi sim uma enorme fonte de conhecimento e crescimento. Mas hoje apesar de tudo que passei para me formar, foi a melhor coisa de minha vida.
E posso mais. Pouco a pouco.

Firme em 2009!

Nem vou bater a minha meta de 1000 textos em 2008. Que pena!
Mas eu acho que melhorei em relação à 2007, escrevi mais poéticamente, crônicas mais bem elaboradas. Escrevi muita bobagem também, faz parte. Critiquei várias pessoas, escrevi sobre o fim de vários namoros, elogiei também, escrevi sobre perdas e sobre as maravilhosas aulas de espanhol.
Posso melhorar. Disso eu tenho certeza. Assim como em tudo. Mas me sinto menos estressada com as críticas e com as piadinhas em relação ao blog. Hoje eu apago menos textos. Deixo mais as coisas como estão. Porque eu sei que as pessoas que lêem meu blog são pessoas que acreditam em mim. Tem aquelas que dizem que eu escrevo muito errado, mas tenho tentado evoluir meu português.
Então ano que vem espero melhorar, amo escrever. E escrevo por mim, como forma de desabafo, descanso. Quero dividir minha vida!. Quero aprender com o próximo. O blog me fez perceber que eu preciso urgente de um computador para escrever meu livro, ou meus livros.
Obrigada Lu (mora em Barcelona), por ler meu blog como forma de manter atualizada as informações sobre a terrinha.
Obrigada Erika e Naty por deixarem recadinhos lindos.
Obrigada Sabrininha por afirmar que preciso melhorar 1001% meu português.

E obrigada a cada leitor que porventura entrou. Pode até não ter gostado do que leu. Não tem problema. A Bolshaia continua firme. E o blog também!
Beijo grande!
Eita o Natal está chegando e eu já torrei todas as minhas granas comprando coisas básicas, como uma blusa que eu fiz questão de queimar, sapato que aperta o pé e comida. Comprei alguns presentinhos e fiquei lisa. Mas é natal né?. Fazer o quê?. A gente quer aparecer, mostrar que o ano foi produtivo, que o 13º foi muito importante e que 2009 pode entrar falido, mas com pose.
Cansei já desse ano. Mas não me sinto tão animada para o próximo. Estou feliz por um bocado de acontecimentos, mas me sinto tão cansada, que nem ligo para a virada do ano e suas consequências. Em todo caso, passarei o reveillon de branco, colocarei um aplique de estrela na blusa queimada, usarei meu sapato novo que aperta meu calcanhar, mas entrarei com segurança em mim.
As árvores de natal brilham, guirlandas, bolinhas coloridas.

O ano termina com fato muito interessantes. Mas ando de saco cheio com esse show da Madonna. Brasileiro tem mania de idolatrar. E aí para todos os lugares que você olha, tudo que você lê ou assite na TV é relacionado ao ídolo do momento, que nesse caso é a poderosa e saradona cinquentona Madonna. Ok, eu gosto dela, mas poxa não corrompam nosso cérebro com fãs que ficam semanas na porta do estádio, que tatuam a pele, que sei lá, imitam um ser tão absolutamente normal. Por sorte, ela não vive aqui. ELa irá embora logo depois aos shows.

E a morte do ex-marido da Suzana Vieira, é outro assunto que já deu. O cara morreu de overdose de cocaína. Ela continuará na vida mansa, a namoradinha dele já colou em um outro bombadinho genérico. E aí a televisão fica endeusando um ex-PM, que obviamente aproveitou tudo o que pode da carência e tapadice da velhota para alcançar uma certa fama. Pena ele não ter usado a cabeça de verdade e ter aproveitado essa chance para se fazer na vida. Teria juntado altas granas, para fazer nada, só posando de marido. Olha que vida bacana. Preferiu se acomodar em um apart-hotel com uma garotinha e usar tanta cocaína que putz, morreu. E agora o melhor de tudo é descobrir qual PM forneceu a cocaína para ele. Enfim, agora é esperar para ver quem será a nova paixonite de Suzaninha. Como diz uma colega blogueira: ô saco viu?.
Povo sem futuro!
Alguém viu na TV o sapato que quase acertou o pobre Bush. Que pena ele nessas hora ser esperto. Se tivesse acertado, pa! delícia ver a cena.
Ah e o Ronaldo no Corínthias. Pelo amor de Deus!. Eu esperava mais. Ah mas se tratando de futebol.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Um frio bate em minha pele.
Escuto sua voz.
Meu quarto escuro reflete uma alma sedenta.
Reflexões que assolam.
Me desespero.
Quero.
A vida.
O beijo.
Sento no beco escuro de pensamento descordenados.
O suor do pesadelo da noite passada ainda molha meu corpo internamente. Pois ainda tenho medo, de que o pesadelo do desamor apareça novamente.
Perco-me em meus próprio labirintos. Inconstante, perfeccionista, mas não perfeita.
Distribuidora de sorrisos, sem motivos afins.
Contadora de histórias. Sandálias na mão, champagne na taça, música anos 80 ao fundo, beijo sem sentido.
Semana que gira, gira, enlouquece. Que dia será hoje meu Deus?!!
Estarás preparando o terreno da minha felicidade e de meu triunfo celestial?
Estarão todos rindo de minha insanidade e lealdade disfarçada, por uma vida que me critica e me faz uma mistura inconciente.
Inconsequências não me assustam, mas tenho medo do não beijo por completo, do amor por compaixão. Do desespero da falta de um café no fim da tarde.
E o seu corpo?, finalmente estará presente quando a chuva resolver cair de verdade. Quando eu precisar de um abraço de urso no fim do dia, e de massagens com óleos, de risadas na madrugada, leituras comuns, bagunça pela casa.
Venha pá! Faça o que puder. Mas não me deixa enlouquecer em textos desafinados. Ou em músicas sem letra. Ou em desespero.
Enquanto dançava,
Imaginava, a onde poderás estar agora.
Pensarás em mim?.
Sentirás meu cheiro de lavanda infantil?
Comerás a minha fruta preferida, apenas para sentir meu gosto?.
E os abraços? Eles estarão envolvendo seu corpo?
Você se sente beijado por mim?.
Penso em você todos os dias de minha vida.
Penso no que poderia ter sido, no que poderá ser.
Estás tão próximo, mas não consigo te sentir.
Estarás longe?
E eu iludida?.
Estarei obcecada?.
Não.
O fato é simples.
Desconxões de uma alma com um corpo e com uma mente cheios de energia. Acúmulo de vontades, sonhos, desejos, intensos.
Intensidade. Essa é a minha palavra.
Intensidade.
Desejo.
"O forró daqui é melhor que o seu".

Defino a noite de ontem como eletrizante e determinante.
Dancei muito, sorri muito, amei muito. Porque tudo na vida tem que ser feito com amor, então cada passo era dado com uma intensidade, com uma vontade de ser feliz tão grande, que não havia quem não percebesse o que eu estava fazendo naquele lugar.
É assim que vivo a vida. Momentos felizes. Planos me escandalizam, sonhos me deixam irritada. Acontecem as coisas, vivo-as, bem ou mal, não sei, apenas vivo o que deve ser vivido. Ainda me sinto em dados momentos uma surtada. As opinão divergem. Meu estado de espírito também.
Enquanto dançava, imaginava quantas pessoas vazias estavam lá e quantas outras tantas eram cheias de coisa boníssimas. Em qual dos grupos eu estava?
Prefiro acrescentar a paz e a onde eu estava me sentia plenamente em paz.
O sono da manhã me fez atravessar dificilmente o longo caminho que ainda tenho até as 18 horas. Ainda não almoçei e minha cabeça começa a reclamar.
Ainda estou com muito sono, mas o mineiro que me chamou para dançar ontem não me sai da cabeça.

Uma linda tarde!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Passei no supermercado para comprar produtos de limpeza.
Na volta caía uma chuva danada. Em um dado momento do caminho, vejo um casal brigando. Uma briga que há tempos eu não via, com ameaças, lágrimas, gritos.
Continuei meu caminho. Resolvi mais para frente párar um pouco para ver se diminuía a chuva. O rapaz passa por mim sozinho. Alguns minutos depois vem a mulher, com uma cara de quem tinha levado uns sopapos. Mais para frente os dois se reencontram, ela começa a berrar, ele a chama de louca e a briga recomeça.
E eu fui pensando: será que todo esse "amor" vale a pena?. Um amor que machuca, que fere, que faz doer.
Estar junto deve ser algo prazeroso. Deve ser uma troca de sentimentos verdadeiros, sinceros. A escolha de viver um romance deve ser feita a partir das coisas legais. Sei que toda relação tem seus desgastes, brigas, desentendimentos. Mas quando isso passa a ser constante e cruel, é hora de rever conceitos.
antes de mais nada, eu aprendi que o amor pelo seu corpo e pela sua alma, pela sua profissão e pelas suas escolha é muito mais importante do que qualquer amor carnal. O amor que recebemos é uma conquista que vem acompanhada de vários outros fatores e que juntos moldam a relação.
Cansei de ver casais juntos sem um motivo aparente. Por comodismo, por preguiça, por falta de opção, por acreditar não ter capacidade de encontrar uma relação melhor.
Eu para chegar a onde cheguei, já tive inumeras relação pautadas em algo que não entendia de fato. Já chorei, briguei, entrei em crise, bati porta, ciúmes e tantas outras coisinhas que estragaram uma paixão que de repente teria tudo apra dar certo. Mas a imaturidade vai levando a gente a entender que cada coisa em seu tempo, e cada relação tem sua peculiaridade.
Mas me corta o coração ver cenas como as que eu vi ontem. O desespero, o choro infantil, o pedido de " me ame", sem entender que aquele amor não queria ser dividio. Os dois tinham cara de cansados, de desgastados.
Não me vejo sofrendo assim mais por ninguém.
Você quer me fazer companhia em um dia de chuva?
Chocolate quente, cobertores, meias, cafunés.......
Abraços intermináveis.
Beijos sem fim.
Sinto meu corpo vagando por aí.
Não há aconchêgo.
Não há carinhos.
A alma pede uma companhia.
Pois a chuva cai lá fora.
Estou há alguns dias sem postar nada, porque simplesmente não existe tempo para isso.
Uma das secretárias tirou suas merecidas férias e eu apenas estou tendo que substituí-la sem deixar a recepção. Tenho que coordenar tudo para que os assuntos não se confundam. Manter o humor e a paciência em um momento desse simplesmente é a coisa mais complicada. Porque obviamente ninguém reconhecerá toda essa dedicação e eu não poderei jamais reclamar disso.
Preciso de férias. As últimas foram em março de 2005, e mesmo assim eu estava já na faculdade então não pude viajar ou algo do genêro. E ainda voltei para a loja para vender 5 dias em um bazar. Conclusão: não foram férias de verdade. E é isso que eu realmente preciso em um momento como esses. Mas me conhecendo como me conheço, as férias não serão de fato para descanso, porque eu não consigo ficar coçando dias à fio. Preciso estar em constante movimento.
A semana agitada com suas espectativas frustradas. Somente as aulas me dão alegria de fato. Estmos na fase final, apliquei prova para o primeiro grupo e domingo aplicarei para o segundo. Me sinto feliz por ser professora deles. Acho que vencemos bem essa primeira etapa juntos e espero muito ter contribuido de alguma forma para o crescimento deles. Tento passar não só o conteúdo , mas uma certa vivência, um pouco de experiência de anos fora do Brasil. Quero mostrar que existe maturidade aos 24 anos.
Bem, sem tempo para mais detalhes!
Um lindo dia!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

quando respeitar é algo de nascimento

Quando alguém vira para você por meio telefónico e diz: " É assim que se trabalha em uma Embaixada", a única coisa que realmente me dá vontade é de mandar para um lugar que certamente não será bom.
Eu fico triste com a falta de profissionalismo das pessoas. E fico chateada comigo, por ainda não ter capacidade profissional e experiência suficiente de vida para peitar pessoas arrogantes e mal criadas. Fiquei muda, escutando a outra pessoa me dizer coisas que talvez eu não merecesse de fato.
Não é a primeira vez que passo por isso. Estagiei em um escritório de consultória, onde o dono me dizia que eu tinha um pensamento sem nexo; ou que ele não entendia o que eu estava querendo dizer, pois eu nunca sabia o que dizer. Era o meu primeiro estágio como Secretária Executiva e ele me fazia chorar todos os dias com uma frase ofensiva. Aprendi com o tempo que isso é assédio moral e que é crime. Depois dele, oficialmente nunca mais tinha me sentido humilhada, ou tratada com desrespeito. Cometi falhas incríveis, mas sempre foi para meus chefes, erros com o qual eu estava aprendendo a administrar meu curso e a minha carreira.
E hoje depois de 4 anos, lembrei do olhar de meu antigo chefe, apenas escutando a outra pessoa falar ao telefone, ditando regras e deixando bem claro que eu havia cometido algo imperdoável. Me senti sim mal com a situação, me senti profissionalmente desrespeitada por uma falha que teoricamente não era culpa minha.
Mas a vida segue o seu caminho. Não posso deixar que uma pessoa que eu mal conheço e que não sabe nada sobre mim me coloque para baixo. Tenho humildade suficiente para reconhecer erros e pedir desculpas fundamentadas, mas não sou capaz de acreditar que humilhar as pessoas é a maneira mais prática de se alcançar algum sucesso, ou de obter algum tipo de felicidade.
Se você tem algum problema, existem várias formas de desestressar, agora, por favor né?. Nada de bancar o superior e fazer disso uma forma de machucar o outro.
Respeito é algo que se aprende de berço e em alguns casos já vem na corrente sanguinea.

um lindo dia!
"Todo carnaval tem seu fim". Já diz Los Hemanos em uma de suas músicas.

Não sei o porquê da frase. Hoje vim escutando Chico e sua roda vida, Elis e suas Águas de Março; Cazuza com a sua Ideologia e Marisa com seu Infinito Particular.
Talvez, quando estou à caminho do trabalho, são os únicos momentos extremamente meus. Caminho lentamemte. Admiro o verde que cresce, chuva após chuva. Os pássaros. Os carros, que trafegam, que buzinam. As crianças que ainda esstão no período escolar, rezando para as tão sonhadas férias, o tão esperado Natal e seus falsos encantos.

Não fiz a minha carta para o Papai Noel. Ele certamente espera que eu a escreva, exigindo um ano de 2009 muito melhor, muito especial, tranquilo e com férias.

Sentada, enquanto atendo à milhares de ligações, fico pensando, se farei isso para sempre. A última e única recepcionista posou nesta cadeira, nesta mesma posição, por exatamente 32 anos. Recebeu medalha de honra pelo tempo dedicado à mesma coisa, anos à fio. A coitada nem casou, nem teve filhos, ela comia e respirava Consulado e recepção. As pessoas me perguntam se vim para ficar.
E eu respondo: "Eu vim para ficar o tempo necessário para o meu crescimento pessoal e profissional e não para criar teia de aranha".

Eu vim ao mundo para aprender. Jamais para estagnar. O mundo gira. Vida louca, breve, mas certamente a minha única vida!.


Um lindo dia! Com paz e sabedoria ha!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Ronaldo Ésper fica novamente nu em balada- Tudo em nome da arte. Segundo o estilista ladrão, ele está se preparando psicilogicamente para viver Santo Expedito (pobre santo oh jisus) no teatro.

Paris Hilton termina CD mas não encontra gravadora- Hum, tadinha, ela canta tão bem, é tão afinada e equilibrada!

Carolina Dieckmann vai a premiação sem aliança de casamento- Será que ele cansou do tanto que ela é sem noção?

Leila Lopes lança segundo filme pornô de sua carreira:

O Pecado Sem Perdão é a seqüência do filme Pecados e Tentações, que bateu recordes em sua pré-venda.
Novamente, a proposta do diretor J. Gaspar, que já tinha sido divulgada amplamente por Leila Lopes, é fazer um "pornô com história". Aqui, Marlene (Leila Lopes) consola seu cunhado Maneco (Victor Gaúcho) porque sua mulher cometeu adultério com um seminarista (Carlão).
Depois de se arriscar na carreira pornô, Leila Lopes agora vai apresentar um programa sobre sexo num canal da TV paga.

Esse merece o Oscar, isso é fato!. E ela disse que não faria mais nenhum!

Quando um singelo casal transforma seu humor!

Ontem foi uma noite daquelas que eu gostaria de esquecer. Meu corpo doía tanto, minha cabeça parecia que tinha uma bomba dentro e ainda por cima o mau humor tomou conta de minha pobre alma. A aula foi a única coisa que aliviou o meu estado de espírito, embora eu acredite que de conteúdo ela não foi o esperado. Mas irei recompensar com a aula de amanhã e sei que meus alunos lindos me entendem.

Hoje aqui no Consulado, eu tive uma aula de bom humor na terceira idade e aprendi mais um pouco com um casal que veio tantar um visto para os Estados Unidos. A mãe irá fazer uma surpresa à filha que se casará no sábado. E ela me contava isso com tanta felicidade, com tanta espectativa, que me contagiou. Achei muito fofo, o modo como eles falavam dela, o modo como eles estavam tratadnn do assunto. E ainda por cima o senhor me contou de uma época em que ele esteve no Equador em plena guerra civil, onde a Embaixada do Perú foi cercada e em um lugar onde cabiam 10 pessoas, ele alojou 100 peruanos. Sem água e sem comida a negociação por pouco não vira um desastre, até que pouco a pouco ele conseguiu que todos saíssem do território em conflito são e salvos. E foi maravilhoso conviver com esse casal nesses dois dias. Desejo o melhor para eles e para a filha deles.

E a cada dia eu percebo que Deus coloca em nossas vidas as pessoas certas, com as mensagens certas. Ontem a Sabrina saiu e deixou um vázio. Hoje eles me alegraram e me mostraram a minha capacidade profissional, me apoiram sem ao menos saber a minha história de vida e me desejaram toda sorte do mundo.
E é isso que eu desejo, em dobro, às pessoas que comigo convivem: que Deus também coloque em seu caminho, a pessoa certa com um exemplo certo e com muito amor para ser distribuído depois.

Uma linda tarde!
Com confetes!